sexta-feira, 21 de março de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
Extinção e Conservação das Espécies
Trabalho elaborado por Diana Lopes, 11ºA, Colégio Nª Srª da Boavista, 2007/2008.
quarta-feira, 12 de março de 2008
domingo, 9 de março de 2008
Paleontólogos descobrem nova espécie de réptil voador pré-histórico na China

Uma equipa de paleontólogos chineses e brasileiros descobriu na China o fóssil de uma nova espécie de réptil voador pré-histórico, um Pterodáctilo do tamanho de um pardal, divulgou um estudo citado hoje pela imprensa estatal chinesa.
O fóssil do Nemicolopterus crypticus, ou "escondido habitante voador da floresta", foi descoberto em Liaoning, província no nordeste da China, onde, há cerca de 120 milhões de anos, existiriam as florestas em que este animal habitava, de acordo com o jornal oficial China Daily.
A descoberta "abre um capítulo inteiramente novo na história da evolução dos vertebrados voadores”, assegurou Alexander W. A. Kellner, professor de paleontologia da Universidade Federal do Brasil, que é um dos responsáveis pelo estudo publicado pela Academia Nacional das Ciências da China.
"Porque se tratavam de animais voadores, os seus fósseis são extremamente raros. Portanto, descobertas como esta são fundamentais para entender a evolução destes vertebrados com asas", acrescentou o especialista.
Segundo os cientistas, a descoberta é inédita porque se trata da criatura mais pequena deste grupo animais e é o Pterossauro (do grego "lagarto com asas") mais pequeno e sem dentes alguma vez encontrado, refere o jornal estatal chinês que cita o estudo da equipa de paleontólogos.
Do tamanho de um pardal
O fóssil de Pterodáctilo mostra uma criatura do tamanho de um pardal, sem dentes, com garras curvadas nas patas que lhe permitiriam trepar com facilidade. Os especialistas suspeitam que se alimentava de insectos e que terá sido o único animal do seu grupo a habitar nas árvores das florestas chinesas. Não foi possível determinar se o Nemicolopterus crypticus é o único exemplar do grupo de Pterodáctilos das árvores que vivia nas florestas.
"Podem simplesmente ter morrido", observou Kellner. "Ou pode ter existido toda uma história de Pterossauros que vivia no topo das árvores, não só na China, mas também noutras partes do mundo”, concluiu. Os Pterossauros eram um grupo de répteis que cruzou os céus há mais de 230 milhões de anos e que se extinguiu há 65 milhões de anos, referiram os autores do estudo.
Os Pterodáctilos são conhecidos sobretudo através dos gigantescos exemplares destes antigos répteis voadores, com uma envergadura que variava entre os seis e os 12 metros. Todos os Pterossauros dos primeiros períodos - do Triássico ao Jurássico - encontrados até agora tinham dentes e a maioria das espécies foi encontrada em zonas costeiras.
O primeiro fóssil de Pterossauro foi descoberto na Alemanha há cerca de 200 anos, meio século antes da identificação do primeiro fóssil de dinossauro. Desde então, os especialistas encontraram fósseis de Pterossauro por todo o mundo, sendo o maior do tamanho de um avião e o mais pequeno do tamanho de um pardal. Até agora os cientistas identificaram e classificaram cerca de 150 espécies de répteis voadores.
Fonte: www.fabricadeconteudos.com
Paleontólogos estudam primeiros vestígios do Cretáceo Superior no México

A investigação internacional está a ser conduzida pelo Museu de História de Natural e pela Universidade de Utah, nos Estados Unidos, em parceria com o Museu Real Tyrrell, no Canadá, e com o Departamento de Paleontologia do Museu do Deserto, em Saltillo, na região de Coahuila onde foi encontrado o espécime com 72 milhões de anos. O primeiro estudo foi publicado em Dezembro pela revista científica "Vertebrate Paleontology".
"Até à data, os vestígios de dinossauros encontrados no México eram raros", disse Terry Gates, paleontólogo envolvido no projecto. A nova espécie, que pertence ao grupo dos dinossauros herbívoros bico-de-pato ou hidrossaurios, recebeu o nome de "Velafrons" (do latim e espanhol "testa com vela") por ter uma espécie de crista a partir da testa e "coahuilensis", em homenagem à região mexicana onde foi encontrada.
O clima actual do México, árido e com pouca chuva, não é favorável a investigações arqueológicas uma vez que a erosão mínima faz com que seja difícil detectar fósseis à luz do dia. Para além disso, explicam os investigadores, o terreno desértico em que o dinossauro foi descoberto não tem nada a ver com o México durante o Cretáceo Superior, explicou Terry Gates. Há 72 milhões de anos, a região era um estuário húmido, uma área onde a agua salgada do oceano se misturava com a agua doce dos rios.
Um ecossistema revelado
O espécime foi encontrado numa formação rochosa conhecida como Cerro del Pueblo, datada entre os 71,5 e os 72,5 milhões de anos. A pesquisa arqueológica começou no início dos anos 1990, com a paleontóloga Martha Carolina Aguillon, na periferia de Saltillo, na região de Coahuila. A escavação só terminou em 2002, quando com recurso a martelos pneumáticos e a escavadoras, conseguiram encontrar o crânio que até então tinha estado coberto por três metros de sedimentos. Já no Museu de História Natural de Utah, para onde foram levados os vestígios do "Velafrons coahuilensis", a investigação durou mais de dois anos.
Com base nas características dos ossos do crânio e do esqueleto, os cientistas acreditam que se tratava de um animal jovem quando morreu. Segundo os investigadores, se o espécime encontrado tinha 7 metros de comprimento, um "Velafrons" adulto devia rondar os 10 metros.
"Os dinossauros bico-de-pato com crista são um exemplo extraordinário da evolução dos vertebrados", disse Terry Gates. Ao contrário de outros animais em que o osso do nariz está à frente dos olhos, estes dinossauros tinham o nariz no cimo do crânio. Segundo os investigadores, esta singularidade dos dinossauros bicos-de-pato dificultava a respiração. O ar tinha de circular por várias passagens antes de entrar para os pulmões. Sobre a utilidade da crista que distinguiu a nova espécie, adianta o estudo, embora não haja certezas sugerem que pudesse ser importante para o acasalamento, em conjunto com os canais de respiração que funcionariam como um instrumento musical de atracção.
Além do "Velafrons", expedições recentes descobriram vestígios de uma segunda espécie de dinossauro bico-de-pato e de uma nova espécie de dinossauro herbívoro com cornos, semelhante ao Tricerátopo. Foram ainda descobertos vestígios de dinossauros carnívoros de pequeno e grande porte bem como o maior trilho de pegadas conhecido no México, com marcas bem conservadas de diferentes espécies.
Segundo Terry Gates, cada espécie descoberta representa uma peça para compreender o mundo dos dinossauros, o que faz com que os paleontólogos estejam muito entusiasmados com o potencial da região. Um dos objectivos da equipa é descobrir ainda fósseis de plantas e animais mais pequenos que tenham coexistido com estas espécies.
Fonte: www.fabricadeconteudos.com
Penísnula Ibérica é mais antiga do que se julgava

Segundo a nova datação, o complexo geológico galego tem 1.160 milhões de anos, o dobro da idade das rochas mais antigas conhecidas até agora em território peninsular (cerca de 590 milhões de anos). Para os investigadores, que consideram os resultados obtidos "surpreendentes " por mostrarem "um cenário inesperado e complexo da geologia galega", só na Austrália, Canadá ou África do Sul existem formações tão primitivas como as do Cabo Ortegal, no extremo noroeste da Galiza.
Além disso, afirmam que a descoberta permitirá estabelecer ligações passadas entre os actuais continentes e aprofundar os seus movimentos ao longo da evolução. No estudo, que será publicado na edição de Setembro da revista norte-americana na "Journal of the Geological Science", participaram o Laboratório Geológico de Laxe (Universidade da Corunha), Universidade Complutense de Madrid, Universidade de Salamanca, Universidade de Oviedo e o Museu de História Natural de Londres.
A rocha datada no Cabo Ortegal, designada vulgarmente como granito negro, formou-se sob a superfície terrestre, a partir de magma, há 1.160 milhões de anos. Para a datação de uma rocha tão antiga, os investigadores tiveram de estudar a concentração de isótopos radioactivos que ela continha.
A partir da formação dos minerais que compõem o granito, esses elementos foram-se desintegrando e transformando noutros, como o urânio, que após várias etapas se converte em chumbo. É a relação entre os dois elementos que permite determinar o tempo decorrido até agora e, portanto, a idade da rocha, como aconteceu nesta investigação. Naquela época, o planeta tinha uma aparência "bastante inóspita", não havia animais, nem plantas, só seres vivos unicelulares, a atmosfera quase não continha oxigénio e o Sol era 10 por cento menos brilhante, segundo os autores do estudo. As rochas analisadas permaneceram a grande profundidade até aflorarem quando os continentes, então juntos num único bloco, a Pangeia, se dividiram, o que produziu um despenhadeiro de 700 metros de altura no que é hoje o Cabo Ortegal.
Lua de Saturno poderá ter anéis

Segundo este trabalho, hoje publicado na revista Science, pelo menos um disco de materiais foi detectado pelos seis instrumentos da sonda especificamente concebidos para estudar as atmosferas e as partículas em torno de Saturno e das suas luas. Esta será a primeira vez que se observam anéis em volta de uma lua.
"Até agora pensava-se que só os planetas tinham anéis. Agora temos uma lua de Saturno que parece ser uma versão em miniatura do seu muito mais ornamentado parente", disse Geraint Jones, cientista da missão Cassini e principal autor do estudo.
"Os astrónomos vão poder assim compreender melhor como se formam os planetas", acrescentou o cientista, que começou a trabalhar neste projecto no Instituto Max Planck, na Alemanha, e está agora no Mullard Space Science Laboratory no University College de Londres, no Reino Unido.
Os quatro maiores planetas do Sistema Solar (Júpiter, Neptuno, Saturno e Urano) têm todos anéis e é provável que a Terra também tenha tido um no princípio da sua história, há vários mil milhões de anos, segundo este astrónomo. Reia tem um diâmetro de 1.502 quilómetros e o seu aparente disco de partículas, com tamanhos que vão de pequenas esferas a grandes blocos rochosos, estende-se por vários milhares de quilómetros de um extremo ao outro.
Uma outra nuvem de poeira poderá estender-se por mais de 5.000 quilómetros desde o centro de Reia, perto de oito vezes o raio da lua. Uma possível explicação para estes anéis seria uma colisão de um asteróide ou de um cometa no passado longínquo de Reia, que poderia ter dispersado à sua volta grandes quantidades de gas e partículas sólidas. Depois de o gás se ter dissipado, tudo o que restou foram as partículas dos anéis.
"A diversidade do nosso Sistema Solar nunca pára de nos espantar", diz Candy Hansen, co-autor e cientista do projecto Cassini no Espectrógrafo de Imagiologia Ultravioleta no Laboratório de Propulsão por Jacto da NASA. A sonda Cassini, uma missão euro-americana, foi lançada em 1977 para explorar Saturno. Em Fevereiro, os cientistas da missão referiram que os instrumentos da sonda tinham detectado a presença de água na superfície gelada de Encélado, outra lua de Saturno.
Marte e Vénus são semelhantes
Baseando-se em 19 estudos, a ESA refere que, apesar das diferenças em tamanho e distância em relação ao Sol, os dois planetas irradiam feixes luminosos de partículas das respectivas atmosferas.
Conforme cita a agência Lusa, a ESA explica que estas partículas são aceleradas pela interacção com o vento solar, formado por electrões livres, iões e protões libertados pelo Sol.
Os cientistas descobriram que nestes dois planetas aquela interacção cria um campo magnético em torno de cada um, que se desenvolve em forma de grande cauda no lado da «noite», noticia o semanário Sol.
Refere ESA baseando-se num conjunto de 19 estudos
2008-03-06 17:36:01
Notícia retirada de: www.frabicadeconteudos.com
Campus universitário é o local preferido das aves para nidificar
As aves podem ser observadas um pouco por toda a área do campus, com principal incidência nas zonas onde há pequenas lagunas e nas mais próximas da ria. "As zonas húmidas são mais procuradas para a nidificação. E a existência de tantas espécies aqui deve-se, sobretudo, à localização do campus junto às marinhas", explica Amadeu Soares, responsável pelo Departamento de Biologia da UA. O campus de Santiago é o local da cidade de Aveiro onde mais aves nidificam.
De acordo com o "Atlas das aves nidificantes", as zonas com maior diversidade são os dois lagos existentes no campus, bem como a zona adjacente ao esteiro de S. Paulo. São locais constituídos por sapal e um pequeno bosque, oferecendo às várias espécies todas as condições para o seu habitat. Atendendo ao facto do campus estar inserido numa área urbana bastante activa e dinâmica, pode considerar-se que as 43 espécies observadas e encontradas na UA são um número importante e relevante, "correspondendo a aproximadamente 23 % das espécies que nidificam em Portugal".
Os trabalhos de observação das aves decorreram entre Março e Julho de 2004, abrangendo, assim, os períodos de nidificação da maioria das espécies existentes no campus.
Cada zona foi visitada, pelo menos, cinco vezes, entre as 7 e as 11 horas e entre as 17 e as 20 horas. Nestas observações, e para se perceber se as aves se encontravam, de facto, a nidificar no campus, foram tidos em conta vários pormenores. "O macho a cantar ou em atitude de defesa do seu território; as aves frequentando locais onde existiam ninhos ou construindo o seu próprio ninho; a ave adulta a transportar alimentos; ninho com ovos ou com um juvenil", explica Amadeu Soares.
Para além das quatro espécies mais presentes (ver caixa), há outras no campus. O mergulhão, uma ave aquática, por exemplo, pode ser visto junto a dois lagos. O pato-real, uma das mais abundantes, aparece juntos aos lagos e na zona do esteiro de S. Pedro.
Na altura do estudo, havia 15 casais de pato-real no campus da UA. É das aves mais "sociáveis", sendo frequente passearem entre as pessoas. De referir ainda a existência do milhafre-preto, a águia-de-asa--redonda, a galinha d'água, o galeirão ou a rola-turca, entre outros.
"Tem de se voltar a fazer um estudo, novas observações de campo. O prazo ideal é actualizar de cinco em cinco anos as novas espécies", adianta Amadeu Soares.
Jornal de Notícias: Paulo Rocha
quinta-feira, 6 de março de 2008
quarta-feira, 5 de março de 2008
Em Marte também existem avalanches

Um boletim do LPJ referiu que esta foi a primeira vez que a sonda captou este tipo de imagens. "É fabuloso ver algo tão dinâmico em Marte. Muito do que existe ali mantêm-se inalterado desde há milhões de anos", afirmou Ingrid Dauber, investigador da Universidade do Arizona (Estados Unidos), encarregue de coordenar as máquinas fotográficas da referida sonda.
O responsável destacou que a descoberta destas avalanches constituíram uma supressa e só foram captadas por se estar à procura de imagens sobre alterações climáticas (nas várias estações do ano) no planeta Marte.
"Estávamos à procura de mudanças na camada de dióxido de carbono sobre uma duna e descobrimos as avalanches" , sustentou Candice Hansen, investigadora do LPJ na Califórnia.
A imagem captada mostra detalhes, num tamanho de pouco mais de um metro, sobre uma faixa de solo de seis quilómetros de largura e 40 quilómetros de cumprimento.
De acordo com Patrick Russel, cientista da Universidade de Berna (Suíça), neste momento ainda não são conhecidas as origens das avalanches de Marte.
"Prevemos receber mais imagens daquele sítio durante a mudança de estações em Marte para assim ver se as avalanches ocorrem todo o tempo ou apenas nas primeiras etapas da Primavera marciana", explicou.
Fonte: Diário de Notícias
segunda-feira, 3 de março de 2008
Transpiração das plantas

Em muitas espécies, a água é constantemente chupada das raízes através do caule até às folhas ou pétalas. Quando chega a estas, a água evapora-se pelos minúsculos poros (estomas). A isto chama-se transpiração. Esta experiência mostra que o fluxo da água arrasta consigo outras substâncias e o faz em canais separados. Para a fazeres procede do seguinte modo: enche dois copos com água e num deles deita corante encarnado. Com uma faca, divide o caule da flor em dois, mas só até ao meio da mesma. Enrola fita adesiva no final do corte, para que o caule não continue a dividir-se. Coloca cada uma das metades num copo. Verás que o corante, no espaço de apenas uma hora, começará a colorir apenas metade das pétalas.
Estalactites e estalagmites

Nas grutas existem muitas, o que se deve ao constante pingar da água subterrânea carregada de sais minerais ao longo de centenas de milhares de anos. Para perceberes o fenómeno, enche dois frascos com água quente. Junta um pouco de s
oda cáustica a cada um deles e mexe bem. Continua a juntar a soda cáustica até que a mesma já não se dissolva. Depois, corta um fio de lã e prende um clip a cada ponta do mesmo. Enfia cada ponta do fio nos frascos. Coloca um pires por baixo do fio e deixe ficar 2 ou 3 dias. Verá como as estalactites e estalagmites se começarão a formar. Sólidos e líquidos
periência que se segue mostra como a manteiga, tal como a maior parte das substâncias, se contrai ao solidificar. Assim, derrete um bocado de manteiga numa panela. Depos coloca-a num frasco pequeno e estreito, enchendo-o até ao fim. Coloca no frigorífico.Quando retirares o frasco, verás um buraco na manteiga, pois quando esta está no estado sólido ocupa menos volume do que quando está no estado líquid0.
Sabes fazer um vulcão submarino?

taça grande e transparente
dois frascos pequenos
água, água quente e água com gelos
corante vermelho e azul
Movimentos de convexão
Já reparaste que quando nadas no mar, por vezes a água à superfície está quente mas a camada logo a seguir já está fria? É verdade que o Sol aquece a água, mas porque será que a água de cima não se mistura com a água do fundo?
Experimenta a fazer a seguinte experiência. Numa taça grande com água fria coloca com cuidado dois frascos pequenos, um cheio de água muito fria com corante azul e o outro cheio de água quente com corante vermelho. O que observas? Conseguiste fazer um vulcão submarino?
A água quente é mais leve do que a água fria e, por isso, sobe e flutua na água fria. Enquanto sobe vai arrefecendo acabando por se misturar com a água da taça. Toda a água fica avermelhada. A água azul do outro frasco, que estava muito mais fria, não se misturou com a água da taça. Ela é mais pesada do que a água da taça e por isso fica no fundo.
No mar, a água no fundo do mar é mais fria do que a água da superfície, que é aquecida pelo Sol. Assim, tal como o frasco com o corante azul, a água fria mantém-se no fundo ao passo que a água quente fica no cimo!
Será que o ovo flutua?
.png)
• ovo fresco
• copo com água
• três mãos cheias de sal
• colher
Água salgada
Se já sabes nadar na piscina, será que já tentaste nadar no mar, quando a bandeira da praia está verde? Tenta boiar numa piscina e no mar. O que é mais fácil? Sim, no mar é muito mais fácil boiar! Sentes que a água empurra-te pa
ra cima!Para perceberes por que é assim faz a seguinte experiência. Coloca um ovo num copo com água. O que acontece ao ovo? Vai ao fundo! Tira o ovo e adiciona três mãos cheias de sal à água. Mexe bem com uma colher até o sal se dissolver. Torna a pôr o ovo dentro do copo. E agora, o que observas?
O ovo flutua na água!
A água salgada tem esta propriedade: alguns objectos que não flutuam na água doce flutuam na água salgada, desde que se junte sal suficiente. Experimenta repetir a mesma experiência com uma batata! Consegues pôr a batata a flutuar?
Em Israel, há um mar, chamado Mar Morto, onde é bastante fácil nadar. Porque será?
Como se faz um Vulcão?

• placa de madeira, lata pequena cilíndrica e barro
• pedras, paus, folhas secas e areia
• vinagre, corante vermelho e bicarbonato de sódio
Certamente já sabes o que é um vulcão. E até já deves ter visto o fogo a sair da boca de um vulcão num livro ou na televisão. Dizemos que um vulcão está em erupção quando da sua boca saem gases, cinzas ou lava, um líquido espesso e muito quente que, ao arrefecer, se transforma nas rochas que cobrem o vulcão. À medida que estas rochas se acumulam, o vulcão fica com a forma de um monte, tendo no cimo a boca ou cratera. Mas também há vulcões estão ``adormecidos'', isto é, não estão em erupção.
No interior da Terra as rochas estão líquidas e muito quentes. Estes líquidos fazem uma grande força sobre a superfície. Sempre que encontram um buraco saem. Assim aparecem os vulcões. Por vezes a lava sai com tanta força que parte é atirada ao ar e outra parte escorre ao longo do vulcão.
É fácil fazer um modelo de vulcão e perceber como a lava desce.
Precisas de uma lata, barro, uma placa de madeira, vinagre tinto e bicarbonato de sódio; podes usar pedras, paus e folhas do quintal para enfeitares o vulcão.
Começa por colocar a lata virada para cima no centro da placa de madeira. Aplica barro à volta da lata dando ao barro a forma de um vulcão: largo em baixo e estreito em cima, com a largura da lata. A lata deve ficar bem escondida, mas deixa a abertura destapada. Enfeita a encosta do teu vulcão com as pedras, paus e folhas, que apanhaste no quintal. Deixa secar durante vários dias. Não o ponhas ao Sol senão pode estalar! Quando estiver seco está pronto...
.png)
Vamos agora ver como funciona o vulcão. Deita lá dentro o vinagre. Se o vinagre for branco acrescenta-lhe umas gotas de corante vermelho. Junta bicarbonato de sódio.
O que observas? Não achas que o teu modelo parece mesmo um vulcão verdadeiro? Como saiu a lava? Saiu por todos os lados ou escolheu um certo caminho?
Vai deitando mais vinagre e mais bicarbonato de sódio... se quiseres que o teu vulcão esteja em erupção. Quando juntas o bicarbonato de sódio ao vinagre liberta-se um gás que sai da lata arrastando consigo o vinagre, tal qual numa erupção.
Culturas Geneticamente Modificadas aumentam em todo o mundo

Áreas de cultivo de Organismos Geneticamente Modificados (OGM) aumentam em todo o mundo e duplica em Portugal, entre 2005 e 2006. Países em desenvolvimento são os maiores produtores de OGMs no mundo, revela relatório do ISAAA.
Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA), apresentou no dia 18 de Janeiro, um relatório sobre a Comercialização Global das Culturas Geneticamente Modificadas em 2006 e revela que a área global de produção comercial de OGMs em todo o mundo cresceu 13% relativamente a 2005, atingindo os 102 milhões de hectares, o que se traduz em mais 12 milhões de hectares de plantação de OGMs.
Em Portugal, verificou-se um aumento duas vezes superior de área de cultivo em milho geneticamente modificado, entre 2005 e 2006, situando-se agora nos 1250 hectares. No espaço Europeu, Espanha é o maior país produtor com 60 mil hectares, sendo que os restantes países da União Europeia (França, Republica Checa, Portugal, Alemanha e Eslováquia), que cultivam OGMs, atingiram os 8500 hectares.
Espécies em vias de extinção
Trabalho realizado por Sara Marinho, 11º ano lectivo 2007/2008, Colégio Nossa Senhora da Boavista.
domingo, 2 de março de 2008
O equilíbrio do organismo
Trabalho realizado por Rita Mesquita, 6ºI; Fevereiro 2008; Colégio Nª Sr.ª da Boavista
Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto
A Reserva Natural das Dunas de S.Jacinto (RNDSJ) fica situada quase no extremo da península que se estende entre Ovar e a povoação de S. Jacinto, sendo limitada a poente pelo Oceano Atlântico e a nascente por um dos braços da Ria de Aveiro. Caminhando da praia em direcção à Ria, confrontar-nos-emos com diversas situações no que diz respeito à flora e à vegetação. Existe uma faixa de vegetação natural bem conservada na zona das dunas, mas existe também uma zona de mata, instalada e profundamente alterada pela acção antrópica. Pode dizer-se que na distribuição das comunidades vegetais, a RNDSJ divide-se em duas grandes manchas: comunidades dunares e florestais.
A Reserva está inserida na Zona de Protecção Especial (Avifauna) da Ria de Aveiro. É realmente esta a sua componente faunística de maior realce. Pela sua localização litoral algumas espécies marinhas habitam a sua praia.
Costa Vicentina - Área Protegida
Área de Paisagem Protegida do SW Alentejano e Costa Vicentina

Superfície: 60.624 ha de área terrestre 28.992 ha de área marítima
Relevo:
Trata-se de uma extensa zona costeira arenosa, de arribas alternadas com barrancos, praias, falésias, pequenas ilhas e rochedos, com linhas de água onde se incluem estuários, rios e ribeiros. O território da Área de Paisagem protegida pode ser subdividido em três grandes áreas:
- Planalto litoral - de constituição essencialmente arenosa, representa o território mais extenso e contínuo. Nele existem campos dunares.
- Serras litorais - Marginam a oriente o grande planalto.
- Barrocal - Inicia-se na costa de S. Vicente estendendo-se para leste, numa sucessão de pequenas colinas calcárias.
Valor natural:
A Área de Paisagem Protegida do SW Alentejano e Costa Vicentina abrange uma extensa faixa costeira virada para o oceano Atlântico. Deste modo, corresponde a uma zona de interface mar-terra, o que lhe imprime uma especificidade própria e uma variedade de habitats responsável pela sua riqueza florística e faunística.
Esta faixa rochosa foi sujeita a um processo de abrasão marinha, dando origem aos actuais excertos de costa alta e rochosa, acompanhado de fenómenos de deposição de materiais nas áreas de costa baixa, arenosa ou lodosa. O substrato geológico é basicamente arenoso ou areno-argiloso, em algumas zonas xistoso e calcário, exibindo interessantes séries estratigráficas expostas ao longo da costa pela erosão marinha, assim como afloramentos e formações que vão do Carbónico ao Quaternário.
Falésias marítimas, praias, dunas, matos litorais, charnecas e vales fluviais, são alguns dos habitats onde ocorrem plantas e animais, cuja sobrevivência a nível nacional e internacional está dependente desta Área Protegida.
Parque Nacional Peneda - Gerês
Parque Nacional da Peneda-Gerês
Superficie: 69 693 ha
Relevo:
O Parque Nacional da Peneda-Gerês ocupa uma extensa área montanhosa de natureza essencialmente granítica que se estende do planalto de Castro Laboreiro ao da Mourela, compreendendo as Serras da Peneda, do Soajo, da Amarela e do Gerês. Montes rochosos e vales apertados, circos glaciares e moreias, alternam com largos trechos de paisagem humanizada em que se destacam povoações caracterizadas por um evidente equilíbrio arquitectónico.
Valor Natural:
A orientação do relevo, as variações de altitude e as influências atlântica, mediterrânica e continental conferiram a toda a área características botânicas particulares traduzidas na existência de uma flora diversificada, cujo símbolo é o lírio do Gerês (Iris boissieri) que constitui, aliás, um endemismo local. Relativamente à fauna, este parque apresenta uma grande variedade de espécies das quais se destacam o corço (Capreolus capreolus) e o garrano (Equus caballus).
Vestígios arqueológicos e históricos de grande interesse como os monumentos megalíticos, a geira romana, os castelos de Castro Laboreiro e de Lindoso, conferem a todo o parque um interesse acrescido.


