<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966</id><updated>2012-02-17T03:29:51.271Z</updated><category term='9º Ano'/><category term='Vídeos sobre o Corpo Humano'/><category term='5º Ano'/><category term='A não perder...'/><category term='Ecologia'/><category term='Noticias sobre o Planeta'/><category term='6º ano'/><category term='Biologia'/><category term='Cartoons'/><category term='Vários'/><category term='Entrevistas e Reportagens'/><category term='Investigações Científicas'/><category term='O Nosso Planeta...'/><category term='Humor Científico...'/><category term='Glossários'/><category term='Antropologia'/><category term='Artigos Científicos'/><category term='8º ano'/><category term='7º ano'/><category term='Bioética'/><category term='Paleontologia'/><category term='Blibliografia'/><category term='Descobertas Científicas'/><category term='Vídeos sobre a Natureza'/><category term='Multimédia'/><category term='Experiências'/><category term='Geologia'/><category term='Maravilhas da Natureza'/><category term='Para pensar...'/><category term='Grandes Cientistas...'/><category term='Parques Naturais'/><title type='text'>Geologia/Biologia</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>230</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7960689150820443053</id><published>2011-06-30T12:24:00.002+01:00</published><updated>2011-06-30T12:27:52.964+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Investigações Científicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Descobertas Científicas'/><title type='text'>O passo em falso de Stephen Jay Gould</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-HeK_KWrPIzM/TgxdkWAJLAI/AAAAAAAAAZQ/yqs9Mu2uud0/s1600/cranio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623972913641761794" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 176px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-HeK_KWrPIzM/TgxdkWAJLAI/AAAAAAAAAZQ/yqs9Mu2uud0/s200/cranio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Artigo põe em causa ensaio do célebre especialista em evolução norte-americano sobre como preconceitos afectam a ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stephen Jay Gould, o famoso cientista que se distinguiu tanto pelo estudo da evolução como pela sua defesa frente aos ataques da direita fundamentalista americana, terá sido vítima dos preconceitos que ele próprio denunciou num célebre artigo na Science e num ainda mais célebre ensaio, no livro A Falsa Medida do Homem (Quasi).&lt;br /&gt;Tudo isto tem a ver com um cientista do século XIX, Samuel Morton, que reuniu uma colecção única de 1000 crânios, a inteligência e o racismo. E, claro, a integridade científica.&lt;br /&gt;Gould, que morreu em 2002, questionou a integridade científica de Morton, acusando-o de ter, subtilmente - inconscientemente -, manipulado as medições que fez da capacidade craniana dos homens brancos para demonstrar que estes seriam os mais inteligentes. Isto para demonstrar que a raça branca - e o seu expoente, o homem branco - era a superior. A seguir vinham os asiáticos, os índios americanos e, no fim, os africanos.&lt;br /&gt;Na altura em que Morton fez as suas experiências (a década de 1830, ainda antes da publicação de A Origem das Espécies por Charles Darwin, em 1859), quem era contra a abolição da escravatura defendia que a Humanidade não era una, mas antes que cada raça tinha sido criada em momentos distintos por Deus.&lt;br /&gt;Mas um artigo publicado este mês na revista científica Public Library of Science - Biology (PLOS), acaba por pôr também em causa a integridade científica de Stephen Jay Gould - não preto no branco, mas é o que se pode aferir das conclusões dos cientistas que reconstituíram as experiências de Morton e chegaram à conclusão de que ele não terá manipulado, nem inconscientemente, as suas medições da capacidade craniana, feitas com sementes de mostarda, como dizia Gould.&lt;br /&gt;E, pelo contrário, encontram indícios de que Gould é que terá sido vítima dos seus preconceitos - ou desejo de demonstrar como o racismo não tem bases científicas -, o que o levou a tratar os dados de uma forma discutível. Não o acusam de fraude no artigo, mas em entrevistas dadas a propósito do seu trabalho alguns membros da equipa têm cruzado essa linha vermelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artimanhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morton, um médico de Filadélfia, como bom cientista, tentou substituir a especulação por factos e medições, usando a sua colecção impressionante de crânios, representando todos os grupos raciais humanos. Mas, de acordo com a crítica de Gould - que foi ao mesmo tempo biólogo, paleontólogo, historiador das ciências, ensaísta e divulgador de ciência e pensador sobre a teoria da evolução -, o trabalho de Morton é exemplar para ilustrar como "artimanhas inconscientes ou mal percebidas são provavelmente endémicas na ciência, pois os cientistas são seres humanos enraizados em contextos culturais, não autómatos que se dirigem para verdades externas", escreveu na Science, em 1978.&lt;br /&gt;Gould tornou-se uma figura pública com uma enorme projecção - uma espécie de Carl Sagan para a evolução, embora tivesse algumas ideias polémicas. Mas, em termos de grande público, tornou-se uma figura incontornável, nos Estados Unidos e não só. Dele esperava-se um juízo acertado.&lt;br /&gt;Mas o que a equipa coordenada por Ralph Holloway diz é que Gould, que nunca foi ele próprio repetir as medições de Morton, apenas analisou as suas notas em papel, estava errado quando afirmou que Morton foi influenciado subconscientemente pelos seus preconceitos raciais (compactando as sementes de mostarda nos crânios dos homens brancos, para caberem mais). A equipa voltou a medir 308 dos 670 crânios estudados por Morton, guardados no Museu de Arqueologia e Antropologia da Universidade da Pensilvânia em Filadélfia, e não encontrou nenhum desvio estatístico significativo na direcção apontada por Gould. Na verdade, as únicas excepções foram sete crânios, e três deles até sobreestimavam a capacidade de três crânios egípcios. "Estes resultados tornam falsa a afirmação de que Morton mediu mal os crânios com base nos seus preconceitos", escreve a equipa na PLOS de 7 de Junho.Gould acusa ainda Morton de ter usado vários subterfúgios, como ter dividido os dados em subgrupos e ter amalgamado outras populações e não ter fornecido dados sobre isso. A equipa descobriu que Gould fez algo semelhante, relativamente aos crânios de nativos americanos: excluiu 34 de uma amostra de 144. Se forem usados os dados todos, com o método de cálculo usado por Gould, escreve a equipa, a média das dimensões cranianas da população de nativos americanos é ligeiramente menor do que usando o método de Morton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preconceito e resultado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estes elementos do trabalho de Gould são surpreendentes", disse ao jornal The New York Times Jason Lewis, da Universidade de Stanford (EUA), o principal autor do trabalho agora publicado. "Não consigo dizer se foram deliberados." No artigo, a equipa escreve: "Ironicamente, a própria análise do trabalho de Morton é provavelmente o melhor exemplo de como um preconceito influencia resultados."&lt;br /&gt;Não é a primeira vez que o trabalho de Stephen Jay Gould sobre Morton é posto em causa. John S. Michael, um estudante universitário da Universidade da Pensilvânia, publicou um estudo em 1988, em que concluía que os resultados de Morton eram "razoavelmente precisos". A sua crítica não vingou: "Não é inteiramente evidente que se deva preferir as medições de um estudante às de um paleontólogo profissional", escreveu o filósofo da ciência Philip Kitcher, da Universidade de Colúmbia (Nova Iorque), recorda o New York Times.&lt;br /&gt;Hoje, Philip Kitcher diz que Gould provavelmente se defenderia com brilho. "Ele não sai disto como um mau carácter, mas como alguém que comete erros." Ian Tattersall, conservador do Museu Americano de História Natural, em Nova Iorque, que conheceu Gould, também não duvida de que ele "teria uma resposta pronta". Mas sublinha que Stephen Jay Gould provou mesmo aquilo que queria demonstrar: que a ciência é susceptível a preconceitos inconscientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por Clara Barata&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-7960689150820443053?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/7960689150820443053/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=7960689150820443053' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7960689150820443053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7960689150820443053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2011/06/o-passo-em-falso-de-stephen-jay-gould.html' title='&lt;em&gt;O passo em falso de Stephen Jay Gould&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-HeK_KWrPIzM/TgxdkWAJLAI/AAAAAAAAAZQ/yqs9Mu2uud0/s72-c/cranio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-4838751534713979061</id><published>2011-06-30T12:13:00.002+01:00</published><updated>2011-06-30T12:16:47.571+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Multimédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A não perder...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Grandes Cientistas...'/><title type='text'>Anotações de Darwin divulgadas na internet</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.biodiversitylibrary.org/collection/darwinlibrary"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623970097535690962" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 112px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-WHTFy4IxZ_4/TgxbAbMIqNI/AAAAAAAAAZI/dmSvYF5ul1U/s200/darwin%2Bna%2Bnet.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Biodiversity Heritage Library vai dar a conhecer acervo pessoal do britânico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um projecto que, entre outras instituições, envolve a Biblioteca da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, começou a digitalizar anotações de livros da biblioteca pessoal de Charles Darwin.&lt;br /&gt;A primeira fase do trabalho foi finalizada e qualquer pessoa pode aceder pela internet os 330 livros mais “rabiscados” do naturalista britânico, através do site da &lt;a href="http://www.biodiversitylibrary.org/collection/darwinlibrary"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Biodiversity Heritage Library .&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O objectivo do projecto é mostrar o que Darwin pensava de outros autores. "Foi dada muita atenção aos seus manuscritos e correspondências, mas a sua biblioteca nunca teve a atenção que merecia", afirmou a bibliotecária Anne Jarvis, da Universidade de Cambridge.&lt;br /&gt;O sistema de pesquisa do site permite que o utilizador encontre documentos por títulos ou palavras-chave, o que torna a procura muito mais facilitada.&lt;br /&gt;Os mentores do projecto pretendem colocar na rede todas as páginas dos 1480 livros do acervo pessoal de Darwin, 748 dos quais contêm anotações pessoais.&lt;br /&gt;Este projecto surge na sequência de outro que começou em 2008, quando a Universidade de Cambridge anunciou que digitalizaria vinte mil papéis relacionados com a vida de Darwin e os seus estudos. A universidade pretendia assim criar um banco de informações que estaria à disposição do público pela internet e que apresentaria, entre outras curiosidades, receitas da sua mulher, Emma, e cartas que revelam momentos desconhecidos da vida de Darwin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=49774&amp;amp;op=all&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4838751534713979061?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4838751534713979061/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4838751534713979061' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4838751534713979061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4838751534713979061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2011/06/anotacoes-de-darwin-divulgadas-na.html' title='&lt;em&gt;Anotações de Darwin divulgadas na internet&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-WHTFy4IxZ_4/TgxbAbMIqNI/AAAAAAAAAZI/dmSvYF5ul1U/s72-c/darwin%2Bna%2Bnet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-5305307931246832246</id><published>2011-06-30T12:08:00.003+01:00</published><updated>2011-06-30T12:11:09.292+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Descobertas Científicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Experiências'/><title type='text'>Abelhas são pessimistas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-en0R-tGAKjE/TgxZlSGK6ZI/AAAAAAAAAZA/niIBb2_8JrY/s1600/abelhas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623968531726657938" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 132px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-en0R-tGAKjE/TgxZlSGK6ZI/AAAAAAAAAZA/niIBb2_8JrY/s200/abelhas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Uma abelha não tem como expressar pessimismo em palavras. Não dá para ir lá e perguntar “ei, abelha, você acha que esse copo está meio cheio ou meio vazio?”. Mas em ações, pode.&lt;br /&gt;Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, treinou algumas a associar um cheiro específico a uma recompensa legal, doce, e outro a uma recompensa ruim, amarga. Então, para deixá-las traumatizadas, sacudiram as colméias onde metade delas estava, simulando o ataque de um predador.&lt;br /&gt;A ideia era observar se, assim como uma pessoa que sofre de depressão, as abelhas sacudidas encarariam um novo estímulo, neutro e ambíguo, como positivo ou negativo.&lt;br /&gt;De fato, elas continuaram se interessando pelo primeiro cheiro, mesmo após sofrerem o suposto ataque. Mas, quando exposta ao novo aroma, desconhecido, a maioria delas ficou relutante em se aproximar. Além disso, análises posteriores feitas nos cérebros das abelhas sacudidas mostraram níveis alterados de dopamina, serotonina e octopamina, três neutransmissores potencialmente ligados à depressão.&lt;br /&gt;Ou seja, elas agiram como se fossem pessimistas, e seus cérebros deram os mesmos sinais.&lt;br /&gt;Segundo os cientistas, isso pode significar que as abelhas têm, em algum nível, sentimentos. É a primeira vez &lt;a href="http://www.cell.com/current-biology/abstract/S0960-9822%2811%2900544-6"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;que um estudo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; descobre sinais de emoções em animais invertebrados.&lt;br /&gt;Então, seja legal. Se alguma abelha aparecer por aí, não saia correndo, não bata nela com o jornal. Você pode partir o coração da pobrezinha. Vai saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Thiago Perin &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-5305307931246832246?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/5305307931246832246/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=5305307931246832246' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5305307931246832246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5305307931246832246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2011/06/abelhas-sao-pessimistas.html' title='&lt;em&gt;Abelhas são pessimistas&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-en0R-tGAKjE/TgxZlSGK6ZI/AAAAAAAAAZA/niIBb2_8JrY/s72-c/abelhas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-3864293297171785663</id><published>2011-06-30T12:01:00.002+01:00</published><updated>2011-06-30T12:06:45.360+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Nosso Planeta...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biologia'/><title type='text'>A selva urbana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-llbsRw1S4n0/TgxYlLH8oEI/AAAAAAAAAY4/bZuHKPniSAg/s1600/animais%2Bcitadinos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623967430343434306" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 186px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-llbsRw1S4n0/TgxYlLH8oEI/AAAAAAAAAY4/bZuHKPniSAg/s200/animais%2Bcitadinos.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As cidades são o lar de inúmeros animais bravios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pedir a alguém que diga nomes de bichos citadinos, ouvirá decerto falar em cães, gatos, pombos, gaivotas e pardais. Porém, apesar de as urbes serem ambientes artificiais criados pelo homem, são inúmeros os animais selvagens que também se tornaram “urbanos”. O biólogo Jorge Nunes mostra-nos alguns dos que podemos observar nas principais cidades portuguesas. Fique de olho nos seus vizinhos bravios.&lt;br /&gt;Lembro-me bem da primeira vez que visitei a capital britânica, já lá vão muitos anos, e do dia deslumbrante que passei a descobrir os recantos encantados do Museu de História Natural. Mas, curiosamente, o que recordo com maior emoção da semana passada em Inglaterra foram os passeios a pé pelos jardins e parques públicos de Londres e Oxford.&lt;br /&gt;Sempre soube que havia cães, gatos e pombos nas cidades (por vezes, de tão comuns, já nem reparamos neles), mas as caminhadas pelos magníficos jardins ingleses permitiram-me descobrir, para meu grande espanto, que também aí podiam encontrar-se animais selvagens. E, evidentemente, não me refiro aos que estão confinados aos jardins zoológicos!&lt;br /&gt;Foi no coração da metrópole mais populosa da União Europeia (quem diria?), com quase tantos habitantes como a nação portuguesa, que observei pela primeira vez, e sem necessidade de binóculos, corvos, gralhas, gansos selvagens, patos bravos de diferentes espécies, esquilos e chapins que vinham comer às mãos dos transeuntes, e até veados e gamos que se passeavam livremente pelos relvados, bosques e jardins. Também me falaram das raposas, que existiam (e ainda existem) aos milhares nos jardins londrinos, mas os seus hábitos nocturnos impediram-me de as lobrigar, tendo acabado por conhecê-las anos mais tarde através de um documentário da BBC.&lt;br /&gt;O curioso dessas minhas deambulações urbanas é que pude observar mais bichos silvestres nos jardins públicos britânicos do que em dezenas de saídas de campo que havia feito a algumas das principais áreas protegidas portuguesas.&lt;br /&gt;Após outras viagens (reais e virtuais, através de filmes e documentários) por diversos países dos cinco continentes, acabei por perceber que a experiência vivida em Londres, afinal, poderia ter acontecido em qualquer outra cidade do mundo. Em todas elas se assiste à convivência (nem sempre salutar, diga-se), entre homens e bichos bravos.&lt;br /&gt;A capital portuguesa não é excepção. Também ela acolhe animais selvagens que coabitam connosco sem que, muitas vezes, nos apercebamos da sua presença. É claro que não podemos encontrar os veados e gamos de Oxford, as raposas e os esquilos de Londres, os texugos de Copenhaga, os javalis de Berlim, os lobos de Brasov (Roménia), os falcões-peregrinos de Nova Iorque, os urubus-pretos de São Paulo, os macacos Hanuman do Rajastão (Índia) ou os ursos polares de Churchill (Canadá), mas Lisboa é igualmente uma urbe selvagem, bem como todas as outras cidades e vilas portuguesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cidades selvagens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O surgimento das cidades, há cerca de seis mil anos, constituiu um salto considerável na história humana, tendo contribuído para que as populações se defendessem com mais facilidade, acentuassem relações sociais, partilhassem conhecimentos, utensílios e serviços e criassem cultura e ciência, que acabaram por tornar o ser humano civilizado. Curiosamente, os animais selvagens nunca estiveram muito longe. Afinal, quem consegue resistir ao apelo citadino?&lt;br /&gt;Com o passar dos séculos, as primeiras cidades, essencialmente horizontais (de pedra, madeira e adobe), foram dando lugar a gigantescas construções de betão e aço, que parecem cair em direcção ao céu como as falésias se despenham sobre o mar. Mas nem isso demoveu a bicharada, que continuou, tal como as pessoas, a responder ao apelo das grandes metrópoles, mesmo quando o verde não passava de um ténue reflexo nas desmesuradas cortinas de vidro e metal.&lt;br /&gt;Sendo as cidades ambientes artificiais criados pelo homem, de certa forma para fugir às agruras do campo e ao contacto insalubre com as ameaças naturais, é curioso verificar que elas nunca foram um domínio exclusivo dos seres humanos. Inúmeros bichos tornaram-se também eles “citadinos”, ocupando a estranha selva de betão, adaptando-se e prosperando com invejável sucesso. A sua sobrepopulação, em muitos casos, acabou por transformá-los em vizinhos incómodos e verdadeiras ameaças para a segurança e a saúde públicas, sobretudo como fonte de infecções e causa de acidentes rodoviários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que será que tão grande número de animais trocou a tranquilidade dos espaços naturais pela frieza das fachadas e dos recintos públicos citadinos, onde prevalecem o cimento, o metal e o vidro? Na verdade, podem apontar-se várias razões. Entre as mais evidentes, conta-se o fácil acesso à comida, em resultado dos inúmeros desperdícios humanos (lixo orgânico) que se encontram com facilidade nas áreas urbanas e periurbanas. No entanto, há outras causas menos intuitivas, mas igualmente importantes. Alguns exemplos: as condições climatéricas mais acolhedoras (as cidades são “ilhas de calor” que apresentam temperaturas geralmente mais elevadas do que as áreas circundantes); a tolerância dos seres humanos (em vez de perseguirem os animais selvagens, como é habitual no meio natural, acabam por ignorar ou consentir a sua presença nas cidades, crentes de que estas serão mais ecológicas); a ausência de predadores (o que, associado ao excesso de alimentos, faz aumentar o ritmo de procriação, acabando muitas vezes por surgir a sobrepopulação); e, pasme-se, a abundância de nichos ecológicos e abrigos disponíveis (estes vão desde ruínas e casas abandonadas a igrejas e cemitérios, telhados, varandas e terraços, além de árvores isoladas, pequenos bosques, jardins, quintais e hortas, entre outros).&lt;br /&gt;A quantidade e diversidade de animais citadinos nossos vizinhos, tal como acontece nos ambientes naturais, acaba por ser directamente proporcional à variedade de habitats disponíveis em cada área metropolitana. Se, além dos jardins, existirem também pequenos bosques, hortas e quintais, rios, ribeiros e lagos, então serão imensas as aves e os mamíferos, mas também os répteis, anfíbios e insectos que aí ocorrerão, de forma permanente ou sazonal, e cuja vizinhança quase sempre ignoramos. São animais selvagens, entenda-se, que, embora coabitando com o homem, nunca alienaram a sua liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criaturas com penas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De toda a fauna urbana, as aves destacam-se pela sua variedade e abundância. Todos nós já reparámos certamente nos pombos e nas gaivotas, verdadeiras pragas em diversas cidades, ou nos pardais e nas andorinhas, geralmente mais tolerados e acarinhados. Mas desengane-se quem pensa que esses são os únicos seres com penas a viverem nas urbes.&lt;br /&gt;São tantas e tão variadas as aves urbanas que em várias cidades foi necessário elaborar guias para auxiliar a sua identificação pelos ornitólogos e curiosos. Um dos mais famosos é o Guia das Aves de Lisboa, publicado em 1997 pela autarquia alfacinha. Nas páginas desse livro de bolso, pode descobrir-se que, à época, já tinham sido observadas 133 espécies dentro dos limites da cidade (35 nidificantes, 65 migradoras e 33 de ocorrência esporádica).&lt;br /&gt;Alguns anos antes (1993), já se havia publicado, com a chancela da Fundação de Serralves, uma obra similar sobre as aves do Parque de Serralves, na cidade do Porto. Intitulava-se Aves de Serralves e dava a conhecer aos visitantes as 79 espécies que se podiam encontrar com facilidade nos jardins da instituição.&lt;br /&gt;Na senda desses trabalhos, várias foram as associações de defesa do ambiente e autarquias que passaram a interessar-se pelo património ornitológico urbano e a elaborar publicações que permitem aos visitantes dos vários parques espalhados pelas cidades portuguesas conhecer e identificar a sua avifauna.&lt;br /&gt;Com a vulgarização das tecnologias de informação e comunicação, nomeadamente da internet, dos blogues e dos fóruns, muitas dessas informações passaram a estar disponíveis à distância de um simples clique. É o exemplo da avifauna lisboeta, que pode ser descoberta em Aves de Lisboa (em http://lisboa.avesdeportugal.info). Este recurso online permite conhecer as 134 espécies de aves que já foram observadas na capital, em especial as 50 mais frequentes e fáceis de encontrar, bem como alguns percursos que incluem os melhores locais para aprender e treinar conhecimentos básicos de ornitologia urbana.&lt;br /&gt;Gonçalo Elias, coordenador do projecto Aves de Portugal e do portal Aves de Lisboa, afirma, peremptório, que “Lisboa é uma cidade muito rica em aves”. No entanto, dado que cada espécie tem as suas preferências quanto ao habitat, “se forem visitadas várias zonas da cidade com diferentes características [parques e jardins, faixa ribeirinha, campos baldios, Parque Florestal de Monsanto, além das áreas edificadas], há mais possibilidades de detectar um maior número de espécies”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espreitar os passarinhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sem sair das zonas edificadas, densamente povoadas e com escassa vegetação, é possível descobrir algumas aves interessantes, além dos pardais, pombos e gaivotas que são omnipresentes nos céus citadinos. Entre as mais comuns, contam-se os andorinhões. Segundo Gonçalo Elias, “em Lisboa nidificam duas espécies: o andorinhão-preto, que ocupa preferencialmente as zonas mais modernas, e o andorinhão-pálido, que é mais abundante nas zonas antigas da Baixa e do Bairro Alto; ambos nidificam nos buracos dos edifícios, por vezes sob as telhas”. O andorinhão-preto, contudo, é presença habitual em muitas outras cidades portuguesas, como Viana do Castelo, Porto, Vila Real, Bragança, Coimbra, Leiria, Guarda, Évora e Portalegre. Já o andorinhão-pálido, caracterizado pela sua coloração acastanhada, pode ver-se em Aveiro, Castelo Branco, Setúbal e Faro. Ainda nessas zonas das cidades, onde dominam as catedrais de betão, surgem amiúde nos telhados os rabirruivos-pretos, as andorinhas-dos-beirais e as andorinhas-das-chaminés, entre outras.&lt;br /&gt;Por oposição às áreas edificadas, geralmente mais pobres em avifauna, os parques, jardins e espaços verdes acolhem uma vasta variedade de seres alados, sobretudo passeriformes. São vulgares as lavandiscas, os melros, os chapins, os chamarizes, os verdilhões, os pintassilgos, as felosas, as carriças, as toutinegras-de-barrete-preto, os piscos-de-peito-ruivo, os cartaxos e as trepadeiras, de um vasto rol de muitas outras.&lt;br /&gt;Se essas zonas tiverem espelhos de água naturalizados, como acontece nos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, ou no Parque da Cidade, no Porto, então é fácil encontrar galeirões, galinhas-de-água, patos, guinchos, gaivotas, guarda-rios, mergulhões-pequenos e garças-reais.&lt;br /&gt;Nos campos baldios, também podem ver-se peneireiros (em Lisboa, nidificam desde 1995 nos respiradouros das fachadas da Torre do Tombo), águias-de-asa-redonda, fuinhas-dos-juncos, petinhas-dos-prados e garças-boieiras.&lt;br /&gt;Nas áreas florestais e nos pequenos bosques, serão ainda habituais os gaios, as rolas-comuns, os estorninhos-pretos, as estrelinhas, os tentilhões, os pombos-torcazes, os pica-paus, as pegas-rabudas e as poupas. Como rapinas nocturnas, raramente vistas mas frequentemente escutadas, destacam-se os mochos-galegos e as corujas-das-torres.&lt;br /&gt;As cidades ditas “ribeirinhas”, assim chamadas por serem banhadas por rios ou ribeiras, que são a larga maioria do nosso país, oferecem outro atractivo ornitológico: as aves aquáticas, além das que surgem habitualmente nos pequenos lagos existentes nos espaços verdes.&lt;br /&gt;As que se localizam nas margens dos grandes estuários, como acontece com Caminha, Viana do Castelo, Porto, Aveiro, Lisboa, Setúbal e Faro, constituem mesmo verdadeiros santuá&amp;shy;rios ornitológicos. Entre as aves mais comuns nessas zonas húmidas, contam-se as gaivotas (são muitas e diversificadas as espécies que se “escondem” sob tão lata designação, sendo as mais vulgares o guincho e a gaivota-de-asa-escura), as andorinhas-do-mar, os corvos-marinhos, as garças-brancas-pequenas, os maçaricos-das-rochas, os pilritos, os ostraceiros e as rolas-do-mar. Na zona do Parque das Nações, em Lisboa, surgem, ocasionalmente, flamingos e colhereiros e várias espécies de patos. No estuário do Douro, observam-se fuselos, gaivotões-reais, patos-pretos e piscos-de-peito-azul (que, não sendo aves aquáticas, surgem sobretudo nas grandes zonas húmidas do litoral).&lt;br /&gt;Essencialmente no centro e no Sul do país, as cegonhas-brancas tornaram-se um ícone sobre as chaminés, as torres e os campanários. A sua presença faz-se notar, especialmente durante as ruidosas paradas nupciais, em Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Lagos, bem como em muitas outros burgos algarvios e alentejanos, como Barrancos, Alcácer do Sal e Mértola.&lt;br /&gt;Mas não se pense que os passeios ornitológicos citadinos se fazem apenas de vulgaridades, pois também surgem muitas vezes habitantes mais incomuns, como é o caso dos falcões-peregrinos, avistados frequentemente nas pontes 25 de Abril e Vasco da Gama, em Lisboa; os milhafres-pretos que nidificam na Mata do Choupal, nas proximidades de Coimbra (constituem a maior colónia desta espécie em Portugal, espalham-se pelo vale do Mondego e costumam ser presença habitual a sobrevoar a auto-estrada A1); as corujas-do-mato, comuns no Parque da Cidade de Guimarães; os gorazes, também conhecidos por garças-nocturnas, frequentes em Tomar e em alguns lagos de Lisboa; os peneireiros-das-torres, pequenos e raros falcões migradores que podem encontrar-se nas muralhas e em velhos edifícios de Castro Verde, Elvas e Mértola; e as gralhas-de-nuca-cinzenta, que ocorrem nos centros da Guarda e de Castelo Branco.&lt;br /&gt;Algumas das raridades registadas em Portugal (o registo das espécies raras é homologado pelo Comité de Raridades da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), que fazem as delícias dos ornitólogos, também têm sido avistadas em áreas urbanas ou periurbanas. É o caso da gaivota-de-bico-riscado, mencionada em Esposende, no Porto e em Peniche; do andorinhão-cafre, avistado em Serpa, Moura e Barrancos; e do ganso-grande-de-testa-branca, observado no estuário do Cávado, em Esposende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mamíferos furtivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido à convivência pouco pacífica com os humanos que os perseguem desde há séculos, os grandes mamíferos tornaram-se esquivos e recatados, não sendo por isso presença habitual nas cidades portuguesas. Ao contrário do que acontece em muitos países europeus, por cá, não há registo de veados, javalis, texugos ou lobos a viver em estado selvagem nos parques e jardins municipais.&lt;br /&gt;Restam-nos os mamíferos de médio porte, como as raposas. Mesmo essas, apenas surgem esporadicamente em regiões periurbanas ou em extensas manchas florestais como o Parque Florestal de Monsanto, em Lisboa. No entanto, os seus hábitos crepusculares afastam-nas geralmente dos olhares indiscretos, tornando muito difícil a sua observação. O mesmo acontece com as genetas, as fuinhas e os toirões, que podem ocorrer de modo fortuito em zonas florestais e agrícolas suburbanas, mas que também só raramente se avistam. Apenas sabemos da sua existência pelos vestígios (pegadas, dejectos e restos alimentares) que deixam à sua passagem ou pelas tocas e locais de refúgio que constituem igualmente sinais da sua ocorrência.&lt;br /&gt;Uma presença frequente em muitas &amp;shy;áreas florestais urbanas, que faz habitualmente as delícias de miúdos e graúdos com os seus saltos acrobáticos nas copas das árvores, é o esquilo-vermelho. Este bonito animal, que esteve extinto em Portugal desde o século XVI, tem vindo a recolonizar naturalmente o nosso país, sendo já presença habitual em diversas cidades nortenhas. Mais a Sul, foi introduzido no Jardim Botânico de Coimbra e no Parque de Monsanto.&lt;br /&gt;Geralmente mais comuns e fáceis de observar costumam ser os pequenos mamíferos insectívoros, como o ouriço-cacheiro, a toupeira e os musaranhos (como o musaranho-comum ou o musaranho-de-dentes-brancos-grande). Igualmente vulgares são os chamados “micromamíferos roedores”, que incluem o rato-das-casas, o rato-do-campo e o rato-cego, e os mamíferos herbívoros, como os coelhos. Estes são animais comuns em muitos parques e jardins das cidades portuguesas (Parque da Cidade de Guimarães, Parque da Cidade do Porto e zonas verdes lisboetas, com destaque para Monsanto), surgindo também nos bosques e nas hortas urbanas e nos terrenos baldios, onde encontram refúgio e abundância de alimento.&lt;br /&gt;Em quase todas as cidades portuguesas, são ainda presença habitual os morcegos, que se descobrem principalmente à luz crepuscular do anoitecer, enquanto perseguem os insectos, sobretudo em torno dos lampiões que os atraem. Das vinte e quatro espécies existentes em Portugal, o morcego-anão é sem dúvida o mais vulgar nos céus citadinos, embora muitas outras, como o morcego-hortelão, o morcego-arborícola-grande e o morcego-rabudo também frequentem as áreas urbanas. Até o morcego-de-ferradura-grande, apesar de essencialmente cavernícola, pode ser avistado em construções humanas, sendo por exemplo uma das espécies que ocorrem em Monsanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vizinhos rastejantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida selvagem nem sempre está ao nível dos olhos: por vezes, é necessário olhar para o chão para a descobrir. É aí que entram em cena as cobras e os lagartos, mas também sapos, rãs e salamandras. De um modo geral, embora sejam totalmente inofensivos, as pessoas nutrem pelos anfíbios e répteis citadinos pouca ou nenhuma simpatia. Eles, porém, parecem indiferentes à secular aversão humana. E, desde que encontrem as condições ecológicas adequadas à sua actividade e ao seu ciclo de vida, não desdenham de fixar-se no meio urbano.&lt;br /&gt;Os jardins, os quintais, as hortas, os muros, as casas abandonadas e arruinadas, os telhados e os locais especialmente rochosos e pedregosos, como os campos baldios, são o reino dos répteis. Estes preferem áreas secas, onde mais facilmente se expõem ao sol para regular a temperatura corporal.&lt;br /&gt;Entre as espécies urbanas mais comuns, mesmo em áreas densamente povoadas, conta-se a lagartixa, também conhecida por “sardanisca”. Trata-se de um réptil insectívoro que inclui na sua dieta escaravelhos, formigas e aranhas. Além de servir de alimento aos peneireiros e a várias aves de rapina diurnas e nocturnas, também faz parte do cardápio de outros répteis que podem encontrar-se nas cidades, como o sardão (um dos mais bonitos, robustos e esquivos lacertídeos da nossa fauna) ou a cobra-de-escada (apresenta um padrão de coloração dorsal muito característico, com duas linhas escuras longitudinais), comuns em praticamente todo o país.&lt;br /&gt;A cobra-rateira é outro réptil que aprendeu a conviver com o homem, encontrando-se habitualmente em ruínas, bosques e jardins citadinos. Como o nome indica, é um eficaz predador de ratos e ratazanas, prestando um inestimável serviço como “raticida ecológico”. Curiosamente, é uma das poucas serpentes venenosas existentes em Portugal (produz um forte veneno de características neurotóxicas); no entanto, não é perigosa para o homem, já que é uma espécie opistoglifa (tem os dentes inoculadores de veneno localizados na garganta).&lt;br /&gt;Outras espécies que podem ser encontradas nas cidades são a lagartixa-ibérica, que ocorre principalmente no centro e no Sul do país, e o camaleão, relativamente comum em várias povoações algarvias como Faro, Tavira e Vila Real de Santo António. A lista herpeteológica citadina não ficaria completa sem as osgas, que são animais verdadeiramente antropófilos, ou seja, fortemente associados a áreas urbanas. Surgem em locais pedregosos e rochosos, troncos de árvores, muros, paredes e habitações, sendo particularmente abundantes em zonas iluminadas por candeeiros e lampiões, os quais atraem as suas presas predilectas: mosquitos, moscas e borboletas.&lt;br /&gt;Nas zonas mais húmidas, podem encontrar-se os cágados e as cobras-de-água. Contudo, os lagos ou charcos e as redes hidrográficas, como rios e ribeiros, são os habitats por excelência dos anfíbios. Com forte dependência da água, sobretudo durante a época de reprodução e a fase larvar, vêem-se obrigados a viver nos locais mais húmidos e sombrios das cidades. É lá que podemos surpreender a vulgar rã-verde, o sapo-comum, a salamandra-de-pintas-amarelas e os sapos-parteiros-comuns, que surgem frequentemente nos jardins públicos do Porto e de Coimbra, segundo informação disponibilizada pelo Guia de Anfíbios e Répteis de Portugal. Aliás, de acordo com essa publicação, que poderá constituir um precioso auxiliar na observação e identificação da fauna herpeteológica urbana, os anfíbios só não são mais comuns porque “verifica-se frequentemente um excesso de nutrientes orgânicos, contaminação por produtos fitossanitários e, por vezes, elevada concentração de predadores” nos ecossistemas aquáticos das cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Multidões fervilhantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é por acaso que os insectos são o grupo zoológico mais abundante. Na verdade, estão por todo o lado, e as cidades não são excepção. Não nos referimos apenas às melgas e moscas ou às abelhas e vespas, mas a toda uma multidão fervilhante de artrópodes que invade as nossas casas, os quintais, os bosques e os jardins.&lt;br /&gt;Embora a sua presença seja muitas vezes incómoda, a ocorrência nos espaços urbanos é de vital importância, uma vez que são geralmente os animais que estão na base das cadeias alimentares, sendo a principal fonte de alimento de muitos dos outros inquilinos citadinos, como as aves, os mamíferos, os répteis e os anfíbios. São de tal modo importantes que a saúde dos jardins e das hortas urbanas está dependente do equilíbrio que se estabelece entre vegetarianos, insectos geralmente prejudiciais, e predadores, habitualmente benéficos. Este é um mundo minúsculo que nos passa despercebido, mas, mesmo sem nos darmos conta, travam-se diariamente ferozes e implacáveis batalhas às portas das nossas casas.&lt;br /&gt;Entre os insectos mais comuns, especialmente nos campos relvados e canteiros floridos, contam-se as borboletas, os escaravelhos, as abelhas, as formigas, os gafanhotos, os grilos, os percevejos, os bichos-pau, as vespas, as moscas e os louva-a-deus, só para referir alguns de uma lista interminável.&lt;br /&gt;Perto da água surgem ainda as libelinhas, libélulas e efémeras. Nos dias mais quentes, embora difíceis de descortinar, devido à sua camuflagem nos troncos e ramos das árvores, as cigarras brindam-nos com os seus cantos estridentes e inconfundíveis.&lt;br /&gt;Qualquer jardim que se preze tem também, com toda a certeza, milhares de aranhas. Estas distinguem-se facilmente dos insectos por possuírem quatro pares de patas e pela ausência de antenas (os insectos adultos têm usualmente três pares de patas e um par de antenas). São magníficas predadoras de insectos, que capturam normalmente com o auxílio das suas elaboradas teias. Entre as espécies mais vulgares, contam-se a aranha-dos-jardins, a aranha-de-cruz e a aranha-caranguejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agruras da vida citadina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes, corremos para lugares distantes e recônditos em busca da natureza e dos animais selvagens, esquecendo que temos, afinal, inúmeros à nossa porta. No entanto, apesar de muitos terem escolhido viver nas cidades, tirando partido de todas as vantagens que o ecossistema urbano lhes oferece, não se pense que levam uma vida tranquila. Afinal, são muitos os perigos que espreitam ao virar de cada esquina: excesso de ruído, poluição atmosférica, perseguição humana, risco de atropelamentos (com consequências nefastas para animais e pessoas). Pode mesmo dizer-se que os animais nossos vizinhos partilham connosco os elevados níveis de stress e hiper&amp;shy;actividade que caracterizam a vida citadina, aspectos que em nada contribuem para longas esperanças de vida.&lt;br /&gt;Porém, as agruras urbanas não parecem demovê-los. A maior parte veio para ficar, estando constantemente a ver como poderá tirar melhor partido dos diferentes habitats das urbes, mesmo quando escasseiam os espaços verdes e os refúgios nas edificações modernas. O exemplo mais notório é o dos peneireiros: embora estivessem habituados a fazer as suas posturas em rochedos e falésias, rapidamente descobriram que os terraços, varandas e parapeitos dos grandes edifícios urbanos são uma excelente alternativa. Indiferentes ao bulício citadino, tornaram-se uma presença habitual nos céus de várias cidades, com destaque para Lisboa, onde são relativamente comuns.&lt;br /&gt;Jardins e parques públicos são hoje importantes reservatórios de vida selvagem. Além de alindarem com a sua presença a frieza arquitectónica das cidades, alguns dos bichos bravos que aí vivem contribuem, com a sua acção polinizadora (é o caso de muitos insectos, como as abelhas e borboletas), para colorir os campos e jardins. Outros, livram-nos da presença incómoda de ratos, pombos e pardais (consumidos essencialmente por aves de rapina) e insectos (aniquilados principalmente por morcegos, passeriformes, répteis e anfíbios), evitando que se tornem pragas incontroláveis. Portanto, não nos podemos esquecer de que também nas cidades as relações predador-presa, em que as diferentes populações exercem controlo umas sobre as outras, contribuem para o equilíbrio dinâmico e sustentável do ecossistema.&lt;br /&gt;Com a época estival a convidar para longos e refrescantes passeios nos parques e jardins citadinos (em alguns, até já existem painéis informativos que alertam os utilizadores para a diversidade da fauna e flora aí existentes), mantenha-se atento, pois nunca se sabe quando poderá ser surpreendido por um dos muitos bichos que fazem parte da selva urbana. O melhor é ter sempre a câmara fotográfica à mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;J.N.&lt;br /&gt;SUPER 158 - Junho 2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-3864293297171785663?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/3864293297171785663/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=3864293297171785663' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/3864293297171785663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/3864293297171785663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2011/06/selva-urbana.html' title='&lt;em&gt;A selva urbana&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-llbsRw1S4n0/TgxYlLH8oEI/AAAAAAAAAY4/bZuHKPniSAg/s72-c/animais%2Bcitadinos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-541593176122706133</id><published>2011-06-30T11:58:00.001+01:00</published><updated>2011-06-30T12:00:30.040+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas da Natureza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Experiências'/><title type='text'>O mundo da água</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-T2Fp3g1uxus/TgxXPpOVgoI/AAAAAAAAAYw/wi89W-uLs_0/s1600/Markus%2BReugels.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623965960954544770" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 231px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-T2Fp3g1uxus/TgxXPpOVgoI/AAAAAAAAAYw/wi89W-uLs_0/s320/Markus%2BReugels.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Como quer a sua gota?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recorrendo a câmaras de alta velocidade e alguns aditivos simples que transformam as características físicas do líquido vital, o artista alemão Markus Reugels mostra-nos um mundo diferente, através das gotas diferentes que consegue provocar e registar.&lt;br /&gt;Talvez seja exagerado falar em pedrada no charco, mas a verdade é que as fotos de gotas de água tiradas por Markus Reugels, de 33 anos, nos mostram um mundo completamente novo, uma realidade alternativa apenas acessível através de alta tecnologia e muita paciência.&lt;br /&gt;Markus deixa cair gotas do líquido vital sobre tabuleiros, colheres e outros utensílios com várias formas, e depois fotografa-as enquanto ressaltam e se espalham sobre a superfície líquida. Para dar cor a um espectáculo que é essencialmente transparente, acrescenta corantes alimentares à água e filtros coloridos à objectiva da câmara.&lt;br /&gt;Adicionando espessantes naturais (gomas e açúcares), consegue alterar a forma dos salpicos, de forma a obter resultados bizarros, que tanto podem parecer uma cena de um filme de ficção científica ou um cogumelo nuclear. Alguns dos salpicos chegam a atingir os 15 centímetros de altura, para o que também contribui a colocação de detergente na água sobre a qual cai a gota.&lt;br /&gt;Para efectuar o disparo, Markus recorre a um sensor, pois o processo é demasiado rápido para os reflexos humanos. Além disso, usa um flash ultra-rápido e um obturador capaz de operar a 1/16.000 de segundo, o que lhe permite registar em pormenor padrões que os olhos humanos nunca poderiam captar (estamos limitados a 1/25 de segundo).&lt;br /&gt;Os resultados nunca são manipulados ou coloridos no computador. Para Markus, basta-lhe a beleza que obtém com um sistema tão simples: “A água pode criar formas belíssimas, mas sem a fotografia de alta velocidade nunca poderíamos vê-las. A forma dos salpicos é muito difícil de manipular. As formas básicas, como os ‘chapéus’ e os ‘discos voadores’, são fáceis, mas para criar duplos salpicos é preciso trabalhar muito, ser muito persistente e paciente. É preciso estudar os resultados e testar todas as alternativas.”&lt;br /&gt;Mas não se pense que Markus vive obcecado com novas experiências: o artista de Schweinfurt, na Baviera (Alemanha), diz que “o importante é divertir-me; o resto vem por arrastamento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;A.R.&lt;br /&gt;SUPER 158 - Junho 2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-541593176122706133?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/541593176122706133/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=541593176122706133' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/541593176122706133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/541593176122706133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2011/06/o-mundo-da-agua.html' title='&lt;em&gt;O mundo da água&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-T2Fp3g1uxus/TgxXPpOVgoI/AAAAAAAAAYw/wi89W-uLs_0/s72-c/Markus%2BReugels.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-4993579271145554529</id><published>2011-02-15T16:39:00.001Z</published><updated>2011-02-15T16:42:21.827Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Investigações Científicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blibliografia'/><title type='text'>A Evolução Culminou no Homem?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wvV2cGk8BN0/TVqsw1-SLII/AAAAAAAAAYk/rG7cwdiJG4k/s1600/si152-7879.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573957443946425474" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-wvV2cGk8BN0/TVqsw1-SLII/AAAAAAAAAYk/rG7cwdiJG4k/s200/si152-7879.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Contingências, catástrofes e extraterrestres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bióloga e professora universitária Teresa Avelar acaba de publicar, na Bertrand Editora, um novo livro, A Evolução Culminou no Homem?, subtitulado Progresso, Contingências, Catástrofes e Extraterrestres. Trazemos-lhe a introdução e o primeiro capítulo, para aguçar a curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noção de progresso, no sentido de uma mudança direccional conduzindo a um estado que se assume ser “melhor”, influencia profundamente o pensamento contemporâneo, a ponto de se pensar frequentemente que não só existe progresso cultural e tecnológico como progresso ao nível biológico: ou seja, que a evolução tem levado os seres vivos a “progredir” ao longo do tempo. Esse progresso culmina em nós, seres humanos, que somos “evidentemente” a espécie mais “evoluída” que existe. Expressões como “animais inferiores e superiores” (os “superiores” são aqueles que são mais parecidos connosco), espécies mais ou menos “evoluídas”, linhagens “progressivas e degeneradas” são outros indicadores da crença em progresso evolutivo culminando nos humanos. Melhores do que nós só eventuais inteligências extraterrestres (visto que outros tipos de seres “superiores”, como anjos ou deuses, já não são do domínio científico). Quantas vezes vimos a nossa evolução representada como uma série de macacos cada vez mais “evoluí&amp;shy;dos” e verticais, até vermos um homem (é praticamente sempre um indivíduo do sexo masculino) a caminhar, de modo quase heróico, em direcção ao futuro?&lt;br /&gt;De facto, é difícil ter uma ideia mais errada do que esta relativamente ao processo evolutivo. Mas a crença na existência objectiva de progresso ao nível dos fenómenos e processos biológicos é extraordinariamente persistente. Parece-nos chocante que, no século XXI, uma noção tão subjectiva e antropocêntrica não só continue a ter aceitação geral por parte de leigos, como até seja defendida por alguns cientistas. A convicção de que há progresso biológico, e que é praticamente inevitável que a evolução conduza a seres semelhantes a nós, é ilustrada pelo pressuposto de que, se ocorrer vida extraterrestre, haverá necessariamente, algures, inteligência extraterrestre, como se uma coisa implicasse automaticamente a outra. É essa ideia de progresso inevitável, “garantido” pelos processos biológicos, que vamos discutir neste livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de Darwin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito de progresso em geral é relativamente recente, uma vez que só é possível quando se admite que o mundo mudou ao longo do tempo. Os Gregos raramente consideraram essa ideia, visto que, em geral, imaginavam o mundo como sendo estático. Em relação aos seres humanos, uma ideia frequente era a de uma queda e regressão após uma “Idade do Ouro” ou uma idade heróica – por exemplo, na Ilíada, o velho Nestor contrasta o presente com a sua juventude, quando os homens eram “maiores” em todos os aspectos, e em geral Homero fala dos seus heróis como sendo “superiores” às pessoas a quem estava a contar a história. No entanto, mais tarde, vários pensadores gregos admitiram que os humanos haviam progredido: por exemplo, o autor da peça Prometeu Agrilhoado descreve o progresso cultural dos humanos desde um estado inicial miserável. Certos filósofos pré-socráticos como Protágoras e, mais tarde, o romano Lucrécio, inspirado pelo filósofo grego Epicuro (cujas obras em grande parte se perderam), referem-se ao progresso humano desde a “barbárie” até à civilização.&lt;br /&gt;O cristianismo foi inicialmente ambivalente em relação ao progresso. Por um lado, baseia-se na ideia de queda e expulsão do “Jardim do Éden” e na crença em que qualquer melhoria e salvação só são possíveis pela graça de Deus e não devido a esforços humanos. Por outro lado, admite que houve progresso desde os pagãos até à instauração do cristianismo e projecta um futuro paradisíaco (e.g., Santo Agostinho, na Cidade de Deus, século V). Além disso, ao introduzir a noção de que o mundo (e não apenas os seres humanos) tem uma história mais ou menos linear, ou seja, que se alterou desde a Criação e que se modificará até chegar ao Juízo Final, contribuiu para preparar o terreno relativamente à possibilidade de progresso secular em geral.&lt;br /&gt;A convicção generalizada relativamente ao progresso humano só se espalhou após a Renascença. Por exemplo, em França, no século XVII, teve lugar a famosa Querela entre Antigos e Modernos, em que os partidários dos Antigos (e.g., Boileau e, em Inglaterra, Jonathan Swift) defendiam que nada se tinha produzido que chegasse à altura da Antiguidade clássica e os partidários dos Modernos afirmavam, pelo contrário, que os modernos eram superiores porque podiam construir sobre os alicerces elaborados pelas épocas anteriores. No século XVIII, com o iluminismo, influenciado pelos triunfos científicos de Galileu e Newton, a crença num progresso cultural inevitável e cada vez maior generalizou-se. O fim da Revolução Francesa abalou um pouco este optimismo, mas não o conseguiu eliminar. Por exemplo, o reverendo Thomas Malthus (1766–1834) escreveu o seu famoso livro (Essay on the Principle of Population) em 1798 para demonstrar que a população humana tende a crescer geometricamente mas os recursos apenas crescem aritmeticamente, de onde se conclui que, a menos que as pessoas refreiem a sua actividade sexual (concebida como só sendo lícita quando se trata de procriar), haverá sempre intensa competição por recursos e muita miséria. Esta visão parecia ir contra a crença iluminista no progresso, mas para Malthus a situação fora elaborada por Deus precisamente para encorajar as pessoas a se esforçarem, trabalharem e comportarem com virtude (i.e., pouco sexo).&lt;br /&gt;Durante todo o século XIX e grande parte do século XX, a fé no progresso perdurou, afirmada por filósofos como Auguste Comte, John Stuart Mill, Herbert Spencer, Karl Marx e Friedrich Engels, e vários outros. No fundo, continuamos a subscrever esta ideia de progresso inevitável da cultura humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Progresso e evolucionismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ideias evolucionistas foram influenciadas pela noção de progresso cultural humano, estendendo essa ideia e tornando possível a concepção de um progresso já não só humano e cultural, mas biológico, i.e., dos seres vivos em geral. Mais tarde, a influência foi recíproca, ou seja, o próprio evolucionismo favoreceu a crença no progresso humano.&lt;br /&gt;A hipótese de evolução surgiu em parte a partir de uma modificação da concepção da Grande Cadeia dos Seres (ou Scala Naturae), uma escala linear ascendente ordenando todos os seres, do mais simples até ao mais “perfeito”. Na sua versão inicial, esta cadeia remontava a Aristóteles, e foi muito difundida na Idade Média. A cadeia era obviamente estática e, na Idade Média, incluía tudo, desde os minerais, em baixo, até aos anjos, em cima, logo abaixo de Deus, passando pelas plantas e pelos animais, e assumindo, claro, que todos coexistiam no mesmo momento, sem alteração desde a Criação. Em versões posteriores, evolutivas, como as de Erasmus Darwin (o avô de Charles Darwin) e de Lamarck, a cadeia passou não só a ter uma dimensão temporal (os seres mais simples davam origem a seres cada vez mais complexos), mas a dividir-se em duas (uma para as plantas e outra para os animais, ficando os minerais fora da biologia) e a culminar no homem em vez de nos anjos. Assim, a vida tinha uma história (não ocorrera uma Criação única e definitiva) e essa história mostraria um progresso indo dos seres mais “simples”, como as criaturas unicelulares, aos invertebrados mais “complexos”, destes aos vertebrados, e finalmente atingindo o “apogeu” no homem. Ainda hoje essa ideia perdura em expressões do tipo “da bactéria ao homem”, como se a evolução seguisse um caminho previamente traçado para chegar finalmente até nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O progresso para todo o sempre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erasmus Darwin (1731–1802), médico bem-sucedido e avô paterno de Charles Darwin, foi o primeiro autor a propor uma teoria evolutiva, quer num tratado em prosa, Zoonomia (1794, e reeditado pelo autor em 1801), quer, de modo ainda mais explícito, em verso, no livro póstumo The Temple of Nature (“O Templo da Natureza”, 1803). A evolução e o progresso estavam indissoluvelmente associados para Erasmus Darwin. A vida teve uma origem única (uma entidade microscópica inicial, microscopic ens) e desenvolveu-se, passando por fases sucessivamente mais aperfeiçoadas, até culminar, até ao momento, no homem, e, eventualmente (no futuro), em formas ainda mais perfeitas, visto que o processo de aperfeiçoamento continua a operar e continuará para todo o sempre (FOR EVER AND EVER, como escreveu Erasmus, com maiúsculas). O mecanismo desta mudança não era claro, mas Deus estava por detrás dele: Erasmus Darwin era crente, deís&amp;shy;ta, como muitos autores do século XVIII, para os quais Deus ainda era o Grande Arquitecto, o Autor de todas as coisas, embora posteriormente à Criação inicial do universo tivesse essencialmente deixado de interferir (os deístas, ao contrário dos teístas, não aceitavam a existência de milagres).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A força que leva ao progresso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As especulações evolutivas de Erasmus Dar&amp;shy;win não foram tomadas muito a sério e assim foi Jean-Baptiste Antoine de Monet, chevalier de Lamarck (1744–1829), o primeiro autor a propor uma teoria evolutiva que teve algum efeito sobre os contemporâneos (mesmo que fosse sobretudo negativo). Lamarck ganhara credibilidade científica ao publicar obras em botânica (a primeira Flora completa de França, 1778) e depois em zoologia, em especial sobre invertebrados (termo inventado por ele), em tratados publicados em 1801 e 1815–1822, após se tornar curador dos invertebrados no Museu de História Natural de Paris (reorganizado após a Revolução Francesa). As suas ideias evolutivas estão subjacentes a várias das &amp;shy;suas obras, mas foram principalmente dadas a conhecer na Philosophie Zoologique (“Filosofia Zoológica”, 1809). A sua teoria, tal como a de Erasmus Darwin, baseava-se na transformação da Scala Naturae, tornando-a dinâmica: os seres vivos mais simples (unicelulares) originam-se permanentemente por geração espontânea e depois transformam-se e aperfeiçoam-se ao longo do tempo até chegarem ao último estado da scala, que é o dos seres humanos. Lamarck foi mais claro do que Erasmus ao explicitar os mecanismos que levam os seres vivos a progredir. O primeiro mecanismo era uma “força que tende permanentemente a compor a organização” e que portanto levava os seres vivos a “melhorarem” linearmente. Mas, como os ambientes estão permanentemente a variar, outro mecanismo, a “influência das circunstâncias”, pode causar desvios relativamente à cadeia linear, produzindo ramificações, embora de menor importância. A sua capacidade permanente de mudança faz com que os organismos não se extingam, mas se transformem noutros, mais bem adaptados.Curiosamente, embora acreditasse firmemente numa tendência progressiva inerente aos seres vivos, Lamarck não aceitava claramente uma mudança direccional do mundo ao longo do tempo, visto que, para ele, haveria sempre espécies em todas as fases do “avanço”. Por essa razão, Lamarck pouco se interessou pelo registo fóssil que começava a ser conhecido na época e nunca acreditou na existência de extinção (segundo ele, as espécies aparentemente extintas cujos fósseis começavam a ser descritos ainda existiam algures na Terra). Embora a sua “força” motora nos pareça hoje milagrosa, Lamarck considerava-se um mecanicista (falava de fluidos orgânicos) e opunha-se ao “vitalismo” aristotélico. Ao contrário de Erasmus Darwin, não invocava a acção directa de Deus sobre a matéria viva.&lt;br /&gt;As especulações evolutivas de Lamarck foram no entanto classificadas pelos seus contemporâneos como fazendo parte do seu lado menos científico, junto com teorias químicas já completamente ultrapassadas na época de Lavoisier e especulações meteorológicas delirantes (Lamarck estava convencido de que podia prever o clima de todo o ano e publicou almanaques com previsões para cada dia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O regresso do iguanodonte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inglês Charles Lyell (1797–1875) é um caso curioso, visto que foi dos poucos que, embora acreditasse no progresso humano, começou por negar não só o progresso biológico mas inclusivamente mudanças direccionais no registo fóssil. Lyell começou por ter uma formação de advogado, mas cedo se “mudou” para a geologia, a sua grande paixão. Foi o autor do famoso livro Principles of Geology: Being an Attempt to Explain the Former Changes of the Earth’s Surface by Reference to Causes now in Operation (“Os Princípios da Geologia: Uma Tentativa para Explicar as Mudanças Passadas da Superfície da Terra Invocando Causas hoje em Operação”), publicado em três volumes entre 1830 e 1833. Neste livro, Lyell defendeu a causa do que veio a chamar-se “uniformitarismo” (o nome foi inventado por um opositor), contra a ideia vigente em geologia, o “catastrofismo”. Segundo os geólogos catastrofistas, a sucessão de floras e faunas observáveis no registo fóssil explicava-se através de uma sucessão de catástrofes de magnitude superior ao que ocorria no presente e que haviam dizimado as espécies do passado. Após cada catástrofe, novas espécies surgiam (criadas directamente por Deus), substituindo as anteriores, e cada vez mais semelhantes às actuais, dado que Deus estava por assim dizer a “preparar o terreno” para a criação do homem. Lyell insinuou, como crítica, que essas “catástrofes” eram consideradas como tendo uma origem sobrenatural, o que não era necessariamente o caso: muitos “catastrofistas” apenas argumentavam que certos fenómenos como tremores de terra haviam sido mais violentos do que o que era observável no presente. Apenas a criação de novas espécies resultava da acção directa de Deus (e Lyell não se opunha a esta ideia).&lt;br /&gt;No seu livro, Lyell avançou três hipóteses. Em primeiro lugar, as leis da natureza não se alteraram com o tempo: esta componente da teoria de Lyell não era controversa e era aceite por todos os contemporâneos. Em segundo lugar, a intensidade dos processos que existem no presente não se alterou com o tempo, ao contrário do que era afirmado pelos “catastrofistas”. Lyell acumulou uma impressionante quantidade de factos para apoiar a sua afirmação de que os fenómenos observáveis no presente, como o vulcanismo, os tremores de terra, a erosão pela água e pelo vento, a sedimentação, etc., são suficientes para explicar todas as observações do registo do passado. Por exemplo, no frontispício do livro, Lyell apresentou uma gravura das colunas do templo de Serápis em Pozzuoli para mostrar que se tinham mantido de pé (o que não seria possível se tivessem sofrido alterações violentas) apesar de terem sido submergidas no passado, como se demonstrava pelos vestígios de perfurações por bivalves marinhos. Esta componente da sua teoria, inicialmente controversa, acabou por conquistar a comunidade científica, dada a sua vantagem metodológica relativamente às teorias “catastrofistas”.&lt;br /&gt;O terceiro elemento da teoria de Lyell era que a própria Terra não se alterou direccionalmente com o tempo. Esta sugestão parece-nos hoje (e assim pareceu aos seus contemporâneos) muito estranha, mas segundo Lyell a aparente direccionalidade do registo fóssil é um artefacto da preservação, e a Terra existe num estado global de equilíbrio, de modo que as faunas se substituem ciclicamente (daí a sua frase famosa: “o enorme iguanodonte pode reaparecer nos bosques, e o ictiossauro no mar, enquanto o pterodáctilo pode voltar a voar através de bosques de fetos gigantes”). A única excepção a este estado de equilíbrio sem alterações temporais irreversíveis é o ser humano. Nós, obviamente, surgimos uma única vez.&lt;br /&gt;Dada esta ideia de que a Terra não mudou direccionalmente, mas apenas se alterou de modo cíclico, com repetições dos mesmos fenómenos, Lyell constituiu uma excepção em relação à crença contemporânea no progresso biológico. De facto, praticamente todos os cientistas admitiam que havia progresso biológico ao longo do tempo, mesmo antes de as ideias evolucionistas serem geralmente aceites. O progresso biológico podia ter ocorrido por saltos bruscos (e.g., após sucessivas catástrofes), e substituições dos seres de uma dada época por seres posteriores “superiores” (entenda-se mais perfeitos, melhores, ou seja, mais semelhantes aos humanos), mas praticamente ninguém duvidava de que ocorrera. Os processos que tinham levado a esse progresso não eram especificados, embora a ideia subjacente era que de algum modo se deviam à intervenção mais ou menos directa de Deus.&lt;br /&gt;Lyell acabou por renunciar a esta parte da sua teoria uniformitarista. Em 1866 admitiu que a Terra havia de facto mudado ao longo do tempo – e que essa mudança havia, obviamente, sido progressista. Ou seja, logo que Lyell aceitou a ideia de direccionalidade, aceitou concomitantemente a ideia de progresso, como se as duas noções fossem inseparáveis. É sintomático que a “conversão” de Lyell ao progresso não foi devida à sua “conversão” às ideias evolucionistas do seu amigo Darwin (na realidade, Lyell nunca aceitou plenamente o mecanismo evolutivo proposto por Darwin, ou seja, a selecção natural), mas sim à sua admissão de que havia direccionalidade na história da Terra (e portanto já não podemos esperar que o iguanodonte ou o ictiossauro regressem...). A partir dessa admissão, o progresso biológico era automático e Lyell não o questionou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei do desenvolvimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1844 surgiu em Inglaterra um livro de divulgação intitulado Vestiges of the Natural History of Creation (“Vestígios da História Natural da Criação”), delineando uma teoria evolutiva eminentemente progressista, segundo a qual leis de “desenvolvimento” (não especificadas mas semelhantes às leis que governam o desenvolvimento embrionário dos seres vivos mais complexos) estariam subjacentes à evolução dirigida (por Deus) dos seres vivos, com um objectivo final, o de produzir o homem. O último capítulo do livro é precisamente intitulado “Objectivo e condição geral da criação animada”. Nele o autor garante que “o sistema presente é apenas parte de um todo, uma etapa numa Grande Progressão, e a Compensação está garantida”. Segundo o livro, “o mundo inorgânico tem uma lei final abrangente, a GRAVITAÇÃO. O mundo orgânico, a outra grande secção de coisas terrenas, apoia-se de modo semelhante numa única lei, e esta é – DESENVOLVIMENTO”. Não fica claro se o autor dos Vestiges se considerava o Newton da biologia... O autor era na realidade um editor escocês bem-sucedido, Robert Chambers (1802–1883), que publicou Vestiges anonimamente, porque não queria arriscar a sua reputação (Vestiges só foi oficialmente assumido como sendo de Chambers na 12.ª edição, póstuma, em 1884). O livro foi atacado pela comunidade científica, em grande parte com razão porque continha inúmeras incorrecções factuais (chegando a sugerir que seres tão complexos como insectos eram produzidos por geração espontânea), embora muitas das críticas se devessem mais à sua ideia de evolução do que aos erros factuais. No entanto, essas críticas ajudaram à enorme popularidade do livro, o qual vendeu mais exemplares do que A Origem das Espécies. Mais uma vez vemos como ideias de mudança ao longo do tempo estavam indissoluvelmente associadas à ideia de progresso: i.e., essas mudanças só podiam ser concebidas como sendo no sentido de uma melhoria (entenda-se: no sentido da produção de seres cada vez mais semelhantes a nós), e o estado final (nós) estava predeterminado desde o início (tal como no caso do desenvolvimento do embrião).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A filosofia do progresso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Spencer foi o maior apologista da inevitabilidade do progresso. No seu tempo, foi considerado como um filósofo de primeira grandeza, e mais importante como pensador do que Darwin, embora tivesse sido subsequentemente esquecido a ponto de nem sequer ser referido por Bertrand Russell na sua História da Filosofia Ocidental. O próprio Darwin chamou-lhe “o maior filósofo vivo” numa carta, mas noutras cartas a outros correspondentes afirmou que Spencer o deixava sempre confuso e na sua Autobiografia (privada e escrita para os filhos) escreveu que as generalizações de Spencer, embora valiosas do ponto de vista filosófico, não lhe pareciam de qualquer utilidade científica. Thomas Henry Huxley, o grande defensor de Darwin, era amigo pessoal de Spencer, mas céptico relativamente às suas teorias ambiciosas, e disse uma vez que, para Spencer, a ideia de uma verdadeira tragédia era a de uma linda dedução destruída por um pequeno facto.&lt;br /&gt;Spencer foi um defensor precoce da evolução, tendo sido influenciado pelo livro Principles of Geology de Lyell, por Lamarck (tal como Lyell o descrevera) e outros, incluindo Malthus, e provavelmente pelos Vestiges. A sua primeira publicação sobre evolução foi em 1852: The Development Hypothesis (“A Hipótese do Desenvolvimento”). Como muitos contemporâneos, Spencer usou a palavra evolução para designar quer o desenvolvimento embrionário quer as transformações evolutivas propriamente ditas. Segundo ele, a competição pelos recursos obrigaria à utilização crescente das faculdades mentais e levaria ao seu aumento durante a vida de um indivíduo. Ora isso estaria associado a uma diminuição da fertilidade, visto que a energia vital é limitada e se mais energia for investida no cérebro sobra menos para os órgãos genitais e para a fertilidade. O aumento das faculdades intelectuais durante a vida seria herdável e daria portanto origem a uma sucessão de formas cada vez mais inteligentes, culminando (obviamente) no homem inglês vitoriano. Neste, sempre de acordo com Spencer, ter-se-ia chegado perto de um equilíbrio populacional estável, porque a fertilidade teria diminuído relativamente não só aos animais como a populações humanas menos “evoluídas” e mais férteis, por exemplo os irlandeses (a grande fome da Irlanda ocorreu em 1848). Note-se que Spencer, solteiro, sem filhos e muito inteligente, seria um bom exemplo de “perfeição evolutiva”.&lt;br /&gt;Em 1855, Spencer publicou uma nova obra, Principles of Psychology (“Princípios de Psicologia”), a qual, de acordo com a sua “modesta” opinião, seria colocada a par da obra de Newton, e em 1859 publicou um artigo intitulado “Progress: its law and cause” (“Progresso: a sua lei e causa”). Segundo Spencer, tudo (incluindo a física) estaria abrangido por uma vasta lei global de progresso e de desenvolvimento. Esta lei (tão abrangente como a da gravidade) consistiria numa mudança do “homogéneo” para o “heterogéneo”. Esta mudança iria desde a condensação da nebulosa homogénea inicial que originou o sistema planetário heterogéneo actual até ao aparecimento do homem. Entre os seres vivos, a progressão parecia óbvia a Spencer: os peixes seriam mais “homogéneos” do que os répteis (e.g., têm um corpo mais simples, não têm membros), que por sua vez seriam mais “homogéneos” do que as aves e os mamíferos.&lt;br /&gt;Após ter proposto esta lei universal, Spencer passou o resto da sua vida a preencher os detalhes. Não mostrou muito apreço pela teoria evolutiva de Darwin, considerou a selecção natural como um mecanismo absolutamente menor e defendeu energicamente as ideias de hereditariedade das características adquiridas, as quais considerava necessárias e suficientes para o processo evolutivo.&lt;br /&gt;Convém sublinhar que as ideias de Spencer só começaram a ter repercussão após a publicação de A Origem das Espécies de Darwin em 1859 – antes disso ele não convencera ninguém relativamente à ocorrência da evolução. Relativamente ao progresso, pelo menos no seu aspecto pré-evolutivo, não era necessário convencer as pessoas, dado que a existência de progresso, com os ingleses do sexo masculino no cume, era considerada evidente por quase todos. Após a publicação de A Origem das Espécies, como veremos, a ideia de progresso biológico, com os seres humanos no cume, foi praticamente imediata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.R. – Os subtítulos deste texto são adaptações das divisões originais do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUPER 152 - Dezembro 2010&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4993579271145554529?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4993579271145554529/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4993579271145554529' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4993579271145554529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4993579271145554529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2011/02/evolucao-culminou-no-homem.html' title='&lt;em&gt;A Evolução Culminou no Homem?&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-wvV2cGk8BN0/TVqsw1-SLII/AAAAAAAAAYk/rG7cwdiJG4k/s72-c/si152-7879.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-1710023968604105809</id><published>2011-02-15T16:34:00.001Z</published><updated>2011-02-15T16:36:25.739Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas e Reportagens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Grandes Cientistas...'/><title type='text'>Cavalheiros cientistas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GE3Vv_7hznI/TVqrblw61CI/AAAAAAAAAYc/h60YC59Y_Qo/s1600/cavalhaeiros.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573955979306521634" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 136px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-GE3Vv_7hznI/TVqrblw61CI/AAAAAAAAAYc/h60YC59Y_Qo/s200/cavalhaeiros.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando (quase) ainda não havia profissionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricos e filantropos, investigavam por puro prazer. Sem eles, o progresso teria sido muito diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda metade do século XIX, um jovem escocês, Robert Kidston (1852–1924), herdou uma boa quantia, o que lhe permitiu viver sem dificuldades e pagar os seus estudos de paleontologia e posterior investigação sobre a flora arcaica. Após a sua morte, a colecção de 7500 plantas e 400 desenhos que deixara foi doada à British Geological Survey (BGS), instituição dedicada ao estudo da Terra. Ali permaneceu, semi-esquecida, até que alguém se apercebeu, recentemente, que esses fósseis de 360 milhões de anos, em excelente estado de preservação, constituíam uma valiosa ferramenta para analisar as alterações climáticas e as florestas paleozóicas.&lt;br /&gt;A importância do legado de Kidston é equiparável à de outros gentlemen scientists, cavalheiros abastados que se dedicaram à investigação simplesmente como hobby. A verdade é que muitos cientistas dos séculos XVII, XVIII e XIX, aos quais devemos grandes descobertas em diversos campos, puderam consagrar a vida ao estudo por descenderem de famílias nobres ou terem casado com mulheres ricas, numa época ou que não havia apoios económicos dos governos para esse fim. Quase todos pertenciam à aristocracia britânica e faziam parte, como o próprio Kidston, da Royal Society, uma associação formada em Londres, em 1660, por um grupo de homens irrequietos que se reuniam para debater filosofia, anatomia, matemática e ciência em geral.&lt;br /&gt;Entre os fundadores, havia personalidades como William Brouncker ou Sir Christopher Wren, filho do diácono dos reis de Inglaterra e o arquitecto responsável pela reconstrução da Catedral de São Paulo, em Londres. Integrava também o aristocrata irlandês Robert Boyle (1627–1691), herdeiro do conde de Cork e precursor da química moderna (é conhecido pela lei de Boyle-Mariotte, sobre o volume dos gases). Aos 15 anos, decidira viajar pelo mundo; quando regressou, já com 17 anos, descobriu que tinha herdado a propriedade de Stalbridge e várias quintas na Irlanda, uma autêntica fortuna que consagrou à investigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas épocas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os séculos XVIII e XIX foram muito distintos. No primeiro, os grandes estados europeus, guiados pelas noções do despotismo esclarecido, criaram as academias de ciências para acolher a elite da investigação; fundaram observatórios de astronomia, escolas militares, jardins botânicos, hospitais e colégios de cirurgiões e financiaram expedições científicas. O século XIX, em contrapartida, foi o tempo das revoluções burguesas e do desenvolvimento da universidade moderna, que combina ensino e investigação, como explica o historiador E. Ausejo: “O perfil maioritário deixa de ser o do rico excêntrico para se transformar no do burguês abastado com acesso a uma educação superior e, através disso, a uma profissão científica com inegáveis vantagens para a ascensão social das classes médias.”&lt;br /&gt;Esta evolução não obsta a que muitos cientistas proviessem de famílias nobres ou de grandes tradições, como a de Henry Cavendish (1731–1810). O físico e químico inglês, que descobriu o hidrogénio e estudou, pela primeira vez, a massa da Terra e a força gravitacional, descendia dos duques de Kent e dos duques de Devonshire, linhagens que remontam ao tempo dos normandos. Alguns dos gentlemen scientists constituíam uma nova versão dos sábios do Renascimento, cujo raio de acção abarcava numerosas matérias. Foi o caso de Goldsworthy Gurney (1793–1875), cirurgião, químico, arquitecto, construtor e inventor responsável pelo desenvolvimento dos primeiros veículos a vapor, precursores dos actuais automóveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viajar e pensar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece óbvio que a condição financeira deve ter ajudado muito esses investigadores aristocráticos e, embora E. Ausejo duvide de que o estereótipo de cientista milionário fosse generalizado (afirma que se trata de “casos pitorescos mas não tão frequentes; a ciência não foi uma obra de senhorios ociosos”), o facto é que a sua fortuna permitiu a alguns, como Alexander von Humboldt (1769–1859), dedicar a vida à exploração e ao estudo. Graças à avultada herança recebida da mãe, este cavalheiro prussiano pôde viajar, primeiro, até à Grã-Bretanha, para se formar, e, depois, partir à descoberta de outros continentes. Humboldt foi geógrafo e naturalista, além de especialista em etnografia, astronomia, vulcanologia, física e outras matérias.&lt;br /&gt;Foi, também, um testamento que mudou a vida do geólogo e vulcanólogo escocês James Hutton (1726–1797), responsável por formular o princípio uniformista, segundo o qual os processos naturais que agiram no passado são os mesmos que operam no presente. Hutton era médico mas trocou a profissão pela agricultura quando herdou uma grande propriedade paterna. Como os trabalhos na quinta iam de vento em popa, mudou-se para Edimburgo para se dedicar a tempo inteiro ao estudo da superficie terrestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O laboratório em casa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro gentleman scientist foi Charles Darwin (1809–1882). Membro da Royal Society, nunca teve problemas económicos. Pelo contrário, provinha de uma família de médicos com um modo de vida folgado e a abastança cresceu ainda mais quando casou com a prima, Emma Wedgwood, herdeira de uma grande fortuna graças ao negócio de olaria dos pais. Isso permitiu a Darwin trabalhar toda a vida em casa e consagrar-se à investigação e à publicação das suas obras.&lt;br /&gt;O autor de A Origem das Espécies partilhava muitas características com o primo, Sir Francis Galton (1822–1911), homem de múltiplos interesses que se dedicou à geografia, à meteorologia e à estatística, além de explorar os trópicos, fundar a psicologia diferencial e inventar a identificação através das impressões digitais. Galton pertencia a uma família que fez dinheiro com a banca, o aço, as armas e um ou outro casamento com mulheres ricas. Por outro lado, herdou também do passado as inquietações científicas do avô, Samuel &amp;shy;John, que publicou vários livros e foi membro da Lunar Society, um clube de filósofos e intelectuais que se autodenominavam “lunáticos” e se reuniam em noites de Lua Cheia. Entre eles, encontravam-se James Watt, o matemático e engenheiro escocês que foi o artífice da máquina de vapor, e Erasmus Darwin, avô de Charles e pioneiro do evolucionismo.&lt;br /&gt;A botânica foi uma das disciplinas que mais atraíram os investigadores do século XIX, como o londrino Joseph Banks (1743–1820). Rico de nascença, acompanhou Cook na sua primeira grande viagem, entre 1768 e 1771, e introduziu na Europa muitas árvores e plantas desconhecidas até à data, como o eucalipto e a acácia.&lt;br /&gt;O estudo do reino vegetal desenvolveu-se igualmente em Portugal durante o Século das Luzes, quando a ciência estava nas mãos de uma minoria culta, formada por nobres, diplomatas, homens da Igreja... Durante esse perío&amp;shy;do fértil do século XVIII, o conde da Ericeira promoveria as Conferências Discretas e Eruditas, de onde saíram sócios para criar a Academia da Ciência (1720); o rei D. José adere ao movimento do despotismo esclarecido e apoia o marquês de Pombal na instituição do Colégio dos Nobres e na criação de gabinetes, laboratórios e museus. Já no século XIX, é criado o Jardim Botânico da Universidade de Lisboa, por iniciativa do conde de Ficalho e de Andrade Corvo, considerado um “moderno e útil complemento para o ensino e investigação botânicos na Escola Politécnica, símbolo dos novos rumos de progresso social e científico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eclosão vegetal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora Francisco Manuel de Mello Breyner, o conde de Ficalho, se tivesse destacado como botânico e se enquadre no perfil de gentleman scientist, outros nomes conhecidos da botânica portuguesa talvez tivessem nomes menos sonantes ou não pudessem dispor de tantos recursos, mas a sua obra foi igualmente importante, como é o caso, entre outros, de Avelar Brotero (1744–1828), professor de botânica e agricultura na Universidade de Coimbra e autor de obras como Flora Lusitânica, na qual identificava cerca de 1800 espécies, muitas delas desconhecidas até então. Em sua honra, foi fundada a Sociedade Broteriana, agremiação científica que viria a exercer grande importância no desenvolvimento da botânica portuguesa através do seu Boletim.&lt;br /&gt;Outro indiscutível cavalheiro da ciência foi o abade Correia da Serra (1750–1823), que se dedicou sobretudo à investigação nas áreas da botânica e da geologia e fundou, juntamente com o duque de Lafões, a Academia de Ciências de Lisboa. De grande prestígio intelectual, conviveu com os maiores cientistas da sua época e publicou trabalhos nas mais conceituadas revistas, tendo mesmo sido descrito pelo presidente Thomas Jefferson, dos Estados Unidos, como “o homem mais erudito que jamais conheci”. Com o prestígio e os conhecimentos que possuía no exterior, este presbítero secular e fidalgo da Casa Real ajudou o país a desenvolver a investigação e a mentalidade científicas, num esforço para Portugal não ficar completamente para trás em termos europeus.&lt;br /&gt;Claro que, apesar disso, tudo era feito de modo muito mais modesto do que, por exemplo, no Reino Unido. Os meios eram incomparavelmente menores e reinava a precariedade. A “descolagem” científica apenas se verificaria mais de um século depois. Seja como for, muitos investigadores europeus dos séculos XVIII e XIX eram amadores que se dedicavam à ciên&amp;shy;cia por diversão, embora ganhassem a vida noutras profissões. O próprio Darwin era um jovem cientista amador quando embarcou no HMS Beagle; o primeiro microscópio composto foi inventado por Zacharias Janssen, um mercador holandês e cientista amador, e há muitos outros exemplos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colecções e museus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal (como noutros países), há diversos exemplos de grandes coleccionadores cujas obras de arte e objectos reunidos ao longo da existência deram origem à criação de museus baptizados com os seus nomes: é o caso do Museu Calouste Gulbenkian ou, mais recentemente, do Museu Berardo, ambos si&amp;shy;tuados em Lisboa. Tanto um como outro podem ser considerados mecenas das artes.&lt;br /&gt;Os belgas Paul Otlet (1868–1944) e Henri La Fontaine (1854–1943), filhos de famílias da alta burguesia, foram também grandes coleccionadores. Juntos, criaram a classificação decimal universal, método bibliográfico para ordenar e catalogar as obras nas bibliotecas, além do Mundaneum, um espaço que reuniria todo o saber em pequenas fichas interligadas. Otlet foi um visionário que antecipou a internet: “A mesa de trabalho deixará de estar cheia de livros. Em vez disso, terá um ecrã e um telefone. Um edifício imenso servirá para armazenar todos os livros e toda a informação e, através de uma chamada, será possível pedir qualquer página para se poder ver no ecrã”, escreveu. O belga imaginou “uma máquina para o trabalho intelectual, suporte de uma enciclopédia completa e colectiva que possa reflectir o pensamento humano e a materialização gráfica de todas as ciências e as artes; todos os pensadores de todas as épocas estariam a colaborar na sua criação; esse novo meio vai permitir formar um Livro Universal”. Uma obra assim acolheria o trabalho de todos os cavalheiros da ciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Altruístas do século XXI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente, não há muitos cientistas a trabalhar exclusivamente por amor à ciência, mas ainda resta um ou outro. De acordo com Millán Muñoz, director do Centro de Estudos Ambientais do Mediterrâneo (CEAM), um deles é Robert Schemenauer, um meteorologista canadiano que, após trabalhar durante anos para o Governo do seu país, decidiu retirar-se para uma casa nas montanhas. Ali, desenvolveu um sistema de recolha de água do nevoeiro e neblinas com uma rede de polipropileno (semelhante ao nylon), capaz de captar e armazenar a humidade. Depois, fundou a FogQuest (http://www.fogquest.org), organização sem fins lucrativos destinada a promover projectos para abastecer de água comunidades rurais de países em vias de desenvolvimento. Algumas povoações do planalto sul-americano e de vários paí&amp;shy;ses africanos já dispõem de água potável graças a esta técnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUPER 152 - Dezembro 2010&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-1710023968604105809?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/1710023968604105809/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=1710023968604105809' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1710023968604105809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1710023968604105809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2011/02/cavalheiros-cientistas.html' title='&lt;em&gt;Cavalheiros cientistas&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-GE3Vv_7hznI/TVqrblw61CI/AAAAAAAAAYc/h60YC59Y_Qo/s72-c/cavalhaeiros.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-4467760586265839377</id><published>2011-01-04T15:01:00.002Z</published><updated>2011-01-04T15:05:25.996Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Nosso Planeta...'/><title type='text'>ESA divulga nova versão do seu mapa-mundo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TSM2zODu67I/AAAAAAAAAYQ/e5u5HZkaGeA/s1600/mapa-da-esa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558346618680306610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 195px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TSM2zODu67I/AAAAAAAAAYQ/e5u5HZkaGeA/s400/mapa-da-esa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Já está disponível no portal do projeto GlobCover a última versão do mapa da superfície terrestre.&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.esa.int/esaCP/index.html"&gt;Agência Espacial Europeia&lt;/a&gt; disponibilizou recentemente uma nova versão do mapa da superfície terrestre que poderá ser descarregado por qualquer internauta no portal do projeto &lt;a href="http://ionia1.esrin.esa.int/"&gt;GlobCover&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;Desenvolvido em parceria com a Universidade católica de Lovaina (Bélgica) este mapa-mundo foi criado a partir de informação recolhida durante o ano passado pelo satélite &lt;a href="http://envisat.esa.int/earth/www/area/index.cfm?fareaid=6"&gt;Envisat&lt;/a&gt; , em órbita desde 2002.&lt;br /&gt;Para além de apoiar a comunidade científica no estudo das alterações climáticas, pretende aumentar a capacidade da comunidade internacional na resolução de catástrofes naturais ou crises humanitárias, disponibilizando informação que de alguma forma ajude a prever situações de emergência.&lt;br /&gt;A última versão deste documento, publicada em 2005, foi descarregada por cerca de 8000 internautas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://aeiou.expresso.pt/esa-divulga-nova-versao-do-seu-mapa-mundo=f623316&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4467760586265839377?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4467760586265839377/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4467760586265839377' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4467760586265839377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4467760586265839377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2011/01/esa-divulga-nova-versao-do-seu-mapa.html' title='&lt;em&gt;ESA divulga nova versão do seu mapa-mundo&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TSM2zODu67I/AAAAAAAAAYQ/e5u5HZkaGeA/s72-c/mapa-da-esa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-4984971333930709683</id><published>2011-01-04T14:56:00.001Z</published><updated>2011-01-04T14:58:53.969Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Nosso Planeta...'/><title type='text'>Números...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TSM1hIKvrAI/AAAAAAAAAYI/m6oq4NH6-V0/s1600/amazonia_queimada_gado.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558345208349830146" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TSM1hIKvrAI/AAAAAAAAAYI/m6oq4NH6-V0/s200/amazonia_queimada_gado.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;6451&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;quilómetros quadrados foram desflorestados na Amazónia brasileira entre Agosto de 2009 e Julho de 2010, um número que significa uma redução recorde de 14 por cento em relação aos doze meses anteriores, revelou o Governo brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4984971333930709683?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4984971333930709683/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4984971333930709683' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4984971333930709683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4984971333930709683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2011/01/numeros.html' title='Números...'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TSM1hIKvrAI/AAAAAAAAAYI/m6oq4NH6-V0/s72-c/amazonia_queimada_gado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-6192178965304994903</id><published>2011-01-04T14:53:00.002Z</published><updated>2011-01-04T14:56:01.741Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Nosso Planeta...'/><title type='text'>Pequenas coisas...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TSM04Ie7yFI/AAAAAAAAAYA/UnpLwx-7WA0/s1600/BichosSeuPontoRiscoExpo_e1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558344504059873362" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TSM04Ie7yFI/AAAAAAAAAYA/UnpLwx-7WA0/s200/BichosSeuPontoRiscoExpo_e1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Visite a exposição de ilustração científica "Os bichos por seu ponto e risco"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Visite até 19 de Janeiro de 2011 a exposição de ilustração científica "Os bichos por seu ponto e risco", da autoria da bióloga Milene Matos, na Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro. A entrada é gratuita.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-6192178965304994903?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/6192178965304994903/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=6192178965304994903' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/6192178965304994903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/6192178965304994903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2011/01/pequenas-coisas.html' title='&lt;em&gt;Pequenas coisas...&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TSM04Ie7yFI/AAAAAAAAAYA/UnpLwx-7WA0/s72-c/BichosSeuPontoRiscoExpo_e1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7326041318960251856</id><published>2011-01-04T14:49:00.002Z</published><updated>2011-01-04T14:53:18.746Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biologia'/><title type='text'>Fogo-de-artifício terá causado pânico e morte a milhares de aves no Arkansas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TSM0T1cCcPI/AAAAAAAAAX4/VvuoHBsws_s/s1600/Tordo-sargento.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558343880472162546" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TSM0T1cCcPI/AAAAAAAAAX4/VvuoHBsws_s/s200/Tordo-sargento.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A misteriosa “chuva de aves” na noite da passagem do ano em Beebe, no Arkansas, poderá ser explicada pelo pânico que os animais sentiram durante os fogos-de-artifício, de acordo com os resultados preliminares.&lt;br /&gt;Ainda será preciso realizar mais testes, nomeadamente à presença de substâncias tóxicas, mas o laboratório de Veterinária da Arkansas Livestock and Poultry Commission revelou ontem à noite, numa nota, que “as aves sofreram de um trauma físico intenso que levou a hemorragias internas e à morte”. Foram encontrados vários coágulos, acrescentam as autoridades.&lt;br /&gt;Os animais pareciam saudáveis, os pulmões, cérebro, coração, rins, intestinos e músculos apresentavam-se normais e os estômagos estavam vazios, acrescenta a nota. Não foram detectados sinais de doenças infecciosas ou crónicas.&lt;br /&gt;Na noite da passagem de ano, cerca das 23h30 locais, o Departamento da Polícia da pequena cidade de Beebe recebeu várias queixas relativas a aves mortas - tordos-sargentos ou pássaros-pretos-da-asa-vermelha (Agelaius phoeniceus) - que estavam a cair do céu para cima de telhados e quintais. Inicialmente, as autoridades avançaram ter encontrado mil aves mortas mas o mais recente balanço dá conta de cinco mil animais recolhidos.&lt;br /&gt;"Não é claro o que causou este comportamento pouco habitual nas aves. Não obstante foram registados vários episódios de ruído elevado pouco antes das aves começarem a cair do céu. Os tordos-sargentos têm fraca visão nocturna e normalmente não voam à noite", escreve em comunicado a Comissão para a Caça e Pesca no Arkansas (AGFC, sigla em inglês).&lt;br /&gt;Karen Rowe, ornitóloga da AGFC citada pelo "New York Times", acredita que a teoria que prevalece é a de que as aves ficaram assustadas com os fogos-de-artifício da passagem de ano e levantaram voo dos seus locais de repouso de repente, voando a baixa altitude, o que as fez colidir com chaminés, casas e árvores. "Foi uma combinação de factores, na sequência temporal certa para conduzir a este resultado", comentou.&lt;br /&gt;Além da Arkansas Livestock and Poultry Commission também um laboratório no Wisconsin está a fazer análises às aves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perfil do tordo-sargento (Agelaius phoeniceus)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tordo-sargento é um passeriforme que ocorre na maior parte da América do Norte e em parte da América Central. Reproduz-se do Alasca ao Golfo do México, México e Guatemala, com populações isoladas nas Honduras e Costa Rica.&lt;br /&gt;A ave alimenta-se de sementes e insectos, caçando-os em pleno voo ou em plantas. No Inverno, esta espécie abandona as zonas húmidas e dirige-se aos campos agrícolas para se alimentar.&lt;br /&gt;Tem estatuto de Pouco Preocupante na lista da União Internacional de Conservação da Natureza (UICN). "Apesar de a tendência populacional parecer estar a diminuir, o declínio não será suficientemente rápido para se aproximar da classificação Vulnerável", informa a UICN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helena Geraldes&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1473492&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-7326041318960251856?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/7326041318960251856/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=7326041318960251856' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7326041318960251856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7326041318960251856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2011/01/fogo-de-artificio-tera-causado-panico-e.html' title='&lt;em&gt;Fogo-de-artifício terá causado pânico e morte a milhares de aves no Arkansas&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TSM0T1cCcPI/AAAAAAAAAX4/VvuoHBsws_s/s72-c/Tordo-sargento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-2021206095832900311</id><published>2011-01-04T14:45:00.002Z</published><updated>2011-01-04T14:49:19.202Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Investigações Científicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Experiências'/><title type='text'>Criado rato que canta como um pássaro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Um grupo de investigadores da Universidade de Osaka, no Japão, anunciou ontem, terça-feira, a criação de um rato geneticamente modificado que canta como um pássaro. &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=yLu37VvCozw&amp;amp;feature=player_embedded"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Veja o vídeo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o investigador-chefe, Arikuni Uchimura, o animal nasceu por acidente no âmbito do estudo "Projecto Rato Evoluído" que pretende explicar a evolução da linguagem humana, modificando geneticamente ratos.&lt;br /&gt;"As mutações são a força motriz da evolução. Cruzámos ratos geneticamente modificados por gerações para ver o que acontecia. Verificamos os recém-nascidos um por um... Um dia encontramos o que chilreava como um pássaro", disse o coordenador do estudo à AFP.&lt;br /&gt;Os cientistas acreditam que esta característica deve passar para próximas gerações e começam já a ter provas vivas disso. O estudo revelou que os ratos comuns que crescem em contacto com os ratos-pássaro emitem cada vez menos os habituais grunhidos ultrasónicos, o que os leva a crer que a linguagem pode ser transmitida entre uma população, como uma espécie de dialecto.&lt;br /&gt;"Estamos a estudar como um rato que emite novos sons afecta os do mesmo grupo. Por outras palavras, se tem conotações sociais", disse Uchimura.&lt;br /&gt;Ao que parece, a nova forma de comunicação não é a única mudança estranha no animal. De acordo com o coordenador do estudo, o rato-pássaro nasceu com características físicas de que não seestava à espera.  "Tem extremidades curtas e um rabo mais fino, como o de um cão dacshund", revelou.&lt;br /&gt;O laboratório possui agora mais de 100 ratos com esta característica e os pesquisadores estão ansiosos para a sua ajuda no estudo da evolução da linguagem humana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1740747"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1740747&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-2021206095832900311?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/2021206095832900311/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=2021206095832900311' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/2021206095832900311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/2021206095832900311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2011/01/criado-rato-que-canta-como-um-passaro.html' title='&lt;em&gt;Criado rato que canta como um pássaro&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7206446638935994238</id><published>2010-12-22T11:31:00.003Z</published><updated>2010-12-22T11:36:03.422Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><title type='text'>IOGURTEGATE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TRHiVR65LfI/AAAAAAAAAXs/pXKV9UPArbE/s1600/activia_start_visual.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553468670740082162" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 184px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TRHiVR65LfI/AAAAAAAAAXs/pXKV9UPArbE/s200/activia_start_visual.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Danone acordou &lt;a href="http://www.doublex.com/blog/xxfactor/activia-challenge-fails-miserably"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;color:#660000;"&gt;pagar 21 milhões de dólares&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;no âmbito de acordo com os reguladores norte-americanos, por causa do "activia challenge", &lt;a href="http://dererummundi.blogspot.com/2010/02/15-dias-comer-iogurtes.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;uma charlatanice pseudo-científica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;que consiste em convidar pessoas (jornalistas, de preferência) a comer iogurtes num hotel de luxo durante quinze dias e a olhar para as próprias fezes, para concluir que o activia "regula o trânsito intestinal" ou que cura uma treta qualquer que passa sozinha.&lt;br /&gt;A Danone reconheceu ainda no âmbito do acordo que não há qualquer evidência que os iogurtes com pro-bióticos façam aquilo que eles dizem que fazem. Não sem acrescentar que "milhões de pessoas acreditam firmemente nos benefícios para a saúde dos iogurtes da danone" e que lhes vão continuar a vender iogurtes.&lt;br /&gt;Não sei quantos iogurtes são 21 milhões de dólares, mas dá-me ideia que isto não afecta o trânsito intestinal dos marketeers da Danone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David Marçal&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://dererummundi.blogspot.com/2010/12/iogurtegate.html&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-7206446638935994238?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/7206446638935994238/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=7206446638935994238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7206446638935994238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7206446638935994238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/12/iogurtegate.html' title='&lt;em&gt;IOGURTEGATE&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TRHiVR65LfI/AAAAAAAAAXs/pXKV9UPArbE/s72-c/activia_start_visual.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7493743839513060432</id><published>2010-12-22T11:21:00.002Z</published><updated>2010-12-22T11:24:48.680Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bioética'/><title type='text'>Biologia sintética não traz riscos, diz comissão de bioética dos EUA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TRHfwz8mrRI/AAAAAAAAAXk/p7U70WQfiAE/s1600/craig%2Bventer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553465845195648274" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TRHfwz8mrRI/AAAAAAAAAXk/p7U70WQfiAE/s200/craig%2Bventer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Relatório está a gerar polémica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A área nascente da biologia sintética, em que os cientistas criam novos organismos sintetizando e manipulando ADN, não coloca de momento grandes riscos, que exijam a imposição de nova regulação.&lt;br /&gt;Quem o diz é a Comissão Presidencial para o Estudo de Temas de Bioética dos Estados Unidos, num relatório divulgado esta semana, que está já a gerar polémica — pois há quem não concorde com esta conclusão.&lt;br /&gt;A comissão foi encarregue em Maio de estudar a questão por Barack Obama, após a publicação pela equipa coordenada pelo cientista Craig Venter, na Science, de um artigo em que dava conta de que se tinha começado a multiplicar em laboratório a bactéria que tinham criado, com uma receita de ADN que não existe na natureza.&lt;br /&gt;A auto-regulação, pelo menos por ora, é suficiente, concluiu a comissão. Os peritos consideraram mesmo “imprudente” declarar uma moratória sobre a biologia sintética até se poder determinar se existem de facto riscos. Recomendam é “um sistema contínuo de vigilância prudente que monitorize de forma cuidadosa, identifique e mitigue riscos potenciais e reais” (ver http://www.bioethics.gov/).&lt;br /&gt;Craig Venter louvou as conclusões, considerando-as “sábias e cuidadosas”, em declarações ao New York Times. “Vão garantir que esta área nova possa florescer de uma forma positiva.”&lt;br /&gt;Mas as conclusões, emitidas quinta-feira, estão já sob fogo. Um grupo de 58 organizações — ambientais, religiosas e outros, entre os quais os Amigos da Terra ou o Centro Internacional para a Avaliação da Tecnologia — enviou uma carta de protesto à comissão.&lt;br /&gt;Dizem que o relatório tem falhas graves porque não avaliou de forma adequada os riscos ambientais de os organismos sintéticos poderem entrar em contacto com a natureza (ver http:/www.etcgroup.org/en/node/5244) e insistem numa moratória, até serem melhor compreendidos os riscos que representam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara Barata&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.publico.pt/Ciências/biologia-sintetica-nao-traz-riscos-diz-comissao-de-bioetica-dos-eua_1471496&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-7493743839513060432?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/7493743839513060432/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=7493743839513060432' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7493743839513060432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7493743839513060432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/12/biologia-sintetica-nao-traz-riscos-diz.html' title='&lt;em&gt;Biologia sintética não traz riscos, diz comissão de bioética dos EUA&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TRHfwz8mrRI/AAAAAAAAAXk/p7U70WQfiAE/s72-c/craig%2Bventer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-6815410957989145742</id><published>2010-12-22T11:19:00.002Z</published><updated>2010-12-22T11:21:26.185Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Investigações Científicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Nosso Planeta...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biologia'/><title type='text'>Impactos das espécies invasoras demoram décadas a ser sentidos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TRHfEQzrRgI/AAAAAAAAAXc/cetqiCYjhSw/s1600/ecosfera.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553465079848715778" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TRHfEQzrRgI/AAAAAAAAAXc/cetqiCYjhSw/s200/ecosfera.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os animais e as plantas exóticas só se revelam como espécies invasoras prejudiciais décadas depois de terem sido introduzidos, alerta um estudo europeu. Em Portugal, a erva-das-pampas, planta ornamental originária da América Latina, espalhou-se de Norte a Sul nos últimos 15 anos.&lt;br /&gt;As espécies exóticas invasoras, afastadas dos seus predadores naturais nos locais onde são nativas, são um problema que custa todos os anos à Europa 12 mil milhões de euros. Mas talvez a sua real magnitude só venha a ser conhecida várias décadas depois, alertou este estudo que comparou os efeitos de várias espécies em 28 países europeus para identificar quais poderão vir a ser nocivas.&lt;br /&gt;“As sementes de futuros problemas já foram lançadas”, diz o estudo, publicado ontem na revista norte-americana “Proceedings of the National Academy of Sciences”.&lt;br /&gt;As aves e os insectos são os mais rápidos a instalarem-se nos novos habitats, muito ajudados pela sua mobilidade. Outros demoram muito mais tempo até atingirem populações que causem estragos.&lt;br /&gt;Mas Elisabete Marchante, investigadora do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra lembra que as plantas também têm uma grande capacidade de dispersão. A erva das pampas, espécie que ainda não é oficialmente considerada invasora, é um exemplo. Esta planta com usos ornamentais “tem sementes muito leves que se dispersam muito rapidamente” e hoje pode ser encontrada “do Algarve ao Minho”, contou ao PÚBLICO. Nos últimos dez a 15 anos, a planta – associadas a ecossistemas dunares mas que se encontra em áreas perturbadas como as bermas das auto-estradas - espalhou-se pelo país e, se ainda não faz parte da lista de espécies não indígenas da legislação actual, de 1999, poderá vir a ser integrada, acredita a investigadora. “Já existia em Portugal há muitos anos mas foi nos últimos 15 que aumentou a sua dispersão”. Na revisão da legislação de 1999 (Decreto-lei 565/1999, 21 de Dezembro), que lista 29 espécies de plantas, a erva das pampas poderá ser uma nova entrada.&lt;br /&gt;“Devíamos fazer mais sobre este problema agora”, disse Stefan Dullinger, da Universidade de Viena, Áustria, e um dos autores do estudo que juntou cientistas neozelandeses, checos, alemães, suíços, espanhóis, italianos e franceses. “Caso contrário, as coisas podem piorar muito em relação ao que existia há umas décadas atrás.”&lt;br /&gt;O estudo recomenda que a Europa deveria controlar animais e plantas que ainda não estão a causar danos mas que se sabe que são invasoras em outros habitats.&lt;br /&gt;As alterações climáticas poderão agravar o problema. “Temperaturas mais elevadas poderão ajudar a espalhar as espécies invasoras que agora estão limitadas pelo clima”, lembrou Dullinger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helena Geraldes&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://ecosfera.publico.pt/biodiversidade/Details/impactos-das-especies-invasoras-demoram-decadas-a-ser-sentidos_1471999&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-6815410957989145742?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/6815410957989145742/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=6815410957989145742' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/6815410957989145742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/6815410957989145742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/12/impactos-das-especies-invasoras-demoram.html' title='&lt;em&gt;Impactos das espécies invasoras demoram décadas a ser sentidos&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TRHfEQzrRgI/AAAAAAAAAXc/cetqiCYjhSw/s72-c/ecosfera.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7803351655080447254</id><published>2010-12-22T11:16:00.002Z</published><updated>2010-12-22T11:18:55.242Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biologia'/><title type='text'>Estudo mostra como é possível salvar ursos polares cortando nas emissões de CO2</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TRHeg_fQvhI/AAAAAAAAAXU/mc3rSY1Sc4Q/s1600/urso%2Bpolar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553464473904266770" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TRHeg_fQvhI/AAAAAAAAAXU/mc3rSY1Sc4Q/s200/urso%2Bpolar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Se o gelo que cobre o Árctico desaparecer, por baixo está sobretudo água. E como os ursos polares não conseguem andar sobre a água, percebe-se por que é o aquecimento global, que faz derreter os gelos do Árctico, pode representar o seu fim. Previa-se que em meados do século não sobrevivessem mais do que 7000 destes animais que representam o próprio Árctico. Agora um novo estudo diz que não estão condenados a desaparecer assim — mas só se as emissões de gases com efeito de estufa forem muito reduzidas nos próximos anos.&lt;br /&gt;Não é por acaso que o nome científico dos ursos polares é "Ursus maritimus". Dependem das plataformas de gelo para chegarem às suas presas (focas) e, se o mar não estiver coberto de gelo tempo suficiente, eles não se conseguem alimentar bem e fazer reservas para os meses de Verão. Os efeitos do aquecimento global — sentido com mais intensidade no Pólo Norte, que é uma espécie de ar condicionado do planeta — tem tornado os ursos polares mais pequenos, e feito com que a sua saúde sofra e os seus números se tenham reduzido.&lt;br /&gt;Foi assim que um estudo dos serviços geológicos dos Estados Unidos apontou, em 2007, para que a actual população de 22 mil ursos polares se tivesse reduzido em dois terços em meados do século.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os modelos computadorizados usados para prever isso — simulando como o clima evoluía e, com ele, os ecossistemas do Árctico — apontavam para um ponto de não retorno, o chamado "tipping point": um momento a partir do qual as temperaturas, cada vez mais altas, impedissem que os gelos voltassem a formar-se como antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há "tipping point" se...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vem dizer o novo estudo, que tem honras de capa na edição de quinta-feira da revista científica "Nature", é que não existem esses momentos em que tudo muda — mas só se ocorrer uma redução dramática das emissões de dióxido de carbono (CO2), o principal gás com efeito de estufa. O primeiro autor é Steven Amstrup, um investigador reformado da US Geological Survey, e membro da organização Polar Bears International, no Montana, que fez parte da equipa de 2007.&lt;br /&gt;Os modelos matemáticos que a sua equipa utilizou agora exigem uma redução drástica das emissões, e que ela ocorra em breve, de forma a que a quantidade de CO2 na atmosfera estabilize em 450 partes por milhão até ao final do século. Mas hoje, os níveis são de 388 partes por milhão e espera-se que o CO2 atinja — ou supere — a concentração de 700 partes por milhão na atmosfera até ao fim do século XXI.&lt;br /&gt;É portanto uma aposta num cenário optimista a que propõe a equipa de Amstrup. Mas apresenta também argumentos científicos para demonstrar que há motivos para ter optimismo.&lt;br /&gt;Mostram que mais habitat seria poupado se fossem reduzidas as emissões de gases com efeito de estufa. E nessas condições os ursos polares poderiam persistir “em números muito maiores e em mais áreas” do que era contemplado no estudo de 2007. Concluiu também que não é inevitável haver um ponto de não retorno a partir do qual os gelos deixem de ser suficientemente vastos e sólidos para que os ursos polares possam caçar neles.&lt;br /&gt;A nova análise levou em conta também a recuperação das camadas de gelo após 2007 — o ano em que a cobertura do Árctico atingiu o ponto mais baixo desde 1979, ou seja, desde que se fazem registos por satélite.&lt;br /&gt;O estudo de 2007 levou os EUA a classificar no ano seguinte os ursos polares como uma espécie ameaçada — uma medida reclamada pelos ambientalistas há muitos anos, porque alguns habitats destes animais no Alasca são cobiçados por petrolíferas. No mês passado, foi classificada como “habitat crítico” uma área de 484.734 quilómetros quadrados, 95 por cento dos quais no mar, mas perto da costa, em áreas que podem ter grandes depósitos de petróleo.&lt;br /&gt;E este novo estudo, o que pode fazer? “São provas científicas de que há esperança”, disse Steve Amstrup, numa conferência antes da publicação do estudo. “Se as pessoas pensarem que não há nada a fazer, não farão nada. Mas nós demonstrámos que é possível conservar os ursos polares.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ameaça dos "pizzlies"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as ameaças aos gigantes do Árctico multiplicam-se neste mundo cada vez mais quente. No mesmo número da "Nature" fala-se de outra, a dos "pizzlies": animais que são cruzamentos de ursos polares com ursos pardos ("grizzlies"), que têm o pêlo branco com manchas escuras.&lt;br /&gt;O recuo do território dos animais adaptados ao Árctico — como os ursos polares — favorece o cruzamento com espécies de áreas mais a sul, como o grizzlies. Isto tenderá a levar ao desaparecimento dos animais do Árctico, defende a equipa de Brendan Kelly, da agência para os oceanos e a atmosfera (NOAA). O primeiro "pizzly" foi detectado em 2006 e o mesmo fenómeno de cruzamento está a acontecer com outros animais, como as baleias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara Barata&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://ecosfera.publico.pt/biodiversidade/Details/estudo-mostra-como-e-possivel-salvar-ursos-polares-cortando-nas-emissoes-de-co2_1471166&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-7803351655080447254?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/7803351655080447254/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=7803351655080447254' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7803351655080447254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7803351655080447254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/12/estudo-mostra-como-e-possivel-salvar.html' title='&lt;em&gt;Estudo mostra como é possível salvar ursos polares cortando nas emissões de CO2&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TRHeg_fQvhI/AAAAAAAAAXU/mc3rSY1Sc4Q/s72-c/urso%2Bpolar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-6780912714497654855</id><published>2010-11-03T10:36:00.001Z</published><updated>2010-11-03T10:39:17.773Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Descobertas Científicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas da Natureza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biologia'/><title type='text'>Em dez anos foram descobertas 1220 espécies na Amazónia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TNE7wp2dvtI/AAAAAAAAAXM/VhIdQyTVqhs/s1600/amaz%C3%B3nia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535271124069105362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TNE7wp2dvtI/AAAAAAAAAXM/VhIdQyTVqhs/s320/amaz%C3%B3nia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em dez anos de estudo foram descobertas 1220 espécies na Amazónia. O relatório «Amazónia Viva: Uma década de descobertas: 1999-2009», editado pela World Wildlife Fund (WWF), dá a conhecer os animais e plantas que nunca tinham sido detectadas. Em média, foi encontrada uma espécie em cada três dias.&lt;br /&gt;Francisco Ruiz, coordenador da iniciativa Amazónia Viva, daquela instituição, considera que “em nenhum outro lugar da Terra a teia da vida é tão intrincada e exuberante quanto na Amazónia. A maior bacia hidrográfica do planeta forma um gigantesco sistema vital para a maior e mais diversificada floresta tropical do mundo”.&lt;br /&gt;No total, o relatório inclui 637 plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 16 aves e 39 mamíferos. A chamada formiga de Marte (Martialis heureka), o papagaio-careca (Aurantiocephala pyrilia), um peixe que vive em águas subterrâneas (Phreatobius dracunculus) ou um camaleão sapo (Telmatobius sibiricus) são alguns desses tesouros, a maior parte ameaçados de extinção.&lt;br /&gt;A formiga de Marte tem uma combinação única de características. É um predador sem olhos, que não ultrapassa os três milímetros, pálido e com grandes mandíbulas. Encontrada no Brasil, em 2008, pertence a um género descoberto em 1923 que muito possivelmente descende de espécies com mais de 120 milhões de anos.&lt;br /&gt;O peixe Phreatobius dracunculus foi descoberto por acaso pelos habitantes de Rio Pardo, no Brasil, quando escavavam um poço. Pelas suas tonalidades coloridas, o papagaio-careca, também descoberto no Brasil, é outra das descobertas mais mediáticas.&lt;br /&gt;A floresta amazónica abrange principalmente o Brasil e o Peru. Mas são oito os países que incluem a floresta mais rica em biodiversidade do planeta. Juntam-se àqueles a Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Suriname e Venezuela.&lt;br /&gt;Muitas das espécies quando são descobertas ficam logo classificadas como estando ameaçadas de extinção. Francisco Ruiz explica que “nos últimos 50 anos a humanidade provocou a destruição de, pelo menos, 17 por cento do bioma”.&lt;br /&gt;A maior parte da região permanece “razoavelmente intacta”, diz, mas as ameaças “são consideráveis”. Os problemas, explica o coordenador, são os “modelos de desenvolvimento inadequados, o rápido crescimento económico regional, a demanda crescente por energia e as tendências insustentáveis do agronegócio”. A mudança do clima “também agrava os problemas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=45808&amp;amp;op=all&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-6780912714497654855?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/6780912714497654855/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=6780912714497654855' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/6780912714497654855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/6780912714497654855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/11/em-dez-anos-foram-descobertas-1220.html' title='&lt;em&gt;Em dez anos foram descobertas 1220 espécies na Amazónia&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TNE7wp2dvtI/AAAAAAAAAXM/VhIdQyTVqhs/s72-c/amaz%C3%B3nia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-8490804764587586654</id><published>2010-11-03T10:27:00.001Z</published><updated>2010-11-03T10:29:39.168Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blibliografia'/><title type='text'>História da ciência em Portugal resumida em livro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TNE5ZRc8CCI/AAAAAAAAAXE/YmKslyN4SD0/s1600/hist%C3%B3ria+da+ci%C3%AAncia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535268523359340578" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TNE5ZRc8CCI/AAAAAAAAAXE/YmKslyN4SD0/s200/hist%C3%B3ria+da+ci%C3%AAncia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A história da ciência em Portugal e os “personagens” que constituíram e protagonizaram o seu percurso estão agora "condensados" num livro da autoria de Carlos Fiolhais, professor catedrático no Departamento de Física da Universidade de Coimbra (UC) e director da Biblioteca Geral da UC, e de Décio Martins, professor de física do mesmo departamento.&lt;br /&gt;O lançamento desta obra, que resume a ciência em Portugal desde o tempo dos Descobrimentos até ao fim do Estado Novo, está marcado para dia 3 de Novembro, às 18h00, no Gabinete de Física do Museu da Ciência da UC.&lt;br /&gt;“Breve História da Ciência em Portugal” destaca nomes como Pedro Nunes, Garcia da Orta, Avelar Brotero, Egas Moniz e outros cientistas desconhecidos do público em geral, mas que foram igualmente importantes para o desenvolvimento científico português.&lt;br /&gt;De acordo com os autores, “investigar a história da ciência é a única forma de trazer à luz aspectos da história de Portugal que expliquem melhor quem somos e para onde devemos ir”, sendo que esta obra permite ao leitor “fazer uma viagem no tempo, conhecendo episódios que marcaram a actividade científica nacional”.&lt;br /&gt;Este livro, uma co-edição da Imprensa da UC e da Gradiva, “destina-se a todo o público interessado na história da ciência em Portugal, um tema que ainda não tinha sido divulgado no nosso país de forma resumida e acessível ao público não especializado”, explicam os autores.&lt;br /&gt;Em “Breve História da Ciência em Portugal”, o leitor pode encontrar a história de Cristophorus Clavius, um dos mais notáveis matemáticos e astrónomos do final do século XVI e início do século XVII.&lt;br /&gt;“Cristophorus Clavius foi um jesuíta que estudou em Coimbra e um dos principais autores do Calendário Gregoriano, o calendário utilizado nos países ocidentais. Depois de concluir os seus estudos em Coimbra, foi para Roma, tornando-se amigo de Galileu”, explicam os dois físicos.&lt;br /&gt;A apresentação de Breve História da Ciência em Portugal, com entrada livre, está a cargo de Fernando Catroga, professor catedrático da Faculdade de Letras da UC. Durante a sessão, vai decorrer uma visita guiada às colecções expostas no Gabinete de Física da UC, orientada pelos autores do livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte e imagem: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=45870&amp;amp;op=all&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-8490804764587586654?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/8490804764587586654/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=8490804764587586654' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/8490804764587586654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/8490804764587586654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/11/historia-da-ciencia-em-portugal.html' title='&lt;em&gt;História da ciência em Portugal resumida em livro&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TNE5ZRc8CCI/AAAAAAAAAXE/YmKslyN4SD0/s72-c/hist%C3%B3ria+da+ci%C3%AAncia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-4408910331555441776</id><published>2010-08-05T09:44:00.001+01:00</published><updated>2010-08-05T09:46:36.476+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas da Natureza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A não perder...'/><title type='text'>Catorze flamingos vistos no estuário do Douro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp6YXrUdRI/AAAAAAAAAW0/XxtEcyb7bVc/s1600/flamingos+no+douro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501844453877642514" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 130px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp6YXrUdRI/AAAAAAAAAW0/XxtEcyb7bVc/s200/flamingos+no+douro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Uma população de 14 flamingos pousou na madrugada de domingo na reserva natural do estuário do Rio Douro para se alimentar, possivelmente em busca de “um novo sítio para colonizar”.&lt;br /&gt;“Não havia observações de flamingos no Douro há muito tempo, mas tem-se registado a sua expansão para Norte, depois de há alguns anos terem sido vistos em Aveiro e em Esmoriz”, explicou Nuno Gomes Oliveira, director do Parque Biológico de Gaia, organismo que registou a ocorrência.&lt;br /&gt;Os 14 flamingos avistados no Douro eram maioritariamente jovens, tendo entretanto abandonado o local por ser muito procurado pelos veraneantes durante a época balnear.&lt;br /&gt;Após o nascimento, acrescentou Nuno Gomes Oliveira, os flamingos “procuram novos sítios para colonizar”.&lt;br /&gt;Também pela primeira vez este ano, a população de flamingos do Algarve nidificou, verificando-se assim uma “expansão de população de flamingos em Portugal”. A grande zona de nidificação destas aves é em França, na zona da Provença, com alguns focos no Sul de Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1449783&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4408910331555441776?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4408910331555441776/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4408910331555441776' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4408910331555441776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4408910331555441776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/08/catorze-flamingos-vistos-no-estuario-do.html' title='&lt;em&gt;Catorze flamingos vistos no estuário do Douro&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp6YXrUdRI/AAAAAAAAAW0/XxtEcyb7bVc/s72-c/flamingos+no+douro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-8764799968430495279</id><published>2010-08-05T09:41:00.001+01:00</published><updated>2010-08-05T09:44:08.459+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><title type='text'>Resíduos para reciclagem duplicaram em cinco anos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp5qCvOt4I/AAAAAAAAAWs/I-emQpq4fuk/s1600/reciclagem.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501843657982916482" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp5qCvOt4I/AAAAAAAAAWs/I-emQpq4fuk/s200/reciclagem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Apesar da crise, continuou a aumentar no ano passado a quantidade de resíduos sólidos urbanos produzidos por cada cidadão português. Só o volume com origem na construção civil se retraiu. O recurso à reciclagem cresceu, mas estamos ainda longe da Europa.&lt;br /&gt;Cada português originou, em 2009, cerca de um quilo e 680 gramas de resíduos sólidos urbanos por dia. O cálculo pode ser feito a partir do montante anual indicado pelo Instituto Nacional de Estatística: 511 quilos, um aumento significativo, se for tida em conta a média do período entre 2004 e 2009, estimada em 470 quilos.&lt;br /&gt;Os números agregados pelo INE a partir dos sistemas de registo das entidades gestoras de resíduos mostram que se tem verificado “uma evolução favorável” nas quantidades de resíduos recolhidas selectivamente.&lt;br /&gt;Entre 2004 e 2009 elas duplicaram, crescendo cerca de 15% ao ano, conta que engloba todo o tipo de materiais (pneus, por exemplo) e não só os que têm origem doméstica. Contudo, ainda terão de crescer mais para se atingir a média comunitária. No ano passado, ainda estávamos em 57% da média da UE.&lt;br /&gt;A fileira do vidro é a que tem tido mais sucesso na recolha selectiva ao longo dos anos, mas a este material impuseram-se mais recentemente o papel e o cartão. Eles são agora os mais colocados para reciclagem. Para tanto concorre a participação do comércio e serviços. Fora do âmbito doméstico, também os veículos em fim de vida contribuiram para o aumento da reciclagem.&lt;br /&gt;A soma dos resíduos produzidos por Portugal entre 2004 e 2009 foi de 172 milhões de toneladas, evidenciando um crescimento anual de 3% nesse período. Aquele total inclui desde resíduos de construção às pedreiras e indústria. Quase 20 milhões daquele conjunto foram resíduos perigosos.&lt;br /&gt;O relatório do INE aponta como desafios para o futuro a redução da geração de resíduos e o aumento dos níveis de reciclagem e valorização. E na valorização não inclui propriamente a valorização energética (incineração) mas sim processos como a compostagem. É mesmo referido que a queima de resíduos ainda vai buscar 8% dos resíduos encaminhados para reciclagem.&lt;br /&gt;O documento aponta também a necessidade de “desviar os resíduos valorizáveis dos aterros”, no caso dos compostos orgânicos, para fazer adubos verdes. O fim de vida dos aterros não chegaria, assim, tão depressa.&lt;br /&gt;Para a presidente da Quercus, “estamos muito aquém” de metas desejáveis na reciclagem, tendo nós metas menos exigentes que outros parceiros europeus. Mas o que Susana Fonseca salienta é que “não houve coragem política de pôr em prática medidas como a redução de embalagens”.&lt;br /&gt;A dirigente ambientalista considera que “nunca tivémos uma verdadeira prevenção de resíduos” e que foi perdida a tradição da reutilização, já irrecuperável agora. Por outro lado, afirma, há recursos nos resíduos (como os metais) que Portugal está a desperdiçar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduarda Ferreira&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;In&lt;/em&gt; http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1634081&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-8764799968430495279?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/8764799968430495279/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=8764799968430495279' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/8764799968430495279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/8764799968430495279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/08/residuos-para-reciclagem-duplicaram-em.html' title='&lt;em&gt;Resíduos para reciclagem duplicaram em cinco anos&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp5qCvOt4I/AAAAAAAAAWs/I-emQpq4fuk/s72-c/reciclagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-8205431181507202233</id><published>2010-08-05T09:36:00.002+01:00</published><updated>2010-08-05T09:40:16.671+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Experiências'/><title type='text'>Mediterrâneo é mar mais rico e também o mais ameaçado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp4y8JAygI/AAAAAAAAAWk/IMX5isp_n60/s1600/europa-mediterraneo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501842711319202306" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 187px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp4y8JAygI/AAAAAAAAAWk/IMX5isp_n60/s200/europa-mediterraneo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mediterrâneo é dos mares com maior diversidade marinha, mas está a ser atingido pelo maior ritmo de perda de espécies e a ser invadido por exóticas. O retrato da situação surge no âmbito do Censo da Vida Marinha, feito por 2600 cientistas de 80 países.&lt;br /&gt;Continua anunciada para Outubro próximo a divulgação da versão final do Censo da Vida Marinha, um trabalho iniciado há dez anos com o objectivo de fazer o levantamento e o estudo das espécies e ambientes existentes nos mares e oceanos de todo o mundo. Mas ontem, segunda-feira, na revista de divulgação científica PLoS ONE, foram já adiantadas as principais conclusões sobre o Mediterrâneo. O mar que nos fica próximo está em muito mau estado, avisam os cientistas.&lt;br /&gt;Uma das situações mais evidentes, aos olhos dos investigadores, consiste na vulnerabilidade do Mediterrâneo às espécies invasoras. Eles contaram 637, o que equivale a cerca de 4% do total das mais de 17 mil espécies marinhas.&lt;br /&gt;A maioria das exóticas são provenientes do Mar Vermelho e entraram através do canal do Suez, mas o seu caminho é também feito pela rota de Gibraltar. Apanham "boleia" dos cargueiros, seja no casco, seja na água que os navios transportam como lastro.&lt;br /&gt;O Mediterrâneo é o ecossistema marinho mais ameaçado do mundo, a que se seguem o Golfo do México e o Mar da China, na sua plataforma continental, bem como o Báltico e a zona das Caraíbas.&lt;br /&gt;Dados ainda provisórios indicam que as zonas marinhas com maior diversidade são as águas australianas e as do Japão. Em termos globais, os crustáceos correspondem a um quinto das espécies conhecidas.&lt;br /&gt;As equipas de investigação têm recorrido às técnicas mais avançadas agora disponíveis para observação e recolha de amostras, como os submarinos controlados remotamente.&lt;br /&gt;Os cientistas, que se aventuraram não só pelas águas dos mares tropicais, mas também pelas águas geladas próximas dos pólos, descobriram ajuntamentos curiosos de algumas espécies. Assim, no Pacífico localizaram aquilo a que deram o nome de "café dos tubarões brancos" ou o "recreio dos esturjões", sítios de confluência de inúmeros exemplares daquelas duas espécies. Nas suas explorações, identificaram também um molusco com a aparência de um mamute.&lt;br /&gt;Esta investigação deverá continuar para além de 2010, segundo os coordenadores do Censo da Vida Marinha. Os resultados vão ser de acesso público através de bancos de dados a disponibilizar na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduarda Ferreira&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;In&lt;/em&gt; http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1632592&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-8205431181507202233?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/8205431181507202233/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=8205431181507202233' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/8205431181507202233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/8205431181507202233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/08/mediterraneo-e-mar-mais-rico-e-tambem-o.html' title='&lt;em&gt;Mediterrâneo é mar mais rico e também o mais ameaçado&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp4y8JAygI/AAAAAAAAAWk/IMX5isp_n60/s72-c/europa-mediterraneo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-4780110020933090712</id><published>2010-08-05T09:29:00.002+01:00</published><updated>2010-08-05T09:33:26.620+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Nosso Planeta...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas da Natureza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><title type='text'>O Montado de Sobro e os seus produtos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp3GaLe9wI/AAAAAAAAAWc/PvSzhBMoP-o/s1600/omontadodesobroeosseusprodutos6.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501840846776891138" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 139px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp3GaLe9wI/AAAAAAAAAWc/PvSzhBMoP-o/s200/omontadodesobroeosseusprodutos6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Convidamo-lo a conhecer alguns dos episódios mais curiosos e interessantes da história do nosso Montado de Sobro. Sabe onde é que foram produzidas as primeiras rolhas? E que uso davam os fenícios à cortiça? Leia e surpreenda-se!&lt;br /&gt;O Montado é um sistema extremamente curioso. No nosso País, é cada vez mais conhecida e reconhecida a sua grande importância ecológica, económica e social. A cortiça, seu principal e mais conhecido produto é um recurso natural renovável, cuja exploração sustenta um ecossistema com uma considerável riqueza e diversidade de espécies de fauna e flora.&lt;br /&gt;É interessante tentar perceber a razão pela qual sobreiro Quercus suber quase se restringe à área das bacias miocénicas do Tejo e Sado. Pensa-se que a sua área de distribuição seria mais alargada em tempos antigos. A origem do seu uso está ainda enevoada nos anais da História. Sabe-se que os fenícios utilizavam-na como utensílio de pesca - bóias. Foi também bastante usada pelos romanos que a chamavam de suber. Encontra-se aí a origem da sua denominação científica em latim. No nosso País, são conhecidas medidas de protecção do sobreiro como a proibição e punição de práticas como as queimadas, o varejamento indiscriminado do fruto, da colheita abundante de rama verde para alimentação do gado e os cortes indevidos.&lt;br /&gt;A transformação industrial da cortiça a uma escala já considerável tem início há aproximadamente 100-150 anos. No princípio do século XIX, é na Catalunha, devido à sua relação com a região de Champanhe, que se dão os primeiros passos na produção de rolhas. Um dos seus factores desencadeantes foi o facto de D. Pierre Pérignon, mestre dispenseiro da abadia de Hautvillers, ter adoptado a cortiça como vedante das garrafas desse vinho espumoso substituindo as lascas de madeira forradas a cânhamo e embebidas em azeite. No entanto, sabe-se pelos levantamentos (inventários) das produções espanholas que, em 1875, não existia esta produção em Cáceres.&lt;br /&gt;De uma forma um tanto ou quanto redutora mas realista, pode-se dizer que o sobreiro acabou por desaparecer onde as necessidades humanas de alimento se fizeram sentir antes de se iniciar a sua exploração. Ele manteve-se em zonas onde o valor agrícola aparece posteriormente ao da cortiça e madeira das congéneres arbóreas. Sabe-se, por exemplo, que para cada nau construída, utilizavam-se cerca de 5 ha de sobreiros. É evidente que esta estimativa omite o porte das árvores e a densidade do povoamento onde se encontravam. É, no entanto, interessante conhecer esta utilização adicional e dá nos uma indicação do papel relevante que desempenhou na expansão marítima portuguesa. A azinheira era usualmente preterida a favor do sobreiro por a sua madeira ser de mais difícil manuseamento para os carpinteiros e marceneiros.&lt;br /&gt;A cortiça tem a curiosidade adicional de ter mantido o seu valor ao longo deste século. A intervenção humana como factor produtivo é muito superior ao que a maior parte das pessoas pensam. O montado, contrariando a comum ideia idílica de área natural, é um sistema artificial e antropomórfico, partilhando esta característica com, por exemplo, as vinhas do Douro. Sem esta constante intervenção humana, grande parte dos sobreiros teriam um porte arbustivo e existiriam apenas sobreirais e não montados.&lt;br /&gt;Um momento histórico que, com as suas conhecidas vicissitudes, acabou por ter um efeito positivo no alargamento da área de montado foi a campanha do trigo. Ela foi a responsável pela instalação da maior mancha de sobro portuguesa. À medida que as terras iam sendo arroteadas, os agricultores iam largando e enterrando, em intervalos espaciais mais ou menos regulares, uma bolota. A área de ocupação do sobreiro cresceu desde os 300 000 ha no início deste século até aos cerca de 720 000 hectares que ocupava em 1995. É interessante referir que esta área representa 7.8% da área total de Portugal continental.&lt;br /&gt;Durante a Segunda Guerra Mundial, foi instalado nos Estados Unidos da América (EUA), no estado da Califórnia um povoamento de sobreiros. Estes produzem cortiça de baixa qualidade. Durante este conflito, particularmente na sua fase inicial onde tudo parecia favorável para o lado das forças do eixo, os EUA não sabiam bem que partido Portugal tomaria. Resolveram assim garantir para eles uma reserva de cortiça. Isto pelas vantagens tecnológicas que possui - elevada elasticidade, compressibilidade, imputrescibilidade, capacidade de isolamento, baixa densidade e fraca permeabilidade. Ela é o único produto que pode ser comprimido milhões de vezes e retomar a forma original, característica muito importante e necessária para alguns componentes de alta tecnologia para fins bélicos ou civis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nuno Cruz António&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;In&lt;/em&gt; http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=3&amp;amp;cid=3251&amp;amp;bl=1&amp;amp;viewall=true#Go_1&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4780110020933090712?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4780110020933090712/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4780110020933090712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4780110020933090712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4780110020933090712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/08/o-montado-de-sobro-e-os-seus-produtos.html' title='&lt;em&gt;O Montado de Sobro e os seus produtos&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp3GaLe9wI/AAAAAAAAAWc/PvSzhBMoP-o/s72-c/omontadodesobroeosseusprodutos6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-2559530107351836598</id><published>2010-08-05T09:25:00.001+01:00</published><updated>2010-08-05T09:28:00.790+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas da Natureza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A não perder...'/><title type='text'>Exposição Fotográfica “Terra de Linces” no Castelo de Silves</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp1-ikdKEI/AAAAAAAAAWU/LrL_dIiEKeY/s1600/lince_libro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501839612078532674" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp1-ikdKEI/AAAAAAAAAWU/LrL_dIiEKeY/s200/lince_libro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Entre 2 de Agosto e 19 de Setembro de 2010 estará aberta ao público no Castelo de Silves a exposição fotográfica “Terra de Linces”, com um conjunto de fotografias verdadeiramente espectaculares do fotógrafo Andoni Canela.&lt;br /&gt;A Parceria IBERLINX – EDIA, Águas do Algarve, Junta de Andaluzia, Ayuntamiento de Valência del Mombuey, organiza, com a colaboração do Município de Silves e do ICNB, a Exposição “Terra de Linces”, que estará aberta ao público no Castelo de Silves, entre 2 de Agosto e 19 de Setembro de 2010.&lt;br /&gt;Trata-se de uma fantástica exposição fotográfica, com um conjunto de fotografias verdadeiramente espectaculares de linces-ibéricos Lynx pardinus em liberdade no seu habitat natural, de autoria do fotógrafo Andoni Canela.do fotógrafo Andoni Canela.&lt;br /&gt;Andoni Canela é um fotógrafo profissional de nacionalidade Espanhola especializado em fotografia de Natureza. Vencedor do Prémio Godó de Fotojornalismo em 2009 por uma reportagem sobre o lobo-ibérico, o seu trabalho ilustra mais de 30 reportagens da revista National Geographic, em diferentes edições publicadas em Espanha, Portugal, Itália e França. Possui igualmente trabalhos publicados noutras publicações de prestígio como BBC Wildlife, Geo, Newsweek, La Vanguardia ou The Sunday Times.&lt;br /&gt;O lince-ibérico é o felino mais ameaçado do mundo, tendo sido estimada em 2009 uma população global de 220-225 indivíduos, ocorrendo quase exclusivamente em Espanha, com algumas detecções esporádicas em Portugal. As causas do seu declínio populacional são diversas, mas relacionam-se sobretudo com a diminuição das populações de coelho-bravo, sua presa preferida, e a perda de habitat. Com efeito, a espécie sofreu um declínio acentuado desde meados do século XIX até ao final do século XX, tendo sido ainda estimado em 1988 um efectivo populacional total de 1000-1200 indivíduos, que chegou a menos de 200 indivíduos em 2005. Na sequência da implementação de diversas acções de conservação, aparentemente esta tendência negativa parece estar a inverter-se, tendo-se registado um pequeno crescimento populacional desde então.&lt;br /&gt;Como resposta à precária situação da espécie, estão actualmente a ser implementados em Espanha e Portugal diversos programas de conservação, delineados para a recuperar em ambos os países, envolvendo o trabalho conjunto de equipas dos dois lados da fronteira e de diversas instituições públicas e privadas. A exposição “Terra de Linces” enquadra-se na componente de sensibilização ambiental do projecto IBERLINX, projecto que está a ser executado pela EDIA, Águas do Algarve, Junta de Andaluzia e o Ayuntamiento de Valência del Mombuey, com o apoio institucional do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, e que inclui igualmente diversas acções de conservação no terreno.&lt;br /&gt;Esta exposição foi organizada para que possamos entender melhor o grande desafio de dar ao lince-ibérico um futuro no bravio das vastas regiões de Espanha e Portugal que estão a procurar tornar-se de novo terra de linces. Na exposição, Andoni Canela mostra-nos, de modo íntimo, o lince-ibérico e o seu habitat. A terra de linces é a nossa terra, o local que temos de partilhar com eles. A arte do fotógrafo leva-nos a reflectir sobre o que é necessário fazer para conseguir essa partilha.&lt;br /&gt;Uma parte das fotos da “Terra de Linces” estará exposta no exterior, em grandes telas fotográficas distribuídas pelo (tão aprazível) Castelo de Silves, e outra parte estará disposta em 3 Torres do Castelo.&lt;br /&gt;A inauguração da exposição dar-se-á às 18.30h do dia 2 de Agosto, mantendo-se aberta ao público até ao dia 19 de Setembro de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu horário é o seguinte:&lt;br /&gt;Todos os dias: 9h00 – 18h30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convidamo-lo(a) entusiasticamente a visitar a “Terra de Linces”. As razões para o fazer são múltiplas, sendo a extraordinária beleza e raridade das fotos de linces em liberdade no seu habitat, umas das principais. O portal Naturlink, enquanto canal ambiental do portal Sapo.pt, manterá actualizada toda a informação acerca da exposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&amp;amp;cid=22360&amp;amp;bl=1"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&amp;amp;cid=22360&amp;amp;bl=1&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-2559530107351836598?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/2559530107351836598/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=2559530107351836598' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/2559530107351836598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/2559530107351836598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/08/exposicao-fotografica-terra-de-linces.html' title='&lt;em&gt;Exposição Fotográfica “Terra de Linces” no Castelo de Silves&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TFp1-ikdKEI/AAAAAAAAAWU/LrL_dIiEKeY/s72-c/lince_libro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-2112316379320184137</id><published>2010-07-09T18:26:00.002+01:00</published><updated>2010-07-09T18:32:17.672+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><title type='text'>Investigador português cria torneira que poupa água </title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TDddBW6hbCI/AAAAAAAAAWI/eQBhwfrw7_k/s1600/LogoUA1g.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 74px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491960548513901602" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TDddBW6hbCI/AAAAAAAAAWI/eQBhwfrw7_k/s200/LogoUA1g.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Um investigador da Universidade de Aveiro (UA) criou uma torneira misturadora inovadora que vai permitir reduzir o desperdício de água em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dispositivo, que se encontra patenteado a nível internacional, permite reutilizar a água que é desperdiçada cada vez que abrimos a torneira da água quente e esperamos que ela aqueça.&lt;br /&gt;"Em média, são três litros de água potável que correm diretamente para o esgoto, por cada utilização", estima Vítor Costa, que desde 2007 tem vindo a trabalhar neste projeto.&lt;br /&gt;Com este sistema, segundo o investigador, a torneira só fornece água quando ela já está quente, de acordo com a temperatura desejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Poupança de centenas de litros de água&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A água fria, que se encontra na tubagem, entre a caldeira/esquentador e a torneira, é guardada num reservatório e entra novamente na rede, o que pode representar uma economia de centenas de litros de água no final do mês", adiantou o docente na UA.&lt;br /&gt;O sistema pode também ser usado em instalações antigas sem a necessidade de fazer grandes obras de construção. "Pode usar-se com uma torneira usual, mas é preciso acrescentar um componente hidráulico e um reservatório que vai acumular a água", explicou.&lt;br /&gt;Desenvolvido em conjunto com a Metalúrgica Luso-Italiana, uma empresa portuguesa que concentra a sua actividade no fabrico e comercialização de torneiras, este sistema misturador com função de poupança de água deverá chegar ao mercado ainda este ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produto à venda "muito em breve"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Temos alguns protótipos que funcionam e, neste momento, estamos na fase de fazer as últimas afinações", referiu Vítor Costa, que prevê que o produto possa estar à venda "muito em breve".&lt;br /&gt;De acordo com o investigador, a perspetiva de comercialização e conquista de mercado por um produto deste género é "muito grande".&lt;br /&gt;Vítor Costa diz que o sistema será "mais caro" do que uma torneira convencional, mas não tem dúvidas de que a diferença de preços irá compensar a médio/longo prazo, em termos da poupança da água.&lt;br /&gt;O investigador sublinha ainda que a escolha deste produto pode ser importante para obter uma boa classificação energética dos edifícios, acrescentando que o sistema não usa qualquer fonte adicional de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chuveiros e autoclismos são os maiores responsáveis pelos gastos de água&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com dados da Associação Nacional para a Qualidade nas Instalações Prediais (ANQIP), o desperdício doméstico de água em Portugal atinge anualmente 750 milhões de euros.&lt;br /&gt;O presidente desta instituição, Silva Afonso, estima que se percam anualmente três mil milhões de metros cúbicos de água, metade em meio urbano, em edifícios e redes públicas.&lt;br /&gt;Os chuveiros e autoclismos são os responsáveis pelos gastos domésticos mais significativos de água, entre 70 e 80 por cento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://aeiou.expresso.pt/investigador-portugues-cria-torneira-que-poupa-agua=f592993&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-2112316379320184137?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/2112316379320184137/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=2112316379320184137' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/2112316379320184137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/2112316379320184137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/07/investigador-portugues-cria-torneira.html' title='&lt;strong&gt;Investigador português cria torneira que poupa água &lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TDddBW6hbCI/AAAAAAAAAWI/eQBhwfrw7_k/s72-c/LogoUA1g.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-4702850918819707161</id><published>2010-07-09T18:20:00.002+01:00</published><updated>2010-07-09T18:23:52.947+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos Científicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Descobertas Científicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biologia'/><title type='text'>Sida: anticorpos travam vírus e abrem caminho a vacina</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TDdaxWHR3kI/AAAAAAAAAWA/szUL8Ilb3Rs/s1600/ng1316172.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 95px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491958074397810242" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TDdaxWHR3kI/AAAAAAAAAWA/szUL8Ilb3Rs/s200/ng1316172.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;Mais de 90% das variantes do vírus VIH são bloqueadas em laboratório por moléculas e não infectam células.&lt;br /&gt;Uma equipa internacional, coordenada por investigadores dos National Institute of Health, dos Estados Unidos, descobriu dois anticorpos que conseguem bloquear em laboratório a maior parte das variantes conhecidas do vírus VIH. A descoberta abre uma via nova nas pesquisas para o desenvolvimento de uma vacina contra a sida, garantem os cientistas.&lt;br /&gt;Mais de um quarto de século depois da identificação do VIH, que já fez 30 milhões de vítimas mortais até hoje, a procura de uma vacina contra a doença permanece um objectivo por cumprir, apesar dos enormes esforços da comunidade internacional e dos recursos mobilizados para a investigação nesse sentido.&lt;br /&gt;A descoberta destes dois antigénios (moléculas que desencadeiam mecanismos de defesa por parte do organismo), que foram baptizados como VRCO1 e VRCO2, parecem muito promissores - pelo menos no laboratório.&lt;br /&gt;Os cientistas observaram que eles impedem a infecção das células humanas por mais de 90% das variedades do VIH actualmente em circulação e com uma eficácia que nunca antes tinha sido observada.&lt;br /&gt;Além disso, os investigadores conseguiram também desmontar o processo através do qual os anticorpos conseguem bloquear a acção do vírus.&lt;br /&gt;A equipa norte-americana utilizou uma nova abordagem de trabalho, com uma proteína modificada do VIH, de forma que ela se fixasse em células específicas que produzem anticorpos para neutralizar o vírus.&lt;br /&gt;Foi assim que descobriram os dois novos anticorpos, que são naturalmente produzidos no organismo dos seropositivos, como verificaram.&lt;br /&gt;Os investigadores já começaram a desenvolver compostos de uma potencial vacina que induza o organismo a produzir grandes quantidades de anticorpos daquele tipo. A descoberta é publicada hoje revista Science. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1614043&amp;amp;seccao=Sa%FAde&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4702850918819707161?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4702850918819707161/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4702850918819707161' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4702850918819707161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4702850918819707161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/07/sida-anticorpos-travam-virus-e-abrem.html' title='&lt;strong&gt;Sida: anticorpos travam vírus e abrem caminho a vacina&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TDdaxWHR3kI/AAAAAAAAAWA/szUL8Ilb3Rs/s72-c/ng1316172.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-4415928957918374735</id><published>2010-07-09T18:16:00.002+01:00</published><updated>2010-07-09T18:20:10.542+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><title type='text'>'Rosetta' encontra-se amanhã com asteróide</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TDdaMtE6j6I/AAAAAAAAAV4/LmsLzoMq6g8/s1600/ng1316169.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 96px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491957444906749858" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TDdaMtE6j6I/AAAAAAAAAV4/LmsLzoMq6g8/s200/ng1316169.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Sonda da ESA vai passar junto ao Lutetia, que tem cem quilómetros de diâmetro e é o maior asteróide visitado por uma nave terrestre. Imagens serão divulgadas à noite.&lt;br /&gt;Amanhã é dia D para a sonda Rosetta da agência espacial europeia (ESA). A nave, com todos os seus instrumentos de observação a postos, tem um encontro marcado com o Lutetia, o maior asteróide jamais visitado por um aparelho terrestre. Os cientistas da ESA esperam novidades deste rendez-vous, que foi preparado ao milímetro nas últimas semanas.&lt;br /&gt;No ESOC, o centro de operações espaciais da agência espacial europeia, em Darmstadt, Alemanha, está tudo a postos para aproveitar ao máximo a passagem da Rosetta junto ao Lutetia.&lt;br /&gt;A maior proximidade entre os dois será de 3200 quilómetros e a sonda estará a viajar a uma velocidade de cerca de 54 mil quilómetros por hora, mas a essa distância ela conseguirá englobar todo o imenso asteróide, cujo diâmetro é de mais de cem quilómetros, nas suas objectivas a fim de obter boas imagens.&lt;br /&gt;"É uma ocasião de sonho para observar o corpo primitivo [contemporâneo da formação do sistema solar] que é um asteróide", afirmou a ESA sobre este momento crucial da missão.&lt;br /&gt;O encontro está marcado para a s15.45 GMT de amanhã e ao longo de duas horas os instrumentos da Rosetta e do Philae - o pequeno aparelho que ela transporta e que vai aterrar no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, em 2014 - estarão quase todos apontados para o Lutetia.&lt;br /&gt;A ideia é recolher o máximo possível de dados e de imagens daquele grande asteróide, sobre o qual pouco ou nada se sabe neste momento.&lt;br /&gt;Não se sabe sequer, por exemplo, como é a sua superfície. No entanto, se tudo correr como os especialistas da missão esperam, a partir de amanhã isso vai mudar.&lt;br /&gt;Após a recolha e análise dos dados que a sonda vai enviar para a Terra, a ESA prevê divulgar as primeiras imagens do Lutetia amanhã ainda, por volta da 21.00.&lt;br /&gt;O Lutetia é um dos milhares de corpos que povoam a cintura de asteróides, situada entre os planetas Marte e Júpiter, a mais de 450 milhões de quilómetros da Terra.&lt;br /&gt;A enorme distância a que este encontro vai acontecer implica que os primeiros sinais levarão meia hora a viajar até à Terra. Meia hora que será certamente um período de nervos em Darmstadt.&lt;br /&gt;Para se perceber a dificuldade da missão e o nível de precisão exigido para que tudo corra bem, os especialistas da ESA usam uma comparação. Para a sonda, que viaja à velocidade de 54 mil quilómetros por hora, fazer fotografias do Lutetia "é como enviar um carro teleguiado a cem quilómetros por hora, numa auto- -estrada, para fotografar um objecto a seis metros de distância, tendo fixado a hora exacta do disparo da máquina um mês antes".&lt;br /&gt;No encontro de amanhã, a Rosetta fará imagens, medições do campo magnético e dos efeitos gravitacionais do asteróide e os cientistas ficarão a conhecer a sua massa, forma e composição. Depois, a sonda seguirá o seu caminho, para se encontrar com o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko em 2014 e não fará mais observações até lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FILOMENA NAVES&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;in&lt;/em&gt; http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1614066&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4415928957918374735?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4415928957918374735/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4415928957918374735' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4415928957918374735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4415928957918374735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/07/rosetta-encontra-se-amanha-com.html' title='&lt;strong&gt;&apos;Rosetta&apos; encontra-se amanhã com asteróide&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TDdaMtE6j6I/AAAAAAAAAV4/LmsLzoMq6g8/s72-c/ng1316169.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-1259728755894698646</id><published>2010-07-01T12:02:00.002+01:00</published><updated>2010-07-01T12:05:41.773+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paleontologia'/><title type='text'>Descoberto o Moby Dick do Miocénico</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCx2bQeEVBI/AAAAAAAAAVw/QXHHL3P-wi8/s1600/baleia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5488892256507417618" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 158px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCx2bQeEVBI/AAAAAAAAAVw/QXHHL3P-wi8/s200/baleia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Se Herman Melville pusesse os olhos no desenho que mostra o &lt;em&gt;Leviathan melvillei&lt;/em&gt; em acção, o cachalote albino que protagoniza Moby Dick poderia ter um concorrente à altura.&lt;br /&gt;Mas da baleia prima dos cachalotes, que seria o predador carnívoro por excelência dos mares do Miocénico, há cerca de 13 milhões de anos na região do Peru, só restam os fósseis encontrados em 2008. Dois anos a estudar os dentes e partes do crânio do cetáceo permitiram descrever uma nova espécie, cuja ecologia seria completamente diferente. O artigo da descoberta é publicado por uma equipa internacional esta semana na revista &lt;em&gt;Nature&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome específico do mamífero gigante foi uma reverência ao autor de Moby Dick. &lt;em&gt;Leviathan&lt;/em&gt; era o nome dado aos grandes monstros marinhos que povoam o imaginário da humanidade desde a antiguidade.&lt;br /&gt;A baleia pertence à família dos cachalotes e tem um tamanho semelhante mas, ao contrário destes, é provável que se alimentasse de outras baleias. Os cachalotes abocanham lulas, outros cefalópodes e peixes e não utilizam os dentes para se alimentar.&lt;br /&gt;Os fósseis do crânio do Leviathan foram encontrados no deserto de Pisco Ica, no Peru, em sedimentos com idade entre os 12 e 13 milhões de anos. A descoberta foi feita por Klaas Post – curador do Museu de História Natural de Roterdão, na Holanda.&lt;br /&gt;As medições dos fósseis indicam que esta baleia tinha entre os 13 e os 18 metros de&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;comprimento. A cabeça do monstro marinho chegava aos três metros. Os dentes, que se encontravam em ambas as mandíbulas, tinham até 12 centímetros de comprimento e 36 cm de largura. Com esta dentição, pensa-se que o Leviathan fosse capaz de caçar e rasgar carne, estando no topo da teia alimentar, como hoje está a orca.&lt;br /&gt;A baleia pré-histórica teria sido predadora de outras baleias mais pequenas, com cerca de oito metros de comprimento. Os vários esqueletos de uma espécie mais pequena de baleia de barbas descoberta na mesma região reforçam esta teoria.&lt;br /&gt;O cachalote, o maior representante de hoje da família do&lt;em&gt; Leviathan&lt;/em&gt; prefere alimentar-se de lulas gigantes e outros cefalópodes que vivem a grandes profundidades. O cetáceo, com uma média de 16 metros, tem dentes cilíndricos na mandíbula inferior e na mandíbula superior tem dentes pouco desenvolvidos.&lt;br /&gt;Hoje, é a orca quem faz o papel de maior predador cetáceo dos oceanos. O mamífero da família dos golfinhos tem cerca de nove metros e alimenta-se de outros animais, como leões-marinhos, pinguins e até cachalotes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte:http://www.publico.pt/Ciências/descoberto-o-moby-dick-do-miocenico_1444643&lt;br /&gt;Imagem: &lt;em&gt;Nature&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-1259728755894698646?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/1259728755894698646/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=1259728755894698646' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1259728755894698646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1259728755894698646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/07/descoberto-o-moby-dick-do-miocenico.html' title='&lt;em&gt;Descoberto o Moby Dick do Miocénico&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCx2bQeEVBI/AAAAAAAAAVw/QXHHL3P-wi8/s72-c/baleia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-5523219636767988284</id><published>2010-06-29T11:51:00.001+01:00</published><updated>2010-06-29T11:52:38.763+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas da Natureza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biologia'/><title type='text'>Identificada em Odemira uma espécie de rã ameaçada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Três alunos da Escola Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves identificaram, na região de Odemira, a rã-de-focinho-pontiagudo, da família Discoglossidae, considerada protegida e que se encontra ameaçada por destruição do seu habitat. Os três alunos identificaram ainda novas espécies de anfíbios e répteis.&lt;br /&gt;Esta descoberta valeu-lhes o terceiro lugar no Concurso Nacional para Jovens Cientistas e Investigadores e a possibilidade de participação na Semana Internacional de Investigação, na Suíça, que decorre desde anteontem e até 3 de Julho. Francisco Silva, João Pedro Pereira e Rúben Gonçalinho garantiram a presença na Semana Internacional de Investigação, que junta na Suíça, mais de 20 jovens cientistas, entre os 17 e os 20 anos, de diferentes nacionalidades, durante uma semana.&lt;br /&gt;Os jovens explicam que a ideia surgiu quando se depararam, pela primeira vez, com o atlas editado em 2008 pelo Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade. Perceberam então que algumas espécies que estavam habituados a ver na zona de Odemira "não se encontravam registadas nas respectivas quadrículas".&lt;br /&gt;Orientados pela professora Paula Canha, "calçaram as botas de borracha e os impermeáveis" e, durante alguns meses, percorreram charcos, munidos de recipientes para a identificação das larvas de anfíbios, réguas, lanternas e máquina fotográfica. De entre as espécies com maior número de novos registos, destacam-se o tritão-de-ventre-laranja (Lissotriton boscai), com cinco novos registos, a rã-de-focinho-pontiagudo (Discoglossus galganoi), com dois, a cobra-cega (Blanus cinereus), com quatro, a cobra-de-ferradura (Hemorrhois hippocrepis), com quatro, e a cobra-de-capuz (Macroprotodon brevis), com dois.&lt;br /&gt;A presença dos "jovens investigadores" na Suíça conta com o apoio da Fundação da Juventude, entidade que vai promover a Final Europeia para Jovens Cientistas que decorrerá em Lisboa, no próximo mês de Setembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Dias&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;In&lt;/em&gt; http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1444333&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-5523219636767988284?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/5523219636767988284/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=5523219636767988284' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5523219636767988284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5523219636767988284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/06/identificada-em-odemira-uma-especie-de.html' title='&lt;em&gt;Identificada em Odemira uma espécie de rã ameaçada&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-6418789095783320106</id><published>2010-06-29T11:49:00.002+01:00</published><updated>2010-06-29T11:51:21.851+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Nosso Planeta...'/><title type='text'>Nove associações ambientalistas boicotam fundo da EDP para projectos na área da biodiversidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCnQEjKTnoI/AAAAAAAAAVo/CmV8wH8AbDo/s1600/barragens.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5488146397504183938" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCnQEjKTnoI/AAAAAAAAAVo/CmV8wH8AbDo/s200/barragens.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nove organizações não-governamentais (ONG) de ambiente irão boicotar, pelo segundo ano consecutivo, um fundo da EDP para projectos na área da biodiversidade, em protesto contra a forma como a empresa tem promovido a construção de grandes barragens.&lt;br /&gt;Desde o ano passado que várias ONG de ambiente vêm criticando uma campanha publicitária lançada pela EDP, na qual as barragens aparecem associadas à protecção da natureza e à preservação da biodiversidade.&lt;br /&gt;As nove organizações - Associação Cívica Pró-Tâmega, Associação de Defesa da Praia da Madalena, Associação Amigos do Vale do Rio Tua, CEAI, Coagret, FAPAS, GAIA, GEOTA e Quercus - acusam a EDP de ser "um dos principais promotores da destruição dos rios e da biodiversidade em Portugal" e de assumir uma "postura hipócrita" com a sua campanha.&lt;br /&gt;Por isso, nenhuma dessas organizações irá concorrer ao Fundo EDP Biodiversidade, lançado em 2008 e que distribui 500 mil euros por ano a projectos nessa área.&lt;br /&gt;A EDP tem cinco projectos de novas barragens em curso (Baixo Sabor, Foz Tua, Fridão, Alvito e Ribeiradio). Os ambientalistas argumentam que o uso eficiente da energia permite poupar a mesma electricidade que será produzida pelos novos empreendimentos.&lt;br /&gt;Contactada pelo PÚBLICO, a EDP declarou, numa comunicação enviada por e-mail, que o seu fundo para a biodiversidade "está disponível para as instituições que livremente se queiram associar a uma missão que é de todos e que ganha uma importância acrescida tratando-se do ano internacional para a biodiversidade". A EDP não respondeu a questões concretas do PÚBLICO acerca das críticas dos ambientalistas e do boicote em si.&lt;br /&gt;O Fundo EDP para a Biodiversidade tem um total de 2,5 milhões de euros, para serem aplicados até 2011 no conhecimento científico e na conservação da biodiversidade. Em 2008 e 2009, três projectos em cada ano foram seleccionados, entre mais de uma centena de candidatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Garcia&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;In&lt;/em&gt; http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1444318&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-6418789095783320106?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/6418789095783320106/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=6418789095783320106' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/6418789095783320106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/6418789095783320106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/06/nove-associacoes-ambientalistas.html' title='&lt;em&gt;Nove associações ambientalistas boicotam fundo da EDP para projectos na área da biodiversidade&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCnQEjKTnoI/AAAAAAAAAVo/CmV8wH8AbDo/s72-c/barragens.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-6570471188523384782</id><published>2010-06-29T11:43:00.002+01:00</published><updated>2010-06-29T11:45:51.959+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maravilhas da Natureza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biologia'/><title type='text'>Botânicos redescobrem planta que se pensava extinta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCnOwlOvMXI/AAAAAAAAAVg/rdGIAV_se_4/s1600/feto.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5488144954950627698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 133px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCnOwlOvMXI/AAAAAAAAAVg/rdGIAV_se_4/s200/feto.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os botânicos perderam-no de vista em 1950 e deram-no como extinto mas hoje, os Jardins Botânicos de Kew anunciaram que o feto &lt;em&gt;Anogramma ascensionis&lt;/em&gt; foi encontrado na ilha de Ascensão, no Atlântico.&lt;br /&gt;O pequeno feto foi encontrado, por acaso, pelos botânicos Phil Lambdon e Stedson Stroud – do Departamento de Conservação da ilha - que faziam um inventário de rotina às espécies de plantas da ilha de Ascensão. Quando decidiram descer uma encosta da montanha Verde, o vulcão da ilha, aperceberam-se de um minúsculo feto agarrado a uma rocha. Depressa reconheceram nele o &lt;em&gt;Anogramma ascensionis&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Apenas foram encontradas quatro plantas, “numa precária existência” devido à falta de água. Mas, a julgar pelos testemunhos do botânico Sir Joseph Hooker, que lá esteve em 1876, a espécie era relativamente comum na ilha. O feto foi visto pela última vez em 1958 e em 2003 foi declarado extinto. Os Jardins Kew, que ajudaram na missão, acreditam que tal se deve à competição de outras espécies de fetos mais resistentes.&lt;br /&gt;Mas a descoberta foi apenas o início de um desafio conservacionista que, nos últimos meses, tem tentado recuperar uma população frágil.&lt;br /&gt;Os fetos estão agora a crescer numa estufa na ilha de Ascensão e nos Jardins Kew, em Londres, a partir dos esporos produzidos por duas das plantas. Das quatro plantas iniciais existem já 60. “Vamos fazer tudo o que nos for possível para manter estes fetos vivos”, comentou Stedson.&lt;br /&gt;“Até agora, o cultivo desta planta frágil está a correr conforme o previsto, provavelmente até melhor do que qualquer pessoa tenha pensado”, comentou Matti Niissalo, responsável pelo Departamento de Conservação de Ascensão.&lt;br /&gt;Actualmente apenas se conhecem dez espécies de plantas endémicas em Ascensão, ilha vulcânica. As cabras introduzidas pelos exploradores portugueses por volta de 1500 alimentaram-se da vegetação da ilha, antes de as espécies serem descobertas para a ciência. Não restou muito depois da introdução de coelhos, ovelhas, ratos, burros e mais de 200 espécies de plantas invasoras.&lt;br /&gt;“Esperamos que este feto seja devolvido aos seus habitats na montanha, onde terá ajudado a estabilizar aquelas encostas”, segundo os Jardins Kew.&lt;br /&gt;No entanto, alertam os botânicos, “todos os endemismos de Ascensão continuam perigosamente à beira da extinção”.&lt;br /&gt;“Numa altura de perda de biodiversidade sem precedentes, esta descoberta excitante dá-nos esperança de que as espécies possam resistir”, comentou Stephen Hopper, director dos Jardins londrinos.&lt;br /&gt;O trabalho foi conduzido pelo Projecto de Conservação de Plantas Endémicas da Ilha Ascensão, financiado pelo OTEP (Overseas Territories Environment Programme).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://aeiou.expresso.pt/ciencia?mid1=ex.menus/255&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-6570471188523384782?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/6570471188523384782/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=6570471188523384782' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/6570471188523384782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/6570471188523384782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/06/botanicos-redescobrem-planta-que-se.html' title='&lt;em&gt;Botânicos redescobrem planta que se pensava extinta&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCnOwlOvMXI/AAAAAAAAAVg/rdGIAV_se_4/s72-c/feto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-4859130887333278902</id><published>2010-06-24T12:10:00.002+01:00</published><updated>2010-06-24T12:11:22.206+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas e Reportagens'/><title type='text'>Entomologia forense</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1580049"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486296088055679250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 157px; CURSOR: hand; HEIGHT: 147px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM9OXUsiRI/AAAAAAAAAVY/fYII4EFgO9Y/s200/entomologia+forense.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Clique na imagem e ouça e entrevista&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4859130887333278902?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4859130887333278902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4859130887333278902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4859130887333278902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4859130887333278902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/06/entomologia-forense.html' title='&lt;em&gt;Entomologia forense&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM9OXUsiRI/AAAAAAAAAVY/fYII4EFgO9Y/s72-c/entomologia+forense.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-712943404176670773</id><published>2010-06-24T12:06:00.002+01:00</published><updated>2010-06-24T12:08:46.627+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas e Reportagens'/><title type='text'>O Microscópio</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1569937"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486295324467118514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM8h6u_wbI/AAAAAAAAAVQ/9VU5YwQ97Sk/s320/microscopio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sem o microscópio a ciência não existiria. É da história deste invento que o jornalista Rui Tukayana fala nesta edição de Mundo Novo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Clique na imagem e ouça a reportagem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-712943404176670773?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/712943404176670773/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=712943404176670773' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/712943404176670773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/712943404176670773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/06/o-microscopio.html' title='&lt;em&gt;O Microscópio&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM8h6u_wbI/AAAAAAAAAVQ/9VU5YwQ97Sk/s72-c/microscopio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7165305338576766560</id><published>2010-06-24T12:03:00.002+01:00</published><updated>2010-06-24T12:05:47.922+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas e Reportagens'/><title type='text'>Penicilina</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1580602"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486294651366290770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 255px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM76vPQNVI/AAAAAAAAAVI/ifBmhbsW4Ss/s320/Penicilina.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Clique na foto e ouça a reportagem!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-7165305338576766560?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/7165305338576766560/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=7165305338576766560' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7165305338576766560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7165305338576766560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/06/penicilina.html' title='&lt;em&gt;Penicilina&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM76vPQNVI/AAAAAAAAAVI/ifBmhbsW4Ss/s72-c/Penicilina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-3577057293427041961</id><published>2010-06-24T12:00:00.002+01:00</published><updated>2010-06-24T12:06:36.376+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas e Reportagens'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A não perder...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Experiências'/><title type='text'>Pólen combate crime</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ficamos a conhecer uma técnica de investigação que poderia estar nos ecrãs da série CSI... um projecto para a utilização do pólen nas investigações criminais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1595670"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Clique aqui e ouça a reportagem!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-3577057293427041961?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/3577057293427041961/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=3577057293427041961' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/3577057293427041961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/3577057293427041961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/06/polen-combate-crime.html' title='&lt;em&gt;Pólen combate crime&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-5548149641462315181</id><published>2010-06-24T11:54:00.001+01:00</published><updated>2010-06-24T11:56:13.780+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geologia'/><title type='text'>Sismo raro sacode Canadá e nordeste dos Estados Unidos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM5sHv7dlI/AAAAAAAAAU4/89GSHUE-ctg/s1600/sismo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486292201224500818" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 143px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM5sHv7dlI/AAAAAAAAAU4/89GSHUE-ctg/s200/sismo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um tremor de terra com magnitude estimada em 5.0 graus Richter foi esta quarta-feira sentido nas cidades canadianas de Otava, Toronto e Montreal, bem como nos estados norte-americanos de Nova Iorque, Pensilvânia e Ohio, entre outros.&lt;br /&gt;O abalo não fez vítimas e provocou danos ligeiros apenas na zona de Otava, a capital do Canadá, a 50 quilómetros do epicentro. O sismo provocou algum pânico em Montreal e em Toronto, a maior metrópole do país, que se prepara para receber a cimeira do G20, esta semana.&lt;br /&gt;O tremor, o mais forte em décadas naquela área, foi também sentido ao longo do nordeste dos Estados Unidos, no triângulo entre Detroit, Boston e Washington.&lt;br /&gt;O evento é particularmente raro naquela parte da América do Norte, que ao contrário da costa do Pacífico está afastada das principais zonas de actividade sísmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=176704&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-5548149641462315181?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/5548149641462315181/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=5548149641462315181' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5548149641462315181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5548149641462315181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/06/sismo-raro-sacode-canada-e-nordeste-dos.html' title='&lt;em&gt;Sismo raro sacode Canadá e nordeste dos Estados Unidos&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM5sHv7dlI/AAAAAAAAAU4/89GSHUE-ctg/s72-c/sismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-5206591965958024138</id><published>2010-06-24T11:49:00.002+01:00</published><updated>2010-06-24T11:51:16.071+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Nosso Planeta...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Grandes Cientistas...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Experiências'/><title type='text'>Investigadora portuguesa recebe prémio internacional por trabalhos na Antárctida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM4jnouLaI/AAAAAAAAAUw/0geVacvsmg0/s1600/ant%C3%A1rctica.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486290955653754274" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 137px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM4jnouLaI/AAAAAAAAAUw/0geVacvsmg0/s200/ant%C3%A1rctica.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A investigadora Vanessa Batista, do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa, foi premiada na maior conferência internacional sobre ciência polar, que decorreu no início do mês em Oslo, pelo seu trabalho sobre o permafrost, o solo permanentemente gelado, na Antárctida.&lt;br /&gt;Vanessa Batista recebeu a distinção “Outstanding Presentation for Early Career Scientists”, na categoria “Mudanças passadas, presentes e futures nas regiões polares”, informou o Comité Polar Português. A investigadora foi um dos 12 jovens cientistas seleccionados de um total de 750.&lt;br /&gt;“Este prémio vem reconhecer a importância do trabalho de Vanessa Batista realizado na ilha Deception na Antárctida Marítima, sobre os factores que controlam a camada activa do permafrost, a nível espacial e temporal”, justifica o Comité português.&lt;br /&gt;A investigação de Batista, que contou com o apoio de colegas espanhóis e argentinos, pretendeu compreender as influências da altitude e de outros factores na espessura das camadas de gelo naquela ilha vulcânica. Para isso foram instaladas estações de medição da espessura do permafrost a várias altitudes e as observações decorreram durante os Verões na Antárctida de 2009 e 2010.&lt;br /&gt;O prémio foi atribuído durante a maior conferência polar de sempre (de 8 a 12 de Junho), onde participaram 2300 cientistas de todo o mundo, para apresentar os primeiros resultados do Ano Polar Internacional (2007-2009). Portugal esteve representado por onze investigadores de várias instituições.&lt;br /&gt;Gonçalo Vieira, do Comité Português para o Ano Polar Internacional, explicou ao PÚBLICO que, durante o Ano Polar, “houve áreas em que se avançou bastante”, como o conhecimento da quantidade de carbono armazenado no permafrost do Árctico e o estudo do mar gelado no Antárctico e no Árctico e nas suas reacções em cenários de aquecimento global. Além disso, “pela primeira vez, houve uma interacção muito forte entre as ciências sociais e as outras ciências, bem como com os povos do Árctico. Este esforço ajudou a conhecer muito melhor os problemas destes povos e também aspectos relacionados com mudanças ambientais difíceis de quantificar”, considerou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oceano austral e permafrost entre as maiores contribuições portuguesas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ano Polar Internacional ajudou a promover a investigação portuguesa nestas regiões. Desde a aprovação do Programa Polar Português, em Dezembro de 2007, dezenas de cientistas têm contribuído para aumentar o conhecimento polar. Entre as áreas com maiores contribuições portuguesas estão o estudo do ecossistema do Oceano Austral e o estudo do permafrost antárctico, referiu.&lt;br /&gt;Acima de tudo, Gonçalo Vieira considera que o Ano Polar Internacional “fez com que a comunidade se unisse. Dinamizaram-se muitíssimas colaborações internacionais nos dois pólos” e “ofereceram-se bolsas para formação de jovens investigadores”, ajudando a atrair investigadores para as regiões polares.&lt;br /&gt;Agora, no final da iniciativa, o investigador considera importante não perder o “momentum” e conseguir “potenciar o investimento, em especial aquele que foi feito ao nível das redes de monitorização e de recursos humanos”. “Em Portugal, por exemplo, conseguimos criar massa crítica e ampliar muito o interesse pela ciência polar; agora é necessário, de forma sustentada, estruturar um programa polar sólido que permita manter as equipas que se enquadraram muito bem em grupos multinacionais, e que são competitivas, a trabalhar de forma continuada”. Neste âmbito está a ser criada uma plataforma inovadora de partilha de dados polares, a Polar Information Commons, para arquivar e partilhar dados de investigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helena Geraldes&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;In&lt;/em&gt; http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1441980&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-5206591965958024138?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/5206591965958024138/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=5206591965958024138' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5206591965958024138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5206591965958024138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/06/investigadora-portuguesa-recebe-premio.html' title='&lt;em&gt;Investigadora portuguesa recebe prémio internacional por trabalhos na Antárctida&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM4jnouLaI/AAAAAAAAAUw/0geVacvsmg0/s72-c/ant%C3%A1rctica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-4141080518183937160</id><published>2010-06-24T11:46:00.002+01:00</published><updated>2010-06-24T11:48:05.375+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos Científicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Nosso Planeta...'/><title type='text'>Reino Unido enfrentará crise alimentar se não ajudar as abelhas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM3zdebomI/AAAAAAAAAUo/PGx9xMELGDs/s1600/abelhas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486290128292520546" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 139px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM3zdebomI/AAAAAAAAAUo/PGx9xMELGDs/s200/abelhas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O Governo britânico lançou hoje um projecto, orçado em 10 milhões de libras (11,9 milhões de euros), para descobrir como travar o desaparecimento de abelhas e outros insectos polinizadores no país. Dentro de uma geração, poderá ter em mãos uma crise alimentar, alertam os cientistas.&lt;br /&gt;As abelhas estão a desaparecer do Reino Unido a um ritmo mais elevado do que em qualquer outro país europeu. Segundo o jornal “Daily Telegraph”, mais de metade das colmeias morreu nos últimos 20 anos.&lt;br /&gt;Estes animais, bem como outros insectos, polinizam e fertilizam as plantas das quais tiramos alimentos, como maçãs e abóboras, e são o garante da qualidade de frutos e legumes. Por exemplo, o “The Guardian” sublinha que o número de sementes de uma abóbora depende do número de espécies de insectos que polinizaram a planta.&lt;br /&gt;Assim, mais do que conservar a biodiversidade, o programa “Insect Pollinator Initiative” – que inclui nove projectos de investigação, a decorrer ao longo de cinco anos - pretende responder a um problema de segurança alimentar, comentou Matt Shardlow, director-executivo da organização Buglife. Este será o maior estudo realizado naquele país sobre as razões do desaparecimento dos insectos.&lt;br /&gt;Tanto mais que se estima que o serviço prestado por estes insectos polinizadores represente um valor de 440 milhões de libras (526 milhões de euros) para a economia britânica. Dito de outra forma, se todos os insectos polinizadores desaparecessem do Reino Unido, as quebras de produtividade agrícola custariam à economia britânica 440 milhões de libras por ano.&lt;br /&gt;Segundo o “Daily Telegraph”, a Universidade de Dundee vai investigar se alguns pesticidas danificam o sistema nervoso das abelhas, impedindo-as de encontrar as melhores fontes de alimento ou afectando a sua capacidade para se alimentarem e regressarem à colmeia.&lt;br /&gt;Já a Universidade de Bristol vai analisar se as abelhas “gostam” mais de ambientes urbanos ou de “monoculturas” de plantações em espaços rurais. A investigadora Jane Memmott vai identificar os locais mais ricos em espécies de insectos polinizadores em Bristol, Reading, Leeds e Edimburgo.&lt;br /&gt;Lorde Henley, ministro do Ambiente, explicou que estes projectos visam perceber as razões do desaparecimento das abelhas e apresentar formas para aumentar as suas populações. “As abelhas, e as borboletas têm um papel essencial para que tenhamos comida na nossa mesa, através da polinização de muitas plantações vitais. Esta iniciativa vai ajudar-nos a identificar por que razão estão os números das abelhas a diminuir e o que nos pode ajudar a tomar as medidas certas”, comentou, citado pelo “Daily Telegraph”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: http://ecosfera.publico.pt/biodiversidade/Details/reino-unido-enfrentara-crise-alimentar-se-nao-ajudar-as-abelhas_1443124&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4141080518183937160?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4141080518183937160/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4141080518183937160' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4141080518183937160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4141080518183937160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/06/reino-unido-enfrentara-crise-alimentar.html' title='&lt;em&gt;Reino Unido enfrentará crise alimentar se não ajudar as abelhas&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/TCM3zdebomI/AAAAAAAAAUo/PGx9xMELGDs/s72-c/abelhas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-1030167828953224086</id><published>2010-06-23T15:15:00.000+01:00</published><updated>2010-06-23T15:16:44.530+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><title type='text'>Direitos dos Animais</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;object height="340" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Sz4LNJ2RP3o&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Sz4LNJ2RP3o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="420" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-1030167828953224086?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/1030167828953224086/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=1030167828953224086' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1030167828953224086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1030167828953224086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/06/direitos-dos-animais.html' title='&lt;em&gt;Direitos dos Animais&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-6798363031962586810</id><published>2010-06-23T15:13:00.000+01:00</published><updated>2010-06-23T15:15:17.131+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos sobre a Natureza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Nosso Planeta...'/><title type='text'>A Poluição</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;object height="340" width="420"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8aFX_FNapSw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8aFX_FNapSw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="420" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-6798363031962586810?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/6798363031962586810/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=6798363031962586810' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/6798363031962586810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/6798363031962586810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/06/poluicao.html' title='&lt;em&gt;A Poluição&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-5110749935125072048</id><published>2010-03-19T09:37:00.004Z</published><updated>2010-03-19T09:43:23.611Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><title type='text'>Caminhe</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/S6NGwQWu_5I/AAAAAAAAAUg/lRKDTsILkug/s1600-h/caminhar2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5450277768886419346" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 180px; CURSOR: hand; HEIGHT: 176px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/S6NGwQWu_5I/AAAAAAAAAUg/lRKDTsILkug/s200/caminhar2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Trinta minutos a caminhar, cinco vezes por semana, é a medida básica para quem deseja saúde. A musculação, desde que bem orientada, é uma grande aliada, porque favorece o equilíbrio da insulina em circulação, o que poupa todo o organismo, Beba bastante água, durma bem, relaxe, e assim terá uma vida melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;In Revista NS, 9 de Janeiro de 2010&lt;br /&gt;Imagem: http://www.emagrecer.tv/blog/wp-content/uploads/2009/03/caminhar2.jpg&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-5110749935125072048?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/5110749935125072048/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=5110749935125072048' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5110749935125072048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5110749935125072048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/03/caminhe.html' title='&lt;strong&gt;Caminhe&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/S6NGwQWu_5I/AAAAAAAAAUg/lRKDTsILkug/s72-c/caminhar2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-8445877806641366312</id><published>2010-03-19T09:30:00.003Z</published><updated>2010-03-19T09:43:57.374Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><title type='text'>Atenção aos rótulos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/S6NFadLptnI/AAAAAAAAAUY/uY3Qb-S14xo/s1600-h/rotulo-07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5450276294860846706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 159px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/S6NFadLptnI/AAAAAAAAAUY/uY3Qb-S14xo/s200/rotulo-07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Cuidado com a ideia de que um alimento light ou diet é mais magro. O produto dietético, por exemplo, tem de estar isento de alguma substância, que pode ser sódio, proteína ou, claro, até glicose. No entanto, se a restrinção é o açúcar, o doce pode acabar mais calórico. As bebidas alcoólicas não são proibidas, mas há que ter muita cautela no consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;In revista NS, 9 de Janeiro de 2010.&lt;br /&gt;Imagem: http://saude.abril.com.br/especiais/diabete/imagens/rotulo-07.jpg&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-8445877806641366312?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/8445877806641366312/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=8445877806641366312' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/8445877806641366312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/8445877806641366312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/03/atencao-aos-rotulos.html' title='&lt;strong&gt;Atenção aos rótulos&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/S6NFadLptnI/AAAAAAAAAUY/uY3Qb-S14xo/s72-c/rotulo-07.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-4619982362519290510</id><published>2010-03-19T09:17:00.003Z</published><updated>2010-03-19T09:26:36.555Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><title type='text'>Longe do Açúcar</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/S6NC37FEXBI/AAAAAAAAAUQ/T3Wratw1nxQ/s1600-h/doces.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5450273502567619602" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 160px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/S6NC37FEXBI/AAAAAAAAAUQ/T3Wratw1nxQ/s200/doces.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;Os especialistas recomendam não passar mais de três horas sem comer, mas isso significa intercalar pequenas porções de alimentos e sempre equilibrados e não entupir-se de comida. Procure os alimentos mais correctos e faça as melhores e mais saudáveis combinações, comendo fibras, menos gorduras e evitando os doces.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;In Revista Ns, 9 de Janeiro de 2010&lt;br /&gt;Imagem: http://images.quebarato.com.br/photos/big/9/4/49C494_1.jpg&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4619982362519290510?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4619982362519290510/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4619982362519290510' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4619982362519290510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4619982362519290510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2010/03/longe-do-acucar.html' title='&lt;strong&gt;Longe do Açúcar&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/S6NC37FEXBI/AAAAAAAAAUQ/T3Wratw1nxQ/s72-c/doces.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7766699369930698352</id><published>2010-03-16T19:35:00.004Z</published><updated>2010-03-16T19:45:30.063Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noticias sobre o Planeta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Nosso Planeta...'/><title type='text'>O mundo pode não estar a aquecer?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/S5_fSAMZmuI/AAAAAAAAAUI/9Fdjbu01s5U/s1600-h/calote%2520polar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449319574524238562" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 151px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/S5_fSAMZmuI/AAAAAAAAAUI/9Fdjbu01s5U/s200/calote%2520polar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;Vários cientistas especializados no estudo do clima afirmam que não é o planeta que está a aquecer, mas são as estações climáticas que estão cada vez mais rodeadas de poluição e construções e que, por isso, assinalam aumentos de temperatura. Os investigadores afirmam que as alterações sentidas actualmente não são uma novidade na história do planeta e ocorrem pelo duas vezes nos últimos mil anos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;In:Revista NS de 20/02/2010, p.12&lt;br /&gt;Foto: http://eb23pfsoares-m.ccems.pt/file.php/1/ecoportal/Recursos_Hidricos/Recursos_Hidricos/images/calote%20polar.jpg&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-7766699369930698352?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/7766699369930698352/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=7766699369930698352' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' 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Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-1635482440442174511</id><published>2009-11-14T22:01:00.000Z</published><updated>2009-11-14T22:02:03.665Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A não perder...'/><title type='text'>Os fósseis</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1rUmvdQkwTA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param 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scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A não perder...'/><title type='text'>Os Telescópios</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-TiK-Ndb9AY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-TiK-Ndb9AY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-1521577350669774267?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' 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href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=647120007400175950' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/647120007400175950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/647120007400175950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/11/porque-astronomia-e-importante.html' title='&lt;strong&gt;Porquê a Astronomia é importante?&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' 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type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-3744693020204537946?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/3744693020204537946/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=3744693020204537946' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/3744693020204537946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/3744693020204537946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/11/big-bang.html' title='Big Bang'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-1372786969335583792</id><published>2009-10-04T21:55:00.002+01:00</published><updated>2009-10-04T21:58:34.806+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Antropologia'/><title type='text'>Ardi: A nova mãe da Humanidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SskMVdeFW1I/AAAAAAAAAUA/qvUvLse_oJc/s1600-h/media-a01c.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388851991953103698" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 145px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SskMVdeFW1I/AAAAAAAAAUA/qvUvLse_oJc/s320/media-a01c.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Afinal, o chimpanzé não é o antepassado remoto do homem. Ambos provêm de outro símio que terá habitado a Terra há seis ou sete milhões de anos.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A história da humanidade voltou a recuar no tempo agora que os cientistas concluíram o estudo de Ardi, um hominídeo que viveu há 4.4 milhões de anos numa região que actualmente faz parte da Etiópia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 1,20m e 50 quilos, esta fêmea vagueou pela floresta milhões de anos antes da famosa Lucy, nome de baptismo do esqueleto de um outro hominídeo descoberto em 1974, tido até agora como o mais remoto antepassado do Homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova luz sobre a evolução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo de Ardi lançou uma nova luz sobre a evolução do Homem, disse o antropólogo C. Owen Lovejoy da Universidade de Kent, EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que se pensava até agora o antepassado mais remoto do homem não será um grande símio semelhante a um chimpanzé. Com efeito, os cientistas garantem agora que o Homem e o chimpanzé terão seguido caminhos paralelos a partir de um antepassado comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ardi não é esse antepassado comum, mas nunca tínhamos chegado tão perto", afirmou Tim White, director do Centro de Investigação da Evolução Humana da Universidade da Califórnia em Berkeley, EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;White acredita que essa criatura a partir da qual Homem e macaco evoluíram, terá vivido há cerca de seis ou sete milhões de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Ardi tem muitos traços que actualmente não se encontram nos actuais macacos africanos, o que permite concluir que estes terão evoluído consideravelmente desde de que partilharam com o Homem o tal antepassado comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das árvores para o solo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo de Ardi, que começou em 1994, ano em que foram descobertos os primeiros ossos, permitiu concluir que viveria na floresta e que poderia subir às árvores usando os membros superiores e inferiores, mas o desenvolvimento dos seus braços e pernas revelou que passariam pouco tempo empoleirados. No solo, eram capazes de caminhar sobre os membros inferiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a designação científica Ardipithecus ramidus, que significa "símio do chão", foi esta descoberta cientificamente documentada em 11 artigos ontem publicados na revista "Science".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para David Pilbeam curador do Museu de Arqueologia e Etnologia de Harvard, "esta é uma das descobertas mais importantes no estudo da evolução da Humanidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte:http://aeiou.expresso.pt/ardi-a-nova-mae-da-humanidade=f539212&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-1372786969335583792?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/1372786969335583792/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=1372786969335583792' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1372786969335583792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1372786969335583792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/10/ardi-nova-mae-da-humanidade.html' title='&lt;strong&gt;Ardi: A nova mãe da Humanidade&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SskMVdeFW1I/AAAAAAAAAUA/qvUvLse_oJc/s72-c/media-a01c.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-8665801160853120301</id><published>2009-10-04T21:33:00.002+01:00</published><updated>2009-10-04T21:41:02.201+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos Científicos'/><title type='text'>Espaço - Saturno</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SskHuSfr16I/AAAAAAAAAT4/AkGCmZYc1AQ/s1600-h/ng1091633.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388846920945620898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 113px; CURSOR: hand; HEIGHT: 85px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SskHuSfr16I/AAAAAAAAAT4/AkGCmZYc1AQ/s320/ng1091633.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A mais longa tempestade do sistema solar está em curso em Saturno &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A violenta tempestade, que começou em meados de Janeiro de 2009 na atmosfera do planeta Saturno e prosseguiu sem interrupção durante oito meses, é a mais longo observada até agora no sistema solar, noticiaram hoje astrónomos.&lt;br /&gt;Esta tempestade é a nona observada pela sonda norte-americana Cassini em órbita à volta de Saturno desde 2004, segundo resultados apresentados durante o congresso europeu de planetologia que decorre esta semana em Potsdam, perto de Berlim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes fenómenos atmosféricos, susceptíveis de se estenderem por uma zona de três mil quilómetros de diâmetro, ocorrem habitualmente numa região baptizada como «a Avenida das tempestades» pelos cientistas, que está situada a 35 graus a Sul do equador de Saturno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As descargas eléctricas causadas pelas tempestades de Saturno desencadeiam a emissão de ondas rádio dez milhares de vezes mais fortes do que as das tempestades terrestres, precisaram astrónomos num comunicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Estas tempestades não são apenas espantosas pela sua potência e longevidade mas as ondas rádio que eles emitem são também úteis para estudar a ionosfera de Saturno», assinala Georg Fischer da Academia das Ciências austríaca que participa nas observações conduzidas por uma equipa de cientistas austríacos, norte-americanos e franceses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os níveis de ionização desta camada da atmosfera, lidos graças ao instrumento RPWS de Cassini (que recolhe dados de ondas de rádio e de plasma), são cerca de cem vezes mais elevados na face diurna do que na face nocturna, o que confirma dados da sonda Voyager captados em 1980 e 1981.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A anterior tempestade de longa duração sobre Saturno ocorrera entre Novembro de 2007 e Julho de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: Lusa / SOL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-8665801160853120301?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/8665801160853120301/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=8665801160853120301' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/8665801160853120301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/8665801160853120301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/10/espaco-saturno.html' title='Espaço - Saturno'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SskHuSfr16I/AAAAAAAAAT4/AkGCmZYc1AQ/s72-c/ng1091633.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-1587629812391544970</id><published>2009-07-22T12:08:00.000+01:00</published><updated>2009-07-22T12:09:40.289+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><title type='text'>Frango A La Carte</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" 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class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-922098974815867258?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/922098974815867258/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=922098974815867258' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/922098974815867258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/922098974815867258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/07/cuidados-ter-com-exposicao-ao-sol.html' title='&lt;strong&gt;Cuidados a ter com a exposição ao Sol&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-2766232851100842139</id><published>2009-07-08T10:10:00.000+01:00</published><updated>2009-07-08T10:11:48.879+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><title type='text'>Incêndios</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1192813"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/sibfv/power-point-incndios-acabado" title="Power Point  Incêndios Acabado"&gt;Power Point  Incêndios Acabado&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=powerpointincndios-acabado-090324171016-phpapp02&amp;rel=0&amp;stripped_title=power-point-incndios-acabado" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=powerpointincndios-acabado-090324171016-phpapp02&amp;rel=0&amp;stripped_title=power-point-incndios-acabado" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;documents&lt;/a&gt; from &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/sibfv"&gt;sibfv&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-2766232851100842139?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/2766232851100842139/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=2766232851100842139' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/2766232851100842139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/2766232851100842139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/07/incendios.html' title='&lt;strong&gt;Incêndios&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-1501155530732122203</id><published>2009-07-08T09:59:00.002+01:00</published><updated>2009-07-08T10:02:59.474+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><title type='text'>Metano do mar contribui para o efeito de estufa</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SlRgtnsZpWI/AAAAAAAAATk/LU69q3T8KoA/s1600-h/ag_metano.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356012193715955042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 211px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SlRgtnsZpWI/AAAAAAAAATk/LU69q3T8KoA/s320/ag_metano.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Estudo alerta para o facto de este gás, que está implicado no aquecimento global, ser subestimado.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contributo do metano oceânico para o efeito de estufa, que está a causar o aquecimento do planeta e as consequentes alterações climáticas, tem sido subestimado. O alerta é de um estudo publicado este mês na revista Nature Geoscience por investigadores da universidade norte-americana de San Diego.&lt;br /&gt;De acordo com a equipa científica, que fez observações em seis pontos distintos do Golfo do México, verdadeiras bolhas de metano são emitidas em zonas de grande profundidade e sobem até chegar à superfície, escapando-se depois para a atmosfera.&lt;br /&gt;Utilizando um robô submarino, os investigadores recolheram amostras a diferentes profundidades, a cada 20 metros, numa coluna de água, para chegar a este resultado.&lt;br /&gt;A partir desses dados, calcularam a velocidade de difusão do metano que assim se escapa para atmosfera.&lt;br /&gt;O metano é um dos principais gases com efeito de estufa, a par do dióxido de carbono &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1299225&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-1501155530732122203?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/1501155530732122203/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=1501155530732122203' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1501155530732122203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1501155530732122203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/07/metano-do-mar-contribui-para-o-efeito.html' title='Metano do mar contribui para o efeito de estufa'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SlRgtnsZpWI/AAAAAAAAATk/LU69q3T8KoA/s72-c/ag_metano.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-424246021969396161</id><published>2009-07-06T10:50:00.002+01:00</published><updated>2009-07-06T10:55:54.014+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cartoons'/><title type='text'>Método científico/Método Criacionista</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SlHI-J8bNzI/AAAAAAAAATc/iAtPjtRSp3A/s1600-h/M%25C3%25A9todos%2BCient%25C3%25ADfico%2Be%2BCriacionista,Trever.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355282402067035954" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 238px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SlHI-J8bNzI/AAAAAAAAATc/iAtPjtRSp3A/s320/M%25C3%25A9todos%2BCient%25C3%25ADfico%2Be%2BCriacionista,Trever.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-424246021969396161?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/424246021969396161/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=424246021969396161' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/424246021969396161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/424246021969396161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/07/metodo-cientifico.html' title='Método científico/Método Criacionista'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SlHI-J8bNzI/AAAAAAAAATc/iAtPjtRSp3A/s72-c/M%25C3%25A9todos%2BCient%25C3%25ADfico%2Be%2BCriacionista,Trever.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7943574146230830242</id><published>2009-07-06T10:07:00.003+01:00</published><updated>2009-07-06T10:13:15.437+01:00</updated><title type='text'>Vegetais são os alimentos com mais antioxidantes</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SlG_y3uVJWI/AAAAAAAAATU/uVpVopOxMdw/s1600-h/amoras.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355272312592868706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SlG_y3uVJWI/AAAAAAAAATU/uVpVopOxMdw/s320/amoras.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Uma dieta rica em vitaminas e enzimas é a melhor fonte de antioxidantes. Amoras e ervilhas são óptimas opções&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"As pessoas estão cada vez mais conscientes e preocupadas em ingerir alimentos como os vegetais, ricos em propriedades antioxidantes." A constatação é da nutricionista Alexandra Bento, que associa este maior cuidado com a saúde "à forte evidência científica na prevenção de doenças e haver cada vez mais divulgação desta informação".&lt;br /&gt;Os antioxidantes são essencialmente vitaminas (A, C e E) e enzimas e estão presentes sobretudo nas frutas e legumes.&lt;br /&gt;"Quanto mais coloridos forem, mais ricos são", garante a médica. "Os fitoquímicos, as substâncias que dão cor aos vegetais, têm muitas propriedades antioxidantes."&lt;br /&gt;Alexandra Bento dá como principal exemplo os frutos vermelhos, como a amora, a framboesa, o morango e os mirtilos. "A sua cor avermelhada escura é representativa dessa acção preventiva."&lt;br /&gt;Outras frutas como a melancia e o tomate e os citrinos, quivi e a manga, ricos em vitaminas C e A, também têm as mesmas propriedades contra o envelhecimento.&lt;br /&gt;"Os frutos secos, por exemplo, riscos em vitamina E, também são óptimos pela sua acção antioxidante. No entanto, um estudo indica que a ingestão deste grupo de vitaminas em doses muito elevadas aumenta o risco, apesar de pequeno, de doenças cardiovasculares", alerta o farmacologista Henrique Luz Rodrigues.&lt;br /&gt;As substâncias antioxidantes também podem ser consumidas no peixe e na carne, fontes de selénio e potássio, no alho, cereais, chás e mariscos.&lt;br /&gt;"Pelo estilo de vida que temos hoje em dia, o stress, o tabaco, deixam o nosso organismo mais sujeito à produção de radicais livres que são nocivos", sublinha Alexandra Bento.&lt;br /&gt;"O nosso organismo tem capacidade de os excluir, mas quando são produzidos em excesso podem tornar-se perigosos. Por isso temos de ter estes alimentos na base da nossa alimentação, para conseguir neutralizar essas moléculas prejudiciais", aconselha a especialista.&lt;br /&gt;"Os portugueses deviam sentir-se uns privilegiados nesta matéria, porque a nossa dieta mediterrânica é óptima para combater os radicais livres e retardar o envelhecimento", constata o professor de farmacologia Luz Rodrigues.&lt;br /&gt;De qualquer forma, basta a ingestão de uma dieta pouco calórica e nutritiva para se conseguir viver mais tempo, dizem os especialistas.&lt;br /&gt;Um estudo da associação britânica Life Extension Foundation (Fundação para o Prolongamento da Vida) sugere ainda que a restrição calórica, mas com qualidade nutricional, aumenta a vida de muitos animais em 30% a 40%. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1295345&amp;amp;seccao=Sa%FAde&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-7943574146230830242?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/7943574146230830242/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=7943574146230830242' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7943574146230830242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7943574146230830242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/07/vegetais-sao-os-alimentos-com-mais.html' title='&lt;strong&gt;Vegetais são os alimentos com mais antioxidantes&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SlG_y3uVJWI/AAAAAAAAATU/uVpVopOxMdw/s72-c/amoras.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-5134589980559398383</id><published>2009-07-06T10:01:00.002+01:00</published><updated>2009-07-06T10:04:48.927+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos Científicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><title type='text'>Estudada planta do deserto que se rega a si própria </title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SlG93-RP1SI/AAAAAAAAATM/wwqEz5NUFxE/s1600-h/ng1164055.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355270201226024226" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SlG93-RP1SI/AAAAAAAAATM/wwqEz5NUFxE/s320/ng1164055.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É um mecanismo de sobrevivência único no mundo. Cientistas israelitas descobriram numa das zonas mais áridas do país uma planta que consegue irrigar-se, acumulando água nas enormes folhas e encaminhando-a para a raiz. O ruibarbo do deserto consegue assim obter 16 vezes mais água do que as outras espécies vizinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas montanhas de Israel há uma planta que se rega a si própria. As folhas do ruibarbo do deserto permitem-lhe recolher 16 vezes mais água do que outras plantas da região. Investigadores da Universidade de Haifa-Oranim estudaram este mecanismo de sobrevivência único no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta cresce nas montanhas do deserto de Negev, no Sul do país, onde a precipitação média anual é muito baixa, rondando os 75 mm. Mas ao contrário de outras espécies das regiões tórridas, que têm folhas pequenas para minimizar a perda de água por evaporação, as folhas do ruibarbo que rodeiam a flor podem atingir um metro de diâmetro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi essa característica que despertou a atenção da equipa de investigadores. Simcha Lev-Yadun, Gidi Ne'eman e Gadi Katzir, que estudavam a região com os seus alunos de Biologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do enorme tamanho, as folhas têm uma estrutura rígida, com veios, e estão cobertas por uma camada de cera. Segundo os cientistas, estas depressões profundas da folha, semelhantes às montanhas onde cresce o ruibarbo do deserto, permitem-lhe acumular a precipitação e criam um sistema de canais que encaminha a água para a terra que rodeia a raiz. As outras plantas do deserto limitam-se a absorver a água que cai no solo. "Trata-se do primeiro caso, no mundo, de uma planta que se irriga a si mesma. Não conhecemos outra que actue da mesma maneira", afirmou o botânico Gidi Ne'eman num comunicado .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A investigação prova como a selecção natural levou à evolução destas enormes folhas, permitindo ao ruibarbo sobreviver à aridez do clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As experiências realizadas ao crescimento da planta neste ambiente desértico mostram como consegue canalizar quase tanta água como as espécies que vivem no Mediterrâneo. Ou seja, até 426 mm de água por ano, 16 vezes mais do que as plantas com folhas mais pequenas que cobrem as montanhas do deserto de Negev.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os cientistas regaram as folhas, puderam observar como a água é canalizada ao longo dos veios até à terra, onde consegue penetrar a terra até dez centímetros de profundidade. Isto quando as experiências mostram que, em regra, a água penetra apenas até um centímetro no solo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1296774&amp;amp;seccao=Biosfera&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-5134589980559398383?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/5134589980559398383/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=5134589980559398383' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5134589980559398383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5134589980559398383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/07/estudada-planta-do-deserto-que-se-rega.html' title='&lt;strong&gt;Estudada planta do deserto que se rega a si própria &lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SlG93-RP1SI/AAAAAAAAATM/wwqEz5NUFxE/s72-c/ng1164055.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-560605168302094431</id><published>2009-06-11T07:46:00.004+01:00</published><updated>2009-06-11T08:04:45.667+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='8º ano'/><title type='text'>A Dinâmica dos Ecossistemas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SjCpPF52fAI/AAAAAAAAARk/0Ftwxd43KWM/s1600-h/ecossiste.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345958834436733954" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SjCpPF52fAI/AAAAAAAAARk/0Ftwxd43KWM/s320/ecossiste.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A Dinâmica dos Ecossistemas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ecologia é a parte da Biologia que estuda os seres vivos no seu relacionamento entre si e com o meio ambiente onde vivem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etimologicamente, o nome vem do grego oikos, ‘casa, ambiente’, e logos, ‘estudo, tratado’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o estudo dos ecossistemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ecossistema é um complexo sistema de relações mútuas, com transferência de matéria e energia, entre o meio abiótico e os seres vivos de determinada região.&lt;br /&gt;Em cada ecossistema há um complexo mecanismo de passagem de matéria e energia do meio abiótico para os seres vivos, com retorno ao primeiro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As plantas (autotróficos) utilizam a energia da luz e compostos inorgânicos para formar compostos orgânicos que encerram, em suas cadeias de carbono, uma certa quantidade daquela energia obtida da luz.&lt;br /&gt;A matéria orgânica passa aos animais (heterotróficos) herbívoros e destes para os carnívoros.&lt;br /&gt;Matéria e energia vão passando dos produtores aos consumidores.&lt;br /&gt;Dejectos e restos de animais e plantas são decompostos por bactérias e fungos, os decompositores, voltando à sua condição de matéria inorgânica.&lt;br /&gt;Todo ecossistema é formado de factores bióticos (organismos vivos) e factores abióticos (elementos físicos e químicos do ambiente: luz, calor, pH, salinidade, variações de pressão da água e do ar, etc.).&lt;br /&gt;São exemplos de ecossistemas: uma floresta, uma campina, uma faixa mais profunda ou mais superficial das águas, um aquário ou até mesmo uma poça de água.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A Cadeia Alimentar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cadeia alimentar é uma série de sucessivas transferências pela qual passa a matéria desde os produtores até os decompositores, tendo como intermediários os consumidores.&lt;br /&gt;Os seres vivos que compõem um ecossistema são denominados de biotas e se organizam em três categorias: produtores, consumidores e decompositores.&lt;br /&gt;Os produtores são representados pelos seres autótrofos como os vegetais e as algas do fitoplâncton. Corresponde ao primeiro nível trófico.&lt;br /&gt;Os consumidores são os organismos heterótrofos. Os herbívoros, sendo os primeiros a consumir a matéria orgânica elaborada pelos produtores, são chamados de consumidores primários; seguidos dos consumidores secundários (nutrem-se de herbívoros), terciários, etc., formando o segundo, terceiro nível trófico.&lt;br /&gt;Os decompositores (bactérias e fungos) decompõem as proteínas e outros compostos orgânicos em uréia, amônia, nitratos, nitritos, nitrogênio livre, etc., devolvendo a matéria inorgânica ao meio abiótico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fluxo de matéria na cadeia alimentar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A matéria se mantém num ciclo interminável, ora passa por uma fase inorgânica, ora atravessa uma fase orgânica.&lt;br /&gt;A energia, entretanto, não segue um caminho cíclico. Ela é unidirecional, pois se dispersa dos seres para o ambiente, sob a forma de calor, não mais sendo recuperável pelos organismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dinâmica energética de um ecossistema&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teia alimentar é o fluxo de matéria e energia que passa, num ecossistema, dos produtores aos consumidores por numerosos caminhos opcionais que se cruzam.&lt;br /&gt;Nos ecossistemas, muitas vezes as cadeias alimentares se superpõem, formando um emaranhado de linhas que indicam os caminhos que podem seguir os fluxos de matéria e energia. Essa superposição é chamada de teia alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As Pirâmides Ecológicas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fluxo de matéria e energia nos ecossistemas pode ser representado por meio de pirâmides, que poderão ser de energia, de biomassa (matéria) ou de números.&lt;br /&gt;Nas pirâmides ecológicas, a base é quase sempre mais larga que o topo.&lt;br /&gt;A quantidade de matéria (biomassa) e de energia transferível de um nível trófico para outro sofre um decréscimo de 1/10 a cada passagem, ou seja, cada organismo transfere apenas um décimo da matéria e da energia que absorveu.&lt;br /&gt;Eventualmente, a pirâmide de números pode se mostrar invertida.&lt;br /&gt;Em uma floresta, o número de insetos é bem maior que o número de árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hábitat e Nicho Ecológico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Hábitat é o tipo de local ou lugar físico normalmente habitado pelos indivíduos de uma espécie.&lt;br /&gt;Nicho Ecológico é o ‘lugar funcional’ ocupado por uma espécie dentro do seu sistema.&lt;br /&gt;Podemos dizer que o tubarão tem hábitat aquático (água salgada) e a onça tem hábitat terrestre.&lt;br /&gt;Dentro da água e sobre a terra, podemos ainda diferenciar inúmeros hábitats.&lt;br /&gt;Um mesmo hábitat comporta diferentes espécies.&lt;br /&gt;O nicho ecológico compreende o que a espécie faz no meio ambiente: como utiliza a energia circulante; o que come, onde, como e em que momento do dia isso ocorre; como procede em relação às outras espécies e ao próprio ambiente; em que horas do dia ou em que estação do ano tem maior atividade; quando e como se reproduz; de que forma serve de alimento para outros seres ou contribui para que naquele local se instalem novas espécies.&lt;br /&gt;É praticamente impossível que duas espécies ocupem o mesmo nicho ecológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;POPULAÇÕES E COMUNIDADES&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A população é um conjunto de indivíduos de uma mesma espécie que convivem numa área comum, mantendo ou não um certo isolamento em relação a grupos de outra região.&lt;br /&gt;Temos como exemplo a população de bactérias da flora intestinal humana ou a de carrapatos que infestam um cão ou o capim de um terreno.&lt;br /&gt;A comunidade biótica representa o conjunto de populações que habitam o mesmo ecossistema, mantendo entre si um relacionamento.&lt;br /&gt;São também chamadas de biocenoses.&lt;br /&gt;Em um jardim temos uma comunidade formada por plantas, insetos, microorganismos, anelídeos, crustáceos, etc.&lt;br /&gt;Normalmente as populações tendem a crescer até alcançar uma dimensão estável.&lt;br /&gt;O aumento exagerado de uma população pode criar condição para um desequilíbrio ecológico, bem como a redução pode indicar que alguma coisa está errada, ameaçando a sua sobrevivência.&lt;br /&gt;O tamanho de uma população é determinado pelas taxas de natalidade, longevidade, mortalidade, emigração e imigração.&lt;br /&gt;Existem na natureza mecanismos intrínsecos e extrínsecos que buscam manter estável o equilíbrio das populações.&lt;br /&gt;Os mecanismos intrínsecos dependem da própria população. A competição intra-específica ocorre quando todos os indivíduos de uma mesma população consomem o mesmo alimento, o crescimento desordenado leva à falta de alimentação, desnutrição, doenças e morte; a população diminui e volta à dimensão ideal. A redução da taxa de reprodução é outro mecanismo intrínseco de controle populacional.&lt;br /&gt;Os mecanismos extrínsecos dependem de fatores externos. Compreendem a competição interespecífica, as restrições de alimento e espaço, os intemperismos, o parasitismo e o predatismo. Isso representa a resistência ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comunidades em Desenvolvimento - Sucessões Ecológicas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As comunidades ou biocenoses estão continuamente sujeitas a modificações em função das alterações do meio ambiente.&lt;br /&gt;Quando surge uma região nova, ainda não habitada, nela vão se instalando, gradativamente, uma sucessão de espécies que estabelecem condições para o desenvolvimento de uma nova comunidade. É o caso de um pasto abandonado ou de uma ilha vulcânica.&lt;br /&gt;A essa sucessiva implantação de espécies chamamos sera ou sucessão ecológica.&lt;br /&gt;Esquema de uma sucessão primária, isto é, uma sucessão que se instala num local nunca antes habitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ECÉSIS ------&gt; SUCESSÃO -----&gt; CLÍMAX&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascente---&gt;algas---&gt;algas, bactérias, protozoários, anelídeos,crustáceos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira etapa de uma sera ou sucessão ecológica recebe o nome de ecésis. Corresponde à chegada dos primeiros organismos vivos (pioneiros) que vão colonizar a região, geralmente as algas cianofíceas, seguidas de liquens.&lt;br /&gt;Após sucessivas transformações e a instalação de organismos diversos, a sucessão atinge seu desenvolvimento máximo compatível com a natureza física do local, ela chegou ao seu clímax.&lt;br /&gt;Quando a sucessão acontece num local novo, desabitado, é chamada de primária.&lt;br /&gt;Quando a sucessão se faz a partir de uma comunidade antiga é considerada uma sucessão secundária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Biomas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São as comunidades-clímax dos ecossistemas de terra firme, as grandes formações faunísticas e florísticas que formam as paisagens.&lt;br /&gt;Campos, florestas, desertos, praias e montanhas representam os padrões gerais dos ambientes onde se desenvolvem os principais biomas.&lt;br /&gt;Entre as florestas podemos destacar a floresta tropical úmida, a floresta temperada, a floresta de mangues e a floresta de coníferas.&lt;br /&gt;A floresta tropical úmida é o bioma mais exuberante da terra com imensa variedade de espécies. A floresta amazônica e a mata atlântica são exemplos.&lt;br /&gt;A floresta temperada decídua é caracterizada por árvores que perdem as folhas periodicamente e são comuns em regiões de verões quentes, úmidos e chuvosos, como nos EUA e na América Central.&lt;br /&gt;A floresta de mangues é um ambiente de transição entre o biociclo marinho e o dulcícola, é importante como fonte de alimento e local de reprodução dos animais marinhos.&lt;br /&gt;As florestas de coníferas (gimnospermas) ocorrem em regiões frias e montanhosas.&lt;br /&gt;Os campos são muitos variáveis. Podemos distinguir a campina, a pradaria, a savana, o pampa, a tundra, a estepe, o cerrado, a taiga, etc.&lt;br /&gt;A caatinga é um meio termo entre o campo e o deserto.&lt;br /&gt;Entre os desertos podemos destacar o Saara, o de Gobi e o do Arizona, todos com aspectos bem diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Microclima&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o termo usado para designar o conjunto de características ambientais ou climáticas de cada um dos diversos estratos de um local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Dispersão das Espécies&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a tendência de propagação para novos ambientes, uma tentativa de conquista de novas áreas e de alargamento dos próprios domínios, mais notável nos animais, ocorre também nos vegetais.&lt;br /&gt;A dispersão pode ocorrer por dois mecanismos: a dispersão passiva e a dispersão ativa.&lt;br /&gt;A dispersão é passiva quando se faz por fatores alheios à espécie. É mais freqüente nos vegetais. Seus grãos de pólen, esporos e sementes são transportados pelo vento, água ou por animais. Entre os animais a dispersão passiva pode ocorrer quando são carregados pelo vento ou por corrente aquáticas até regiões distantes. É comum também que os animais sejam dispersos pelo homem, direta ou indiretamente.&lt;br /&gt;A dispersão ativa depende dos recursos próprios de locomoção da espécie. Nos animais ocorre por nomadismo ou por migração.&lt;br /&gt;A dispersão depende de alguns fatores como:&lt;br /&gt;- o potencial biótico da espécie (capacidade reprodutiva e adaptativa);&lt;br /&gt;- a existência ou não de barreiras geográficas (rios, montanhas, desertos, mares);&lt;br /&gt;- recursos próprios de deslocamento de cada espécie.&lt;br /&gt;&lt;a name="_Toc38680090"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A BIOSFERA E OS BIOCICLOS&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Biosfera é a soma de todas as regiões da terra onde existe vida.&lt;br /&gt;Considerando-se a grande diversidade dos ecossistemas que integram a biosfera, ela pode ser dividida em três grandes biociclos:&lt;br /&gt;- epinociclo ou biociclo terrestre;&lt;br /&gt;- talassociclo ou biociclo das águas salgadas (marinho);&lt;br /&gt;- limnociclo ou biociclo das águas doces ou continentais (dulcícola).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epinociclo&lt;br /&gt;É a divisão da biosfera representada pelo conjunto de todos os ecossistemas de terra firme.&lt;br /&gt;Compreende a província subterrânea e a província superficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talassociclo&lt;br /&gt;Compreende todos os ecossistemas marinhos.&lt;br /&gt;as), etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OS SERES VIVOS E SUAS RELAÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaptações – A Adequação ao Meio&lt;br /&gt;Desde que a vida surgiu sobre a terra, as espécies evoluíram à custa de mutações que tornavam os indivíduos mais adaptados às condições do meio.&lt;br /&gt;Quando uma mutação torna o indivíduo mais adequado ao ambiente ela se constitui uma mutação adaptativa ou simplesmente uma adaptação.&lt;br /&gt;As adaptações são caracteres que ajustam ou adeqüam melhor as espécies às suas condições de vida ou ao seu meio ambiente e que resultam de mutações ocorridas no passado em ancestrais dessas espécies.&lt;br /&gt;Podemos classificar as adaptações em dois tipos fundamentais: morfológicas e fisiológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As adaptações morfológicas consistem em alterações anatômicas ou estruturais da espécie. Podemos citar as nadadeiras das baleias e as asas dos morcegos e aves.&lt;br /&gt;- As adaptações fisiológicas consistem numa adequação funcional do organismo ao tipo de ambiente em que vive. Um peixe de água doce e um de água salgada são anatomicamente semelhantes, porém seus organismos têm comportamento funcional diferente para controlar a diferença entre a pressão osmótica de suas células e a concentração salina da água onde vivem.&lt;br /&gt;Camuflagem e Mimetismo são adaptações morfológicas que oferecem às espécies melhores condições de defesa ou de ataque.&lt;br /&gt;Quando a espécie revela a mesma cor ou possui uma forma que se confunde com coisas do ambiente, está manifestando uma adaptação chamada de camuflagem. É o caso do camaleão, bicho-pau, etc.&lt;br /&gt;Quando os indivíduos de uma espécie se assemelham bastante aos de outra espécie, levando vantagem com essa semelhança, o fenômeno é chamado de mimetismo. Temos como exemplo a falsa-coral, cobra não venenosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Autor: Amara Maria Pedrosa Silva&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://br.geocities.com/clickbio/textos/ecologia.html"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://br.geocities.com/clickbio/textos/ecologia.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-560605168302094431?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/560605168302094431/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=560605168302094431' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/560605168302094431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/560605168302094431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/06/dinamica-dos-ecossistemas.html' title='&lt;strong&gt;A Dinâmica dos Ecossistemas&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SjCpPF52fAI/AAAAAAAAARk/0Ftwxd43KWM/s72-c/ecossiste.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-5461150291265035314</id><published>2009-06-11T07:25:00.003+01:00</published><updated>2009-06-11T07:39:26.147+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos Científicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='9º Ano'/><title type='text'>As Vitaminas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SjCkoCW8xSI/AAAAAAAAARc/nzkhxBLM-Fk/s1600-h/vitaminas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345953765423629602" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 256px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SjCkoCW8xSI/AAAAAAAAARc/nzkhxBLM-Fk/s320/vitaminas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fundamentais para a manutenção dos processos biológicos vitais, as vitaminas só começaram a ser estudadas no início do século XX. Já bem antes, porém, sabia-se ser necessário incluir certos alimentos na dieta, para evitar algumas doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitamina é um composto orgânico biologicamente activo, necessário ao organismo em quantidades muito reduzidas para manter os processos vitais. Como as enzimas, representa um autêntico biocatalizador, que intervém em funções básicas dos seres vivos, como o metabolismo, o equilíbrio mineral do organismo e a conservação de certas estruturas e tecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características gerais: Nos séculos XVIII e XIX, várias observações empíricas demonstraram que existiam nos alimentos algumas substâncias que evitavam doenças como o beribéri e o escorbuto. Até o início do século XX, no entanto, não se comprovara a importância efectiva de tais compostos, a que em 1912 o químico polonês Casimir Funk chamou vitaminas. As vitaminas diferem entre si consideravelmente quanto a estrutura, propriedades químicas e biológicas e actuação no organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carência de vitaminas na dieta produz doenças graves, as avitaminoses, como o raquitismo, a nictalopia (cegueira nocturna), a pelagra, diversas alterações no processo de coagulação do sangue e a esterilidade. Também a ingestão excessiva de vitaminas pode causar perturbações orgânicas, as hipervitaminoses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As necessidades vitamínicas de um indivíduo variam de acordo com factores como idade, clima, actividade que desenvolve e stress a que é submetido. A quantidade de vitaminas presente nos alimentos também não é constante. Varia de acordo com a estação do ano em que a planta foi cultivada, o tipo de solo ou a forma de cozimento do alimento (a maior parte das vitaminas se altera quando submetida ao calor, à luz, ao passar pela água ou quando na presença de certas substâncias conservantes ou saporíferas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vitaminas receberam nomes científicos, mas são vulgarmente conhecidas por letras maiúsculas ou por um termo associado à doença produzida pela carência da vitamina no organismo. A vitamina A ou retinol, por exemplo, é chamada também antixeroftálmica. A classificação geral das vitaminas é feita de acordo com sua solubilidade em água ou gordura. As vitaminas hidrossolúveis são as que compõem o complexo vitamínico B (B1, B2, B6 e B12) e a vitamina C. As lipossolúveis compreendem as vitaminas A, D, E e K.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitaminas hidrossolúveis: As vitaminas solúveis em água são absorvidas pelo intestino e transportadas pelo sistema circulatório até os tecidos em que serão utilizadas. O grau de solubilidade varia de acordo com cada vitamina e influi no caminho que essa substância percorre no organismo. Quando ingeridas em excesso, as vitaminas hidrossolúveis são armazenadas até uma quantidade limitada nos tecidos orgânicos, mas a maior parte é secretada na urina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tiamina ou vitamina B1 é importante no metabolismo de alguns ácidos orgânicos. Sua carência provoca uma doença nervosa caracterizada por paralisia e insensibilidade, o beribéri. A B1 é encontrada em diversos alimentos, principalmente na casca do arroz. A vitamina B2, ou riboflavina, cumpre importante papel na chamada cadeia transportadora de elétrons, processo básico na respiração celular e na obtenção de energia por parte da célula. É abundante na levedura, nos ovos e no leite. Sua deficiência produz distúrbios visuais, fissuras nos lábios e inflamação da língua. A vitamina B6 intervêm no metabolismo dos aminoácidos e sua deficiência provoca insónia, irritabilidade, fraqueza, dor abdominal, dificuldade de andar e convulsões. São ricos em vitamina B6 (pirodoxina, piridoxamina e piridoxal) alimentos como cereais integrais, legumes e leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cobalamina (vitamina B12), presente principalmente na carne de fígado, está associada à maturação dos glóbulos vermelhos no sangue. A carência dessa vitamina se traduz em anemia pronunciada, a chamada anemia perniciosa. A vitamina PP, também chamada niacina ou ácido nicotínico, também é um dos elementos do complexo B. Sua carência causa a pelagra, doença que se caracteriza por erupções na pele, além de distúrbios neurológicos e gastrintestinais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitamina C ou ácido ascórbico é abundante nas frutas cítricas e vegetais verdes. Suas funções no organismo são múltiplas: participa da síntese do colágenio (proteína importante na formação da pele saudável, tendões, ossos e tecidos de sustentação e na cicatrização de feridas); da manutenção das paredes dos vasos sanguíneos; do metabolismo de alguns aminoácidos; e da síntese ou libertação de hormonas da glândula supra-renal. Sua deficiência produz o escorbuto, doença caracterizada por lesões nas gengivas, queda de dentes e hemorragias por todo o corpo, que podem levar à morte. A hipótese de que a vitamina C ajuda a prevenir ou mesmo curar certas doenças (como o resfriado comum ou algumas doenças malignas e infecciosas) continua a ser pesquisada, mas sem nenhum dado científico que a comprove.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitaminas lipossolúveis: As vitaminas solúveis em gorduras são absorvidas no intestino humano com a ajuda de sais biliares segregados pelo fígado. O sistema linfático as transporta a diferentes partes do organismo. O corpo pode armazenar uma quantidade maior de vitaminas lipossolúveis do que de hidrossolúveis. As vitaminas A e D são armazenadas sobretudo no fígado e a E nos tecidos gordurosos e, em menor escala, nos órgãos reprodutores. O organismo consegue armazenar pouca quantidade de vitamina K. Ingeridas em excesso, algumas vitaminas hidrossolúveis podem alcançar níveis tóxicos no interior do organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitamina A é encontrada na gema do ovo, na manteiga e nas carnes de fígado e de peixes. Não está presente nas plantas, mas muitas verduras e frutas contêm alguns tipos de pigmentos (como o betacaroteno), que o organismo pode converter em vitamina A. A cenoura, por exemplo, é excelente fonte de betacaroteno. A vitamina A é fundamental para a visão e sua carência produz, entre outras doenças, o ressecamento da córnea e da conjuntiva do olho (xeroftalmia) e a ceratomalácia (amolecimento da córnea, com infiltração e ulceração), além de sérios problemas gastrointestinais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hipervitaminose A é caracterizada por diversos sintomas, como náusea, alterações do cabelo (que ficam ásperos e caem facilmente), ressecamento e escamação da pele, dor nos ossos, fadiga e sonolência. Também são comuns problemas de visão, dores de cabeça, distúrbios de crescimento e aumento do fígado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitamina D pode ser obtida do óleo de fígado de bacalhau e também pela acção da luz ultravioleta sobre alguns esteróis. Os mais importantes desses esteróis são o 7-diidrocolesterol, formado por processos metabólicos animais, e o ergosterol (presente em óleos vegetais). A acção da luz solar converte essas duas substâncias em colecalciferol (vitamina D3) e ergocalciferol (vitamina D2), respectivamente. As duas participam dos processos de absorção do cálcio na corrente sanguínea e de formação dos ossos. Sua carência causa o raquitismo, em crianças, e a osteomalácia, em adultos, principalmente mulheres. A hipervitaminose D pode provocar fraqueza, fadiga, perda de apetite, náusea e vómitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamada também tocoferol, a vitamina E ocorre no gérmen de trigo, na gema de ovo, em verduras e legumes. Actua no organismo como um inibidor dos processos de oxidação em tecidos orgânicos. Protege as gorduras insaturadas da oxidação por peróxidos ou outros radicais livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitamina K é a naftoquinona encontrada nas folhas das plantas. Suas fontes mais abundantes são o óleo de soja, o espinafre e a couve. É necessária na síntese orgânica de quatro factores de coagulação do sangue: protrombina e factores VII, IX e X. A deficiência de vitamina K no organismo prolonga o tempo de coagulação do sangue e pode causar hemorragias internas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: http://www.grupoescolar.com/materia/vitaminas.html&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-5461150291265035314?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/5461150291265035314/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=5461150291265035314' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/5461150291265035314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' 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scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5º Ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='8º ano'/><title type='text'>A desflorestação</title><content type='html'>&lt;div id="__ss_1343064" style="WIDTH: 425px; TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;a title="A Desflorestação" style="DISPLAY: block; MARGIN: 12px 0px 3px; FONT: 14px Helvetica,Arial,Sans-serif; TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/a-desflorestao?type=powerpoint"&gt;A Desflorestação&lt;/a&gt;&lt;object style="MARGIN: 0px" height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=desflorestao123-090426043224-phpapp01&amp;amp;stripped_title=a-desflorestao"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed 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title="Poluição dos Solos"&gt;Poluição dos Solos&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=poluiodossolos-090426040713-phpapp01&amp;rel=0&amp;stripped_title=poluio-dos-solos-1343029" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=poluiodossolos-090426040713-phpapp01&amp;rel=0&amp;stripped_title=poluio-dos-solos-1343029" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7"&gt;Sérgio Morais&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho realizado pela Beatriz Reguengo - 8º A&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4922935378989109437?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4922935378989109437/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4922935378989109437' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4922935378989109437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4922935378989109437'/><link 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scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><title type='text'>O Frango...</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1222519"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/por-que-que-o-frango-atravessou-a-rua?type=presentation" title="Por que é que o frango atravessou a rua?"&gt;Por que é que o frango atravessou a rua?&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=umfrangoatravessou-090330122356-phpapp02&amp;rel=0&amp;stripped_title=por-que-que-o-frango-atravessou-a-rua" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed 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Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-1155400223669115532</id><published>2009-03-14T19:41:00.001Z</published><updated>2009-03-14T19:43:25.732Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='8º ano'/><title type='text'>Causas e consequências do aumento da temparatura</title><content type='html'>&lt;div id="__ss_1145925" style="WIDTH: 425px; TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;a title="Aumento Da Temperatura" style="DISPLAY: block; MARGIN: 12px 0px 3px; FONT: 14px Helvetica,Arial,Sans-serif; TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/aumento-da-temperatura?type=powerpoint"&gt;Aumento Da Temperatura&lt;/a&gt;&lt;object style="MARGIN: 0px" height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=aumentodatemperatura-090314144045-phpapp01&amp;amp;rel=0&amp;amp;stripped_title=aumento-da-temperatura"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=aumentodatemperatura-090314144045-phpapp01&amp;rel=0&amp;stripped_title=aumento-da-temperatura" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="FONT-SIZE: 11px; PADDING-TOP: 2px; FONT-FAMILY: tahoma,arial; HEIGHT: 26px"&gt;View more &lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7"&gt;Sérgio Morais&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Trabalho realizado pelos alunos do 8º A do Colégio da Boavista&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-1155400223669115532?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/1155400223669115532/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=1155400223669115532' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1155400223669115532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1155400223669115532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/03/causas-e-consequencias-do-aumento-da.html' title='&lt;strong&gt;Causas e consequências do aumento da temparatura&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7664378772960493614</id><published>2009-03-14T19:32:00.002Z</published><updated>2009-03-14T19:40:03.769Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='8º ano'/><title type='text'>As chuvas ácidas</title><content type='html'>&lt;div id="__ss_1145884" style="WIDTH: 425px; TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;a title="As Chuvas áCidas" style="DISPLAY: block; MARGIN: 12px 0px 3px; FONT: 14px Helvetica,Arial,Sans-serif; TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/as-chuvas-cidas?type=powerpoint"&gt;As Chuvas áCidas&lt;/a&gt;&lt;object style="MARGIN: 0px" height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=aschuvascidas-trabalhodecn-090314142216-phpapp01&amp;amp;rel=0&amp;amp;stripped_title=as-chuvas-cidas"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=aschuvascidas-trabalhodecn-090314142216-phpapp01&amp;rel=0&amp;stripped_title=as-chuvas-cidas" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="FONT-SIZE: 11px; PADDING-TOP: 2px; FONT-FAMILY: tahoma,arial; HEIGHT: 26px"&gt;View more &lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a style="TEXT-DECORATION: underline" href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7"&gt;Sérgio Morais&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Trabalho realizado pelos alunos do 8º A do Colégio da Boavista&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-7664378772960493614?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/7664378772960493614/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=7664378772960493614' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7664378772960493614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7664378772960493614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/03/as-chuvas-acidas_14.html' title='&lt;strong&gt;As chuvas ácidas&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-1753412440662904131</id><published>2009-02-14T21:12:00.005Z</published><updated>2009-02-14T21:35:42.536Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Grandes Cientistas...'/><title type='text'>Darwin, um ponto de virada na história</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SZc1pgzg6kI/AAAAAAAAARM/Hvxi_XLDVOc/s1600-h/darwin.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302766073548958274" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 312px; CURSOR: hand; HEIGHT: 212px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SZc1pgzg6kI/AAAAAAAAARM/Hvxi_XLDVOc/s320/darwin.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O texto a seguir foi escrito pelo jornalista Daniel Piza, autor de livros como "Mistérios da Literatura - Poe, Machado, Conrad e Kafka", "Machado de Assis - um Génio Brasileiro" e "Contemporâneo de Mim - Dez Anos da Coluna Sinopse"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No seu bicentenário de nascimento, comemorado no dia 12 de fevereiro, Charles Darwin (1809- 1882) não poderia estar mais em evidência. Ele é visto, mais do que como um grande cientista, como um marco cultural, um ponto de virada irreversível na história da mentalidade. A prova disso está na série de livros que a efeméride - bem como os 150 anos da publicação de "A Origem das Espécies", que serão celebrados em Agosto - tem suscitado no mundo todo. Um deles, do jornalista americano Adam Gopnik, o situa ao lado do presidente Abraham Lincoln como um pai da civilização liberal moderna. É nos EUA, curiosamente um país onde a Teoria da Evolução ainda divide a opinião pública, ao contrário do que ocorre nos demais países desenvolvidos, que a maioria dos lançamentos tem ocorrido. Daqui até o final do ano, seguramente muitos outros sairão no mundo todo. No Brasil, por exemplo, está previsto para Maio "A Grande História da Evolução", de Richard Dawkins, um dos mais ardorosos e controversos defensores de Darwin nos últimos 30 anos.&lt;br /&gt;Dos melhores livros publicados desde o fim de 2008 até agora, porém, não há previsão de tradução. O maior destaque é "Evolution - The First Four Billion Years", editado por Michael Ruse e Joseph Travis (Harvard) e prefaciado por outro célebre darwinista, Edward O. Wilson, que diz apostar que o volume será o mais abrangente entre todos os lançamentos do ano. A primeira parte traz análises do desenvolvimento da teoria nos mais diversos campos de pesquisa, como a origem da vida, a paleontologia, a biologia molecular, a genética, a sociologia e a psicologia. A segunda parte é um utilíssimo guia alfabético de personagens e conceitos da biologia evolutiva.&lt;br /&gt;O ponto comum é a ampla comprovação experimental de suas ideias, ainda que em graus diferentes de uma disciplina para a outra. Darwin deixou claro em "A Origem das Espécies" que esperava que muito trabalho metódico seria feito para confirmá-la - além do que ele mesmo fez, razão principal pela qual demorou 30 anos para publicar a sua teoria em livro. E foi o que aconteceu.&lt;br /&gt;A maior controvérsia, porém, é sobre sua aplicação para o estudo do comportamento humano. Em autores como Edward Wilson, trata-se apenas de uma questão de tempo para que se possa explicar 100% materialmente os traços da psique. Não que não haja controvérsia dentro da própria biologia. Uma visão completa da maneira como as espécies se adaptam, do mecanismo da selecção natural, ainda está por ser formulada. Para alguns, como Stephen Jay Gould, uma espécie pode ter vantagens comparativas sendo mais simples ou mais complexa. Para outros, como Simon Conway Morris, autor do recente "Deep Structure of Biology" (Templeton), a maior frequência de sucesso dá-se entre organismos mais complexos. A evolução seria progressiva, sim, embora isso não signifique que o homem esteja no topo de uma espécie de escala moral.&lt;br /&gt;Biografias, claro, não poderiam faltar, ainda que os trabalhos de Janet Browne e da dupla Adrian Desmond e James Moore sejam tão consistentes. O próprio Desmond acaba de escrever "Darwin's Sacred Cause" (Houghton Mifflin Harcourt), que se detém na rejeição à escravidão que o génio vitoriano sentiu ao longo de toda a vida. Apesar de passagens do livro "A Descendência do Homem", sem dúvida nenhuma ele não subscreveria teses racistas que se apoiaram no evolucionismo para afirmar a superioridade de uma etnia sobre as demais. Quando passou por Salvador e Rio de Janeiro, em 1832, Darwin anotou no diário que jamais voltaria a pôr os pés num país escravocrata. Outro livro é "Charles &amp;amp; Emma", de Deborah Heiligman, que trata dos cuidados de Darwin em não atacar a religião em que sua esposa acreditava. Ele sabia que a defesa da selecção natural já era, em si mesma, um golpe no criacionismo. Mas não deixou de articular por correspondência, com nomes como Thomas Huxley, a defesa pública de sua ciência em face do clero. Sua obstinação, por sinal, é clara em todas as suas cartas de 1822 a 1859, reeditadas agora no volume "Origins" (Cambridge). Em "The Young Charles Darwin" (Yale) Keith Stewart Thomson mostra como ele, que só teve o "eureca" em 1838, depois da leitura de Malthus, já percebera como geólogo e naturalista do Beagle que as camadas de tempo se confundem, revelando uma história em que a variação é a regra e não a excepção. Foi esse o achado maior de Darwin, pois não ficou nos limites da história natural e ganhou a filosofia e a cultura.&lt;br /&gt;Se em Lamarck a vantagem adaptativa era criada pela necessidade, em Darwin é a necessidade que premia a vantagem adaptativa. As mutações acontecem; o ambiente é que vai permitir que uma se afirme em detrimento de outra. Como a gravidade de Newton e a relatividade de Einstein, há uma lei invisível regendo os fenómenos.&lt;br /&gt;Pesquisadores como Alfred Russell Wallace observaram a mesma revolução, mas não recolheram observações e generalizações com a grandeza de Darwin. Ele percorreu toda a órbita de sua originalidade, e é nesse planeta que vivemos até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ler sobre Darwin, em português:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Origem das Espécies", de Charles Darwin. Jorge Zahar Editor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Isto é Biologia", de Ernst Mayr. Companhia das Letras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Darwin e os Grandes Enigmas da Vida", de Stephen Jay Gould. Martins Editora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Relojoeiro Cego", de Richard Dawkins. Companhia das Letras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Darwin - A Vida de um Evolucionista Atormentado", de Adrian Desmond e James Moore. Geração Editorial. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-1753412440662904131?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/1753412440662904131/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=1753412440662904131' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1753412440662904131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1753412440662904131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/02/darwin-um-ponto-de-virada-na-historia.html' title='Darwin, um ponto de virada na história'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SZc1pgzg6kI/AAAAAAAAARM/Hvxi_XLDVOc/s72-c/darwin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-4956762890046086738</id><published>2009-01-21T19:05:00.000Z</published><updated>2009-01-21T19:06:33.707Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5º Ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6º ano'/><title type='text'>O microscópio e a constituição do sangue</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_682139"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/teresacondeixa/microscpio-pticoobservao-preparao-sangue-humano-tc0809-presentation?type=presentation" title="Microscópio Óptico_Observação preparação sangue humano Tc0809"&gt;Microscópio Óptico_Observação preparação sangue humano Tc0809&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=microscopiosanguetc0809-1224681028875218-9&amp;rel=0&amp;stripped_title=microscpio-pticoobservao-preparao-sangue-humano-tc0809-presentation" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=microscopiosanguetc0809-1224681028875218-9&amp;rel=0&amp;stripped_title=microscpio-pticoobservao-preparao-sangue-humano-tc0809-presentation" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; or &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/upload?type=presentation"&gt;upload&lt;/a&gt; your own. (tags: &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/microscópio"&gt;microscópio&lt;/a&gt; &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/sangue"&gt;sangue&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-4956762890046086738?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/4956762890046086738/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=4956762890046086738' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4956762890046086738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/4956762890046086738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/01/o-microscpio-e-constituio-do-sangue.html' title='&lt;strong&gt;O microscópio e a constituição do sangue&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-259021737725322017</id><published>2009-01-21T18:59:00.001Z</published><updated>2009-01-21T19:01:22.476Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6º ano'/><title type='text'>Reprodução das plantas</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_398081"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/helenaborralho/reproduo-nas-plantas?type=powerpoint" title="Reprodução nas Plantas"&gt;Reprodução nas Plantas&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=reproduo-nas-plantas-1210450198059507-8&amp;rel=0&amp;stripped_title=reproduo-nas-plantas" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=reproduo-nas-plantas-1210450198059507-8&amp;rel=0&amp;stripped_title=reproduo-nas-plantas" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; or &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/upload?type=powerpoint"&gt;upload&lt;/a&gt; your own. (tags: &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/natureza"&gt;natureza&lt;/a&gt; &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/ci-ncias"&gt;ciências&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-259021737725322017?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/259021737725322017/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=259021737725322017' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/259021737725322017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/259021737725322017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/01/reproduo-das-plantas.html' title='&lt;strong&gt;Reprodução das plantas&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-3534201626893749965</id><published>2009-01-21T18:55:00.000Z</published><updated>2009-01-21T18:56:01.331Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5º Ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='8º ano'/><title type='text'>Influência dos factores abióticos nos animais</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_888981"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/claraabegao/influncia-dos-factores-abiticos-presentation?type=presentation" title="Influência dos Factores Abióticos"&gt;Influência dos Factores Abióticos&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=influenciafactmeio-1231084594189799-2&amp;rel=0&amp;stripped_title=influncia-dos-factores-abiticos-presentation" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=influenciafactmeio-1231084594189799-2&amp;rel=0&amp;stripped_title=influncia-dos-factores-abiticos-presentation" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; or &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/upload?type=presentation"&gt;upload&lt;/a&gt; your own.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-3534201626893749965?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/3534201626893749965/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=3534201626893749965' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/3534201626893749965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/3534201626893749965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2009/01/influncia-dos-factores-abiticos-nos.html' title='&lt;strong&gt;Influência dos factores abióticos nos animais&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7422404118447610456</id><published>2009-01-21T18:47:00.001Z</published><updated>2009-01-21T18:47:56.380Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6º ano'/><title type='text'>Transporte de nutrientes e oxigénio até às células</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_227320"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/helenaborralho/transporte-de-nutrientes-e-oxignio-at-s-clulas?type=presentation" title="Transporte de Nutrientes e oxigénio até às células"&gt;Transporte de Nutrientes e oxigénio até às células&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=transporte-de-nutrientes-e-oxignio-at-s-clulas-1200300224604270-4&amp;rel=0&amp;stripped_title=transporte-de-nutrientes-e-oxignio-at-s-clulas" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=transporte-de-nutrientes-e-oxignio-at-s-clulas-1200300224604270-4&amp;rel=0&amp;stripped_title=transporte-de-nutrientes-e-oxignio-at-s-clulas" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; 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(tags: &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/ci-ncias"&gt;ciências&lt;/a&gt; &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/natureza"&gt;natureza&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-7956082779409270999?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/7956082779409270999/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=7956082779409270999' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7956082779409270999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' 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Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-248379124408501536</id><published>2008-12-09T17:47:00.000Z</published><updated>2008-12-09T17:48:30.654Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5º Ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='9º Ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='8º ano'/><title type='text'>Comemorações da Semana Mundial da Cultura Científica</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WKAkgckwxCs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/WKAkgckwxCs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-248379124408501536?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/248379124408501536/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=248379124408501536' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/248379124408501536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/248379124408501536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2008/12/comemoraes-da-semana-mundial-da-cultura.html' title='&lt;em&gt;Comemorações da Semana Mundial da Cultura Científica&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-2127861438133531917</id><published>2008-12-09T14:04:00.004Z</published><updated>2008-12-09T14:06:40.312Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vários'/><title type='text'>1º Aniversário do blogue "Geologia-Biologia"</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/ST57K6y9ZDI/AAAAAAAAAPQ/USFR9Wbz97E/s1600-h/1%C2%BA+aniv+Geologia-biologia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5277791240836703282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 116px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/ST57K6y9ZDI/AAAAAAAAAPQ/USFR9Wbz97E/s400/1%C2%BA+aniv+Geologia-biologia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Obrigada a todos os visitantes e participantes!!&lt;br /&gt;Deixe o seu comentário!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-2127861438133531917?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/2127861438133531917/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=2127861438133531917' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/2127861438133531917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/2127861438133531917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2008/12/1-aniversrio-do-blogue-geologia.html' title='&lt;em&gt;1º Aniversário do blogue &quot;Geologia-Biologia&quot;&lt;/em&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/ST57K6y9ZDI/AAAAAAAAAPQ/USFR9Wbz97E/s72-c/1%C2%BA+aniv+Geologia-biologia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-9126629533652426014</id><published>2008-11-21T14:38:00.000Z</published><updated>2008-11-21T14:39:26.459Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Grandes Cientistas...'/><title type='text'>Oração do DNA</title><content type='html'>Creio no DNA todo poderoso&lt;br /&gt;criador de todos os seres vivos,&lt;br /&gt;creio no RNA,&lt;br /&gt;seu único filho,&lt;br /&gt;que foi concebido por ordem a graça do DNA polimerase.&lt;br /&gt;Nasceu como transcrito primário&lt;br /&gt;padeceu sobre o poder das nucleases, metilases e poliadenilases.&lt;br /&gt;Foi processa, modificado e transportado.&lt;br /&gt;Desceu do citoplasma e em poucos segundos foi traduzido à proteína.&lt;br /&gt;Subiu pelo retículo endoplasmático e o complexo de Golgi &lt;br /&gt;E está ancorado à direita de uma proteína G&lt;br /&gt;Na membrana plasmática&lt;br /&gt;De onde há de vir a controlar a transdução de sinais&lt;br /&gt;Em células normais e apoptóticas&lt;br /&gt;Creio na Biologia Molecular&lt;br /&gt;Na terapia gênica e na biotecnologia&lt;br /&gt;No seqüenciamento do genoma humano&lt;br /&gt;Na correção de mutações&lt;br /&gt;Na clonagem da Dolly&lt;br /&gt;Na vida eterna.&lt;br /&gt;Amém&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-9126629533652426014?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/9126629533652426014/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=9126629533652426014' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/9126629533652426014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/9126629533652426014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2008/11/orao-do-dna.html' title='Oração do DNA'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-1574092894523892544</id><published>2008-11-21T14:14:00.009Z</published><updated>2008-11-21T14:33:45.770Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Para pensar...'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='8º ano'/><title type='text'>O que é a biodiversidade?</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SSbDb3CKuYI/AAAAAAAAALQ/5LOWUhKvLi8/s1600-h/flores.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271115297280670082" style="WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 99px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SSbDb3CKuYI/AAAAAAAAALQ/5LOWUhKvLi8/s200/flores.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A biodiversidade ou diversidade biológica é a “variabilidade entre organismos vivos de todas as origens [...]; compreende a diversidade dentro de cada espécie, entre espécies e dos ecossistemas” (Convenção da Diversidade Biológica).&lt;br /&gt;A biodiversidade está distribuída heterogeneamente na Terra, com áreas de grande diversidade (os chamados “hot spots”, como as florestas tropicais e os recifes de corais), outras com pouca diversidade (como os desertos e as regiões polares) e ainda outras, com alguma diversidade. Dos 25 “hot spots” no mundo, apenas dois se encontram parcialmente na Europa: na bacia mediterrânea e no Cáucaso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ameaças de sobrevivência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A biodiversidade tem aumentado desde a origem da vida terrestre, embora de forma descontínua, atingindo o seu pico máximo antes do aparecimento da humanidade e tendo vindo a decrescer desde então.&lt;br /&gt;O problema da redução da biodiversidade assumiu, principalmente nas últimas décadas, proporções nunca antes atingidas, conforme aponta o Relatório da Diversidade Biológica, publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA) em 1995.&lt;br /&gt;A taxa actual de extinção é cerca de 100-1000 vezes superior &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SSbFiTEMDmI/AAAAAAAAALw/AYqmXIhKWzw/s1600-h/floresta1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271117606907809378" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 100px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SSbFiTEMDmI/AAAAAAAAALw/AYqmXIhKWzw/s200/floresta1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;à taxa natural. Cerca de 99.9% das espécies terrestres estão extintas e a sobrevivência de muitas está ameaçada, como o Panda na China, os gorilas em África (o Gabão e a República do Congo possuem cerca de 80% da população mundial de gorilas), o lobo e o lince ibérico em Portugal (estima-se que não haja mais do que 50 linces ibéricos em Portugal). Cerca de 8.5% das espécies de vertebrados ameaçadas globalmente ocorrem na Europa e na Ásia Central.&lt;br /&gt;Muitas actividades humanas têm contribuído para a perda de biodiversidade (à nossa escala temporal), sobretudo pela consequente destruição de habitats (pela construção de urbanizações e infra-estruturas), sua poluição e sobreexploração (nomeadamente por actividades industriais, pelo uso intensivo agrícola e silvícola do solo e pesqueiro das reservas aquáticas mundiais).&lt;br /&gt;A riqueza local de espécies pode variar grandemente, consoante as condições físicas (como o clima) e espaciais assim como com a intensidade do uso do solo, como se observa pela Figura 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figura 1 – Riqueza de espécies por tipos de habitats (Fonte: EEA, 1998) &lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271116431179685538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 397px; CURSOR: hand; HEIGHT: 206px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SSbEd3IwnqI/AAAAAAAAALg/zmR3p3n7PF4/s200/Fig1.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, as estratégias de conservação deverão ser diferenciadas geograficamente e adaptadas à intensidade agrícola e às demais características das explorações[1].&lt;br /&gt;A agricultura pode ser vantajosa em termos de biodiversidade: apesar de ter eliminado áreas de habitats naturais e ter trazido problemas de contaminação desses habitats, por outro lado, também criou novos habitats para muitas espécies. Das cerca de 453 espécies de aves que ocorrem regularmente na Europa, a sobrevivência de 150 dependem da agricultura sustentável, como o Peneireiro das Torres. Entre as aves mais ameaçadas encontram-se a abetarda e a codorniz.&lt;br /&gt;De acordo com o Livro Branco sobre o Ambiente em Portugal (1991), uma parte significativa das espécies selvagens depende da manutenção dos processos de agricultura tradicional e das explorações agrícolas de pequena e média dimensão. Os agricultores e gestores de zonas de caça, efectuando algumas mudanças nas suas práticas agrícolas e de ordenamento cinegético, representam assim importantes agentes para a conservação da natureza e diversidade biológica.&lt;br /&gt;Também o turismo em massa pode exercer pressões negativas sobre a diversidade biológica, pela fragmentação do solo, sua compactação e pela poluição causada pelos transportes, ao passo que o turismo sustentável promove a criação de empregos adicionais às comunidades locais, motivando-as para a protecção do ambiente e harmonizando os interesses do sector do turismo com a preservação da biodiversidade. Por exemplo, a conservação da biodiversidade da África Central é importante não só em termos ecológicos como também oferece uma fonte potencial de receitas através do desenvolvimento do eco-turismo.&lt;br /&gt;A introdução de espécies não indígenas na natureza pode também originar quebras na biodiversidade (para além de poder colocar em risco a saúde pública), pela sua competição com espécies nativas e pela transmissão de patogénicos, muitas vezes de forma irreversível e de difícil contabilização. Além disso, o controlo ou a erradicação de uma espécie introduzida invasora, como a acácia ou o jacinto-de-água, é especialmente complexo e oneroso. No entanto, há casos em que essa introdução e a sua exploração podem motivar o desenvolvimento da economia nacional, como o que aconteceu em Portugal para o caso da batata e do milho.&lt;br /&gt;A sobrevivência de muitas das espécies actualmente existentes e a protecção do seu habitat estão, portanto, dependentes de uma mudança de atitude por parte do Homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Porquê valorizar a biodiversidade?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na natureza todas as espécies são importantes, mesmo as que aos nossos olhos possam parecer insignificantes, como provam os usos que o Homem tem encontrado para muitas espécies faunísticas e florísticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A manutenção da diversidade biológica reveste-se de grande importância em termos:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;·-Económicos (por exemplo, nos EUA, os benefícios económicos garantidos pelas espécies selvagens rondam os 4,5% do seu Produto Interno Bruto):&lt;br /&gt;- Valor Consumptivo e Produtivo (alimentos, materiais de construção, combustível, madeira, fibra, resina, fontes genéticas,...);&lt;br /&gt;- Espaço de lazer, inspiração (pela beleza estética), turismo (observação de aves, pesca desportiva, parques naturais,...) e criação de emprego – em 1991, nos EUA, as actividades recreativas associadas à observação de aves gerou mais de 20 milhões de dólares e 250 000 postos de trabalho;&lt;br /&gt;- Valor científico e educacional;&lt;br /&gt;- Valor de existência (desejo de pagar pela conservação de determinadas espécies ou habitats).&lt;br /&gt;- Sociais (tradições, simbolismo, espiritualidade);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt; Ecológicos:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SSbED-ZUhVI/AAAAAAAAALY/30iJd2DBiSo/s1600-h/panda.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271115986451596626" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 99px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SSbED-ZUhVI/AAAAAAAAALY/30iJd2DBiSo/s200/panda.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- Suporte da vida;&lt;br /&gt;- Controlo de cheias;&lt;br /&gt;- Protecção do solo contra a erosão;&lt;br /&gt;- Filtração da água e purificação do ar;&lt;br /&gt;- Polinização;&lt;br /&gt;- Regulação do clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Existem muitos outros factores que evidenciam a necessidade de preservação da biodiversidade:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Todas as espécies são interdependentes – a perda de uma espécie pode ter consequências inimagináveis sobre outros membros da comunidade; é o caso da ave Dodo, extinta no séc. XVIII, que se alimentava de sementes de uma árvore, a "Calvária", actualmente também em risco de desaparecer. A semente desta árvore só conseguia germinar depois do Dodo se alimentar do seu fruto e de "gastar" a casca grossa da semente. Hoje existem apenas 13 árvores de "Calvária" no mundo;&lt;br /&gt;- Os habitats e ecossistemas ainda estão pouco estudados: apenas 13% de aproximadamente 14 milhões de espécies que habitam o planeta estão descritos pelos cientistas; a extinção de espécies poderá eliminar hipóteses de cura de doenças ou de pistas científicas importantes relativas à história da evolução e da origem da vida;&lt;br /&gt;- A biodiversidade nos oceanos é fundamental para a grande produção de oxigénio e consumo de dióxido de carbono e é fonte de proteína animal para a população humana;&lt;br /&gt;- A biodiversidade fornece muitas vezes soluções para os actuais problemas de poluição e doenças[2]. A medicina tradicional constitui a base dos cuidados médicos primários para mais de 80% das pessoas em países em desenvolvimento, estando a conquistar também os países mais desenvolvidos.&lt;br /&gt;A biodiversidade aumenta a produtividade das comunidades de plantas e a retenção de nutrientes. Quanto mais complexo um sistema, isto é, quanto maior a sua biodiversidade, maior será a sua estabilidade. Por exemplo, a aplicação irracional de produtos fito-farmacêuticos pouco selectivos, como o DDT, no combate a determinadas pragas, tem conduzido à redução da biodiversidade com consequente proliferação de pragas, como o aranhiço vermelho, pela destruição não selectiva dos seus inimigos naturais.&lt;br /&gt;Os agricultores têm assim vindo a aprender a não menosprezar a biodiversidade das suas explorações no combate a quebras de produtividade e face a alterações das condições ambientais. Daí que o recurso à agricultura biológica tenha ganho cada vez mais adeptos: esta apoia-se no desenvolvimento da biodiversidade nos campos de forma a controlar a proliferação de patogénicos e de pragas, mantendo e melhorando a produtividade do solo. No entanto, há culturas para as quais a AB ainda não constitui uma boa solução alternativa, como se verifica para os frutos frescos, na maioria das vezes afectados com doenças provocadas por fungos.&lt;br /&gt;“Para além do seu valor intrínseco, a biodiversidade determina a nossa capacidade de adaptação às circunstâncias em mutação. Sem uma biodiversidade adequada, acontecimentos como as alterações climáticas e as epidemias estão mais sujeitos a exercer efeitos catastróficos.” [3]&lt;br /&gt;“A espécie humana depende da biodiversidade para a sua própria sobrevivência, estimando-se que, pelo menos 40% da economia mundial e 80% das necessidades dos povos dependem dos recursos biológicos”. [4]&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1] Grupo de trabalho em Agricultura e Ambiente, 5ª reunião, Conselho para uma estratégia pan-europeia de diversidade biológica e da paisagem, Março 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] Grande parte das drogas sintéticas, incluindo o ácido acetil salicílico da aspirina, foram inicialmente descobertas em plantas e animais selvagens; o taxol, extraído do teixo, tem sido utilizado no tratamento de tumores ováricos; as drogas anti-cancerígenas, desenvolvidas a partir da planta selvagem de pervinca, permitiram aumentar a taxa de sobrevivência de crianças com leucemia em 60%, desde 1960. O que seria de nós se se tivesse extinguido o teixo ou a previnca antes de descobrirmos os seus benefícios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3] Comunicação da Comissão Europeia ao Conselho e Parlamento Europeu relativa a uma Estratégia da Comunidade Europeia em matéria de biodiversidade, Fevereiro 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[4] Estratégia Nacional da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, Setembro 2001. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(retirado de:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.confagri.pt/Ambiente/AreasTematicas/ConsNatureza/TextoSintese/Antecedentes/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;http://www.confagri.pt/Ambiente/AreasTematicas/ConsNatureza/TextoSintese/Antecedentes/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-1574092894523892544?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/1574092894523892544/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=1574092894523892544' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1574092894523892544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1574092894523892544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2008/11/o-que-biodiversidade.html' title='&lt;strong&gt;O que é a biodiversidade?&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SSbDb3CKuYI/AAAAAAAAALQ/5LOWUhKvLi8/s72-c/flores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-8442272177877011058</id><published>2008-11-16T18:48:00.000Z</published><updated>2008-11-16T18:49:15.834Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='9º Ano'/><title type='text'>Sistema Reprodutor Humano</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_283132"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/helenaborralho/sistema-reprodutor?type=powerpoint" title="Sistema Reprodutor"&gt;Sistema Reprodutor&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=sistema-reprodutor-1204073313180621-2&amp;rel=0&amp;stripped_title=sistema-reprodutor" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=sistema-reprodutor-1204073313180621-2&amp;rel=0&amp;stripped_title=sistema-reprodutor" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View SlideShare &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/helenaborralho/sistema-reprodutor?type=powerpoint" title="View Sistema Reprodutor on SlideShare"&gt;presentation&lt;/a&gt; or &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/upload?type=powerpoint"&gt;Upload&lt;/a&gt; your own. (tags: &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/natureza"&gt;natureza&lt;/a&gt; &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/da"&gt;da&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-8442272177877011058?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/8442272177877011058/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=8442272177877011058' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/8442272177877011058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/8442272177877011058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2008/11/sistema-reprodutor-humano.html' title='&lt;strong&gt;Sistema Reprodutor Humano&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-9047798332623266112</id><published>2008-11-13T08:49:00.000Z</published><updated>2008-11-13T08:50:11.314Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeos sobre o Corpo Humano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6º ano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='9º Ano'/><title type='text'>Sistema digestivo</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_136514"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/helenaborralho/sistema-digestivo-136514?type=powerpoint" title="Sistema Digestivo"&gt;Sistema Digestivo&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=sistema-digestivo-1192572619563439-3&amp;rel=0&amp;stripped_title=sistema-digestivo-136514" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=sistema-digestivo-1192572619563439-3&amp;rel=0&amp;stripped_title=sistema-digestivo-136514" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View SlideShare &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/helenaborralho/sistema-digestivo-136514?type=powerpoint" title="View Sistema Digestivo on SlideShare"&gt;presentation&lt;/a&gt; or &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/upload?type=powerpoint"&gt;Upload&lt;/a&gt; your own. (tags: &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/natureza"&gt;natureza&lt;/a&gt; &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/da"&gt;da&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-9047798332623266112?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/9047798332623266112/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=9047798332623266112' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/9047798332623266112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/9047798332623266112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2008/11/sistema-digestivo.html' title='Sistema digestivo'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7049397478772115325</id><published>2008-11-13T08:39:00.000Z</published><updated>2008-11-13T08:40:29.843Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6º ano'/><title type='text'>Sistema Respiratório do Peixe</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_178128"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/helenaborralho/sistema-respiratrio-do-peixe-178128?type=powerpoint" title="Sistema RespiratóRio Do Peixe"&gt;Sistema RespiratóRio Do Peixe&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=sistema-respiratrio-do-peixe-1195922600217477-3&amp;rel=0&amp;stripped_title=sistema-respiratrio-do-peixe-178128" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=sistema-respiratrio-do-peixe-1195922600217477-3&amp;rel=0&amp;stripped_title=sistema-respiratrio-do-peixe-178128" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View SlideShare &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/helenaborralho/sistema-respiratrio-do-peixe-178128?type=powerpoint" title="View Sistema RespiratóRio Do Peixe on SlideShare"&gt;presentation&lt;/a&gt; or &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/upload?type=powerpoint"&gt;Upload&lt;/a&gt; your own. 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Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1977028828339339316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1977028828339339316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2008/10/funcionamento-do-sistema-digestivo.html' title='Funcionamento do sistema digestivo'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' 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title='&lt;strong&gt;As Formigas - Simbiose&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-8571535488620611420</id><published>2008-10-26T20:04:00.001Z</published><updated>2008-10-26T20:08:07.672Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='8º ano'/><title type='text'>Relações Bióticas</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Pn7BOJhZu1w&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param 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scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Geologia'/><title type='text'>Os vulcões</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_681471"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/vulces-presentation?type=powerpoint" title="Vulcões"&gt;Vulcões&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=vulces-1224664383421085-8&amp;stripped_title=vulces-presentation" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=vulces-1224664383421085-8&amp;stripped_title=vulces-presentation" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" 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(tags: &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/geologia"&gt;geologia&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-2080602842507675309?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/2080602842507675309/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=2080602842507675309' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/2080602842507675309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/2080602842507675309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2008/10/os-vulces.html' title='Os vulcões'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7922327073266760128</id><published>2008-10-22T08:12:00.003+01:00</published><updated>2008-10-22T08:22:21.124+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='8º ano'/><title type='text'>Energia Solar</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-895df2fb06723c65" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v9.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D895df2fb06723c65%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331973222%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D540CCAF0AC071F83A8D7591402C04856672DD13C.1EEE33B01A68CD7AAD905E01F68BF95B13C05B04%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D895df2fb06723c65%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DeUHMGFGXlV-uit7_s9mJioVdmoU&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v9.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D895df2fb06723c65%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331973222%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D540CCAF0AC071F83A8D7591402C04856672DD13C.1EEE33B01A68CD7AAD905E01F68BF95B13C05B04%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D895df2fb06723c65%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DeUHMGFGXlV-uit7_s9mJioVdmoU&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Situada no deserto da Austrália, esta fábrica de energia solar será a mais alta construção do mundo e também a mais ambiciosa obra para gerar electricidade a partir de uma fonte não poluente.&lt;br /&gt;     O maior projecto de produção de energia solar do planeta está a ser contruído em Mildura, no meio do deserto australiano. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;     Uma torre de 1 km de altura por 130 m de diâmetro, que será a mais alta construção do mundo quando ficar pronta, em 2009; será erguida no centro de um imenso painel solar, de 20 km quadrados. Se tudo correr como o previsto, o calor gerado pelo painel formará uma corrente de ar de até 50 km/h na enorme chaminé, o bastante para movimentar 32 turbinas, gerar 200 megawatts de energia e abastecer até 1 milhão de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O gigantismo do projecto dá uma ideia de quanto as fontes renováveis, como o sol e os ventos, começam a merecer atenção e a tornarem-se viáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O filme é de aproximadamente 3 minutos e vale a pena ser visto.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-7922327073266760128?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=895df2fb06723c65&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/7922327073266760128/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=7922327073266760128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7922327073266760128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7922327073266760128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2008/10/energia-solar.html' title='&lt;strong&gt;Energia Solar&lt;/strong&gt;'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-1638720859895475843</id><published>2008-10-06T22:38:00.001+01:00</published><updated>2008-10-06T22:44:45.597+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='8º ano'/><title type='text'>Adapatações dos seres vivos à água</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_639860"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/adaptaes-dos-seres-vivos-gua-presentation?type=powerpoint" title="Adaptações dos seres vivos à água"&gt;Adaptações dos seres vivos à água&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=3-adaptaes-dos-seres-vivos-gua-1223329017000220-8&amp;stripped_title=adaptaes-dos-seres-vivos-gua-presentation" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=3-adaptaes-dos-seres-vivos-gua-1223329017000220-8&amp;stripped_title=adaptaes-dos-seres-vivos-gua-presentation" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View SlideShare &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/adaptaes-dos-seres-vivos-gua-presentation?type=powerpoint" title="View Adaptações dos seres vivos à água on SlideShare"&gt;presentation&lt;/a&gt; or &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/upload?type=powerpoint"&gt;Upload&lt;/a&gt; your own. (tags: &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://slideshare.net/tag/ecologia"&gt;ecologia&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-1638720859895475843?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/1638720859895475843/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=1638720859895475843' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1638720859895475843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/1638720859895475843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2008/10/adapataes-dos-seres-vivos-gua.html' title='Adapatações dos seres vivos à água'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8204005674441462966.post-7682410827368336068</id><published>2008-10-06T22:17:00.001+01:00</published><updated>2008-10-06T22:17:38.766+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ecologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='8º ano'/><title type='text'>Adapatações dos seres vivos à luz</title><content type='html'>&lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_639778"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/2-adaptaes-dos-seres-vivos-luz-presentation?type=powerpoint" title="2   AdaptaçõEs Dos Seres Vivos   Luz"&gt;2   AdaptaçõEs Dos Seres Vivos   Luz&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=2-adaptaes-dos-seres-vivos-luz-1223325196869556-9&amp;stripped_title=2-adaptaes-dos-seres-vivos-luz-presentation" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=2-adaptaes-dos-seres-vivos-luz-1223325196869556-9&amp;stripped_title=2-adaptaes-dos-seres-vivos-luz-presentation" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View SlideShare &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/sergiomorais7/2-adaptaes-dos-seres-vivos-luz-presentation?type=powerpoint" title="View 2   AdaptaçõEs Dos Seres Vivos   Luz on SlideShare"&gt;presentation&lt;/a&gt; or &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/upload?type=powerpoint"&gt;Upload&lt;/a&gt; your own.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8204005674441462966-7682410827368336068?l=geologiabiologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/feeds/7682410827368336068/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8204005674441462966&amp;postID=7682410827368336068' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7682410827368336068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8204005674441462966/posts/default/7682410827368336068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://geologiabiologia.blogspot.com/2008/10/adapataes-dos-seres-vivos-luz.html' title='Adapatações dos seres vivos à luz'/><author><name>Sílvia Pagaimo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00978946100818306986</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://3.bp.blogspot.com/_A5a71YrxzMc/SkKM5OiuLhI/AAAAAAAAASk/2ZiRWGvjFtw/S220/S%C3%ADlvia.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
